ENQUANTO A IMPRENSA ESGOTA JORNAIS E REVISTAS COM DENÚCIAS ENVOLVENDO O PT,ENCONTREI ALGUMAS ‘BOMBAS’ QUE PASSARAM INCÓLUMES (OU QUASE)PELA GRANDE MIDIA.

fonte:http://www.br.alstom.com/home/newsroom/news/pressreleasesbrazil/52145.BR.php?languageId=BR&dir=/home/newsroom/news/pressreleasesbrazil/&idRubriqueCourante=25360

Alstom e parceiras ganham dois novos contratos de manutenção de trens metropolitanos em São Paulo

07 Dezembro 2007 

A CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), operadora de trens metropolitanos na cidade de São Paulo, ganhou dois novos contratos para a manutenção de 78 de seus trens no consórcio COMAFER e Cobraman II, do qual a Alstom é parceira. 

A participação que cabe à Alstom nesses dois contratos é de € 47,2 milhões. Diariamente, 1,6 milhão de pessoas utilizam a rede da CPTM em São Paulo. 

No primeiro contrato, o COMAFER (Consórcio de Manutenção Ferroviária) foi selecionado pela CPTM para a manutenção de 144 carros de trens metropolitanos para a cidade de São Paulo. Fazem parte do consórcio: Alstom (17,3%), CAF (17,3%), Bombardier (17,3%), MPE (16%), Tejofran (16%) e Temoinsa (16%). O valor total do contrato é de € 108,2 milhões. A participação da Alstom é de € 18,7 milhões. 

A Alstom e parceiras ficarão encarregadas da manutenção elétrica e mecânica de 48 trens de três carros (trens da Série 2100). Esses trens irão operar nas muitas linhas da rede da CPTM em São Paulo. Os trabalhos de manutenção dos carros irão começar no final de 2007, com duração de quatro anos. 30 funcionários da Alstom Transporte farão parte do projeto. 

Em um segundo contrato, a CPTM confiou ao consórcio Cobraman II a manutenção de mais 30 carros de trens metropolitanos que atendem à cidade de São Paulo. O consórcio, que já cuida da manutenção dos trens da CPTM desde 2002, é composto por Alstom (35%), CAF (35%) e Bombardier (30%). O valor total do contrato é de € 81,6 milhões. A participação da Alstom é de € 28,5 milhões. 

O contrato engloba a manutenção de 30 trens de quatro carros (trens da Série 2000) que operam na linha E, ligando o centro da cidade à zona leste. Dentro do consórcio, a Alstom Transporte e a CAF são responsáveis pela manutenção mecânica, ficando a Bombardier encarregada da manutenção elétrica. Os trabalhos de manutenção começarão no fim de 2007 e terão uma duração de quatro anos. 35 funcionários da Alstom Transporte trabalharão neste projeto.

TAL FATO,COMO PODEM VER,FOI VEICULADO PELA PRÓPRIA EMPRESA FRANCESA.

OUTROS FATOS COMPROVAM A ESTREITA RELAÇÃO DA ASTOM COM TUCANOS…

http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u419184.shtml

04/07/2008

11h05

Caixa 2 de FHC citava empresas da Alstom

Duas empresas do grupo francês Alstom –Cegelec e ABB– são citadas nas planilhas eletrônicas do comitê financeiro do PSDB que deveriam abastecer o caixa dois da campanha do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso à reeleição, em 1998, informa nesta sexta-feira reportagem de José Ernesto Credendio, Mario Cesar Carvalho e Andrea Michael, publicada pela Folha.

Segundo a reportagem, as planilhas, tornadas públicas em 2000, atribuem ao atual secretário de Subprefeituras de São Paulo, Andrea Matarazzo (PSDB), então secretário de Energia do Estado, a missão de buscar recursos junto a empresas.

Em 1998 — mas em épocas distintas –, Matarazzo foi secretário e presidente da Cesp (Companhia Energética de São Paulo), justamente uma das principais clientes da Alstom.

A Folha informa que, memorandos internos trocados em 1997 entre diretores da Alstom, na França, apreendidos por promotores da Suíça, dizem que seriam pagas “comissões” para obter negócios com o governo paulista.

À reportagem, o secretário de Subprefeituras, Andrea Matarazzo, afirmou via assessoria de imprensa que mantém a versão de que não participou do comitê arrecadador de campanha do ex-presidente FHC. “Conforme declarou à própria Folha na época, o secretário Andrea Matarazzo foi o coordenador da ação política da coligação de FHC no Estado”, diz em nota.

ATÉ O ARRUDA JÁ FEZ NEGÓCIO COM A ASLTOM…

http://www.br.alstom.com/home/newsroom/news/pressreleasesbrazil/59737.BR.php?languageId=BR&dir=/home/newsroom/news/pressreleasesbrazil/

Governador do Distrito Federal e BNDES assinam contrato de financiamento para 12 novos trens para o Metrô de Brasília

23 Julho 2009

Evento aconteceu em São Paulo, na tarde de hoje, na fábrica da Alstom, com a presença de autoridades e funcionários da empresa

O governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, e o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, assinaram esta tarde o financiamento de um contrato de cerca de €110 milhões (aproximadamente R$ 325 milhões), que permitirá à Alstom fornecer 12 novos trens para o Metrô de Brasília, bem como modernizar seu sistema de sinalização. A cerimônia aconteceu na unidade Lapa da Alstom, em São Paulo, e contou com a presença do presidente da Alstom Brasil, Philippe Delleur, dos ministros do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Miguel Jorge; e das Cidades, Márcio Fortes; do governador de São Paulo, José Serra; do prefeito Gilberto Kassab, e mais de 1500 funcionários.

E A BASE ALIADA DE SERRA,MAIORIA NO PODER LEGISLATIVO/SP,NÃO INVESTIGA NADA.

http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI2956360-EI7896,00.html

CPI: base aliada barra investigação sobre Alstom
18 de junho de 2008 06h39

Uma nova tentativa da oposição na Assembléia Legislativa de São Paulo de utilizar a CPI da Eletropaulo para apurar suspeitas de irregularidades em contratos da empresa com a Alstom foi frustrada. A base aliada do governo José Serra (PSDB) rejeitaram requerimentos para convocar ex-diretor da Eletropaulo, segundo a Folha de S.Paulo.

O objetivo da oposição era convocar ex-diretores da Eletropaulo para depor. Eles buscavam obter cópias de contratos e relação de pagamentos feitos pelo Estado à Alstom e suas subsidiárias.

Os indícios de corrupção apontados por promotores da Suíça fizeram com que a oposição tentasse mudar o rumo das investigações da CPI da Eletropaulo. Inicialmente, a CPI foi criada para apurar a privatização da empresa, ocorrida em 1998.

JOSÉ SERRA: “NÃO HÁ O QUE DECLARAR”

http://pt.wikipedia.org/wiki/Esc%C3%A2ndalo_do_caso_Alstom

Notadamente a Alstom desembolsou US$ 6,8 milhões em propinas para conseguir obter um contrato de 45 milhões de dólares na expansão do metrô de São Paulo.

De acordo com o que consta de documentos enviados ao Ministério da Justiça do Brasil pelo Ministério Público da Suíça, no período de 1998 a 2001 – durante o qual o PSDB foi o ‘partido no Poder’ no Estado de São Paulo – pelo menos 34 milhões de francos franceses teriam sido pagos em propinas a autoridades governamentais do Governo do Estado de São Paulo e a políticos paulistas utilizando-se empresas offshore. Empresas offshores são empresas criadas em paraísos fiscais, onde gozam de proteção por regras de sigilo que dificultam investigações. Os pagamentos teriam sido feitos utilizando-se o esquema de contratos de ‘consultoria de fachada’. O valor das “comissões” supostamente pagas pela Alstom em troca da assinatura de contratos pelo Governo do Estado de São Paulo chegaria a aproximadamente R$ 13,5 milhões. Segundo o Ministério Público da Suíça, pelo cruzamento de informações, esses trabalhos de “consultoria” foram considerados como sendo trabalhos fictícios.

No período de negociação e da assinatura dos contratos de consultoria estava à frente da Secretaria de Energia de São Paulo – que comandava a Eletropaulo – o então genro do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, David Zylbersztajn (deixou o cargo em janeiro de 1998, ao assumir a direção geral da Agência Nacional do Petróleo), o atual secretário de Coordenação das Subprefeituras da cidade de São Paulo, Andrea Matarazzo, que ocupou a secretaria por alguns meses, e o atual secretário estadual dos Transportes, Mauro Arce. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A bancada do governo de José Serra na Assembléia Legislativa de São Paulo bloqueou pela segunda vez, a CPI da Eletropaulo, impedindo que se investigasse ou se discutisse as acusações que pesam sobre a fornecedora de equipamentos Alstom e os governos do PSDB.

A investigação do governo suíço obteve um arquivo de 11 pastas, escondido na casa da secretária de um banqueiro, em Zurique. Nele está documentado que, em 1997, a Alstom começou a pagar propinas de pelo menos US$ 5 milhões a um intermediário brasileiro, de codinome “Claudio Mendes”. Esse dinheiro facilitava a a aprovação contratos de compra de equipamentos para hidrelétricas e o Metrô do Estado de São Paulo. Surgiu uma nova pista na investigação sobre a suposta propina paga pela Alstom, a integrantes do PSDB do governo paulista e do Tribunal de Contas do Estado (TCE). Trata-se do empresário José Amaro Pinto Ramos, de grande proximidade com políticos do PSDB

Em 31 de maio de 2008 o governador José Serra declarou à Folha de S. Paulo, com relação à denúncia de propinas supostamente pagas pela Alstom a membros do governo do PSDB anterior ao seu que : não há o que investigar e que soube dos documentos suíços pelos jornais. Sobre o fato de seu atual secretário de Estado dos Transportes, Mauro Arce, ter sido secretário de Energia durante a época em que os repasses foram feitos às offshores, Serra respondeu: Não há o que declarar.

A CAMPANHA DE SERRA DIZ: “O BRASIL QUER MAIS”.

AGORA EU PERGUNTO:  QUER MAIS ??

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