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Do Terra:

Israelenses creem que é “alta” ou “média” possibilidade de guerra com Irã

27/09/2012

A história persa mostra que, para vencer, nem sempre é necessário pisar no oponente.

Mas colocá-lo a seu lado.

Para quem não sabe, os persas são na verdade, os iranianos (clique aqui).

Do UOL:

Pérsia antiga

Do Reino Medo ao Império dos Aquemênidas

A civilização persa, na realidade, englobou diversos povos que habitaram o Planalto Iraniano desde o 2º milênio a.C. A primeira grande civilização conhecida da região se chamava Elamita, e se localizava ao sul do atual Irã, tendo como capitais Anshan e depois Susa.

Durante o 1º milênio, ondas de invasores arianos (indo-europeus) chegaram ao Planalto Iraniano, e alguns deles acabaram por se fixar na região: os medos (ao norte), os persas (ao sul) e os partos (a leste). Os mais antigos registros históricos conhecidos sobre esses povos arianos são encontrados em textos assírios (Mesopotâmia) do século 9 a.C.

Em 550 a.C., Ciro 2º, um governante persa, venceu a Média e unificou persas e medos, iniciando o Império Persa sob a dinastia dos aquemênidas.

Ciro 2º, conhecido como “o Grande”, deu aos medos a mesma condição política e militar dos persas e, ao dominar os elamitas, transformou sua capital, Susa, na nova capital do império. Assim, ao igualar os poderes entre o sul e o norte do Planalto Iraniano, conseguiu criar uma situação de paz interna e, dessa forma, pôde concluir a conquista sobre a Mesopotâmia e a Anatólia.

Já a história de Israel é bem mais recente. E sua criação ocorreu de maneira bem menos natural.

Até o final da Primeira Guerra, os árabes formavam a maior parte da população, junto com uma minoria de judeus e cristãos.
Com o fim do conflito, em 1918, a Palestina passou a ser controlada pela Inglaterra, que aprovou a Declaração de Balfour, um compromisso de governo inglês em estabelecer na região um Estado judaico (clique aqui).

Em novembro de 1947, as Nações Unidas recomendaram a partição da Palestina em um Estado judeu, um Estado árabe e uma administração direta das Nações Unidas sob Jerusalém (clique aqui).

Quem planta vento… A imagem de 2011 mostra protestos de egípcios após Israel invadir seu território e matar seus policiais

As Nações Unidas, ou melhor os Estados Unidos criaram Israel. E Israel continuou a crescer, sob a asa dos EUA e o ódio de seus vizinhos (que perderam territórios e ainda viram a nova nação recebendo farto apoio internacional).

Ações de terrorismo de Israel (clique aqui) nunca receberam resposta enérgica por parte das potências ocidentais.

Diferentemente das nações muçulmanas, a nação sionista teve liberdade para se armar e atacar os países vizinhos.

Sob o olhar paterno da grande potência norte-americana, os palestinos foram literalmente massacrados por Israel.

E continuam a ser massacrados (clique aqui).

É bom lembrar que o maior líder judeu, Yitzhak Rabin, genuinamente preocupado com o estabelecimento de uma paz duradoura, foi assassinado.

E assassinado pelos seus compatriotas.

Benjamin Netanyahu, que hoje é Premiê de Israel, teve participação decisiva nesta morte (veja aqui).

Porém são os iranianos que, segundo a grande mídia, representam grande ameaça para a paz mundial.

Os iranianos, que vivem entre nós há milhares de anos.

O Eixo do Mal de Bush incluiu o Irã, o Iraque, e a Coreia do Norte (clique aqui).

Outro dia, invadiram e destruiram o Iraque, sob a afirmação de que produzia armas de destruição em massa. Tempos depois, foi constatado que a afirmação não passava de uma mentira (clique aqui).

Enquanto os iranianos chegaram há milhares de anos, o Estado de Israel foi criado logo após a Segunda Guerra Mundial.

E enquanto as armas de destruição em massa do Iraque se tornaram uma grande e comprovada mentira, a verdade é que os palestinos da Faixa de Gaza, que permanecem nas mãos de Israel, seguem morrendo de fome e de sede (clique aqui).

Permanecem sem condições básicas de sobrevivência.

E são impedidos por Israel (clique aqui), de receber ajuda humanitária.

É dessa maneira que a paz é negociada no Oriente Médio.

E será que, dessa maneira, eles encontrarão a paz?

Veja também:

Não é o Irã. Quem assusta o mundo é Israel

Coreia do Norte, Síria e Irã formam o novo ’eixo do mal’, diz Israel

Imagem: http://noticias.terra.com.br

Homens não são feitos por braços e pernas.

Não são feitos por olhos e ouvidos.

Somos muito mais do que carne… SOMOS ESPÍRITO!!

Porém, quem tanto fala em ESPÍRITO OLÍMPICO, mostra que na prática não sabe o que fala…

Mais uma vez teremos Olimpíadas e, mais uma vez a mídia dará um espaço ridículo para esses verdadeiros heróis.

Os paraatletas.

PERS

Eles, que lutam diariamente contra dificuldades, contra calçadas quebradas, contra ônibus não adaptados e principalmente contra a ignorância e a pressa daqueles que se dizem ‘normais’.

Ao que parece, ‘normal’ é a covardia.

Normal é ver competições esportivas, sem a presença de deficientes físicos.

Normal é ver novelas que não mostram deficientes físicos.

Normal é ver obras que ignoram sua existência.

Normal é não dar treinamento aos funcionários para lidar com pessoas portadoras de necessidades especiais.

Esses homens e mulheres são o exemplo mais forte de perseverança que um país poderia imaginar como símbolo…

Nosso maior paraatleta, Clodoaldo Silva (que teve paralisia cerebral por falta de oxigênio durante o parto, o que afetou os movimentos das pernas) ganhou um total de 13 medalhas para o Brasil, sendo 6 de ouro, 5 de prata e 2 de bronze

E, apesar de tudo, ganharão apenas alguns momentos de exposição na mídia.

Uma verdadeira esmola, diante da exposição maciça dos Jogos Olímpicos de Londres.

Nos últimos jogos olímpicos, em Pequim, o Brasil ficou em 23º lugar no Quadro de Medalhas.

Teve três medalhas de ouro, quatro de prata e oito de bronze, 15 no total (clique aqui).

Já nas Paraolimpíadas de Pequim, o Brasil conquistou 16 medalhas de ouro, 14 de prata e 17 de bronze.

Total de 47 medalhas, ficando em 9º lugar no quadro geral (clique aqui).

Se reparar bem, somente o números de medalhas de ouro conquistados por nossos paraatletas (16), é maior que o total de medalhas conquistadas por nossos atletas nas Olimpíadas (15).

Porém a mídia, que não mostra gente feia, gorda, negra, …

E que também não mostra deficiente físico, não costuma reparar bem.

Veja também:

Cara de pau! Após abandonar a cidade, Serra vai fazer propaganda de Kassab e dizer que deixou São Paulo em “boas mãos”

Por ter convênio médico, mulher é condenada à morte em UBS

Imagem: delaswebradio.com.br/globoesporte.globo.co

O comércio ilegal entre Paraguai e Brasil é bastante aquecido.

O país vizinho nos exporta drogas (clique aqui e aqui) e produtos pirateados (clique aqui e aqui) e ainda serve como destino de nossos carros roubados (clique aqui).

Além do comércio ilegal, a democracia ilegal paraguaia também merece destaque.

Após 61 anos de hegemonia do partido Colorado, sustentáculo da ditadura do general Alfredo Stroessner (1954/89), enfim em 20 de abril de 2008 os paraguaios puderam saber o que significa DEMOCRACIA e PLURALIDADE.

Fernando Lugo, ex-sacerdote ligado ao movimento agrário, que trabalhou no Equador e era conhecido pelos equatorianos como “bispo dos pobres”, foi eleito presidente, à frente de uma coalizão de partidos de direita e esquerda, a Aliança Patriótica para a Mudança (clique aqui).

Ele foi eleito pelo povo, mas foi o Senado, com ampla maioria oposicionista, o responsável por seu destino.

Seu julgamento relâmpago, com menos de duas horas para a ‘ampla defesa’, foi uma ofensa ao que uma democracia DE VERDADE deve defender.

Ou seja, Fernando Lugo foi vítima de um golpe (clique aqui).

O parlamento paraguaio é a imagem de uma “democracia pirata”

Agora os golpistas se sentem no direito de julgar a Venezuela.

Do JORNAL DO BRASIL:

Imprensa paraguaia critica entrada da Venezuela no Mercosul

01/07/2012

A imprensa paraguaia publicou que a Venezuela entrou “pela janela” no Mercado Comum do Sul (Mercosul) e que uma nova “tríplice aliança” atuou contra o país, em alusão à Guerra do Paraguai (1865-1870), ocasião em que Brasil, Argentina e Uruguai se uniram para lutar contra o Paraguai.

A publicação paraguaia ABC Color destacou em sua primeira página que a Venezuela “entrou pela janela” no Mercosul, enquanto o Última Hora enfatizou que “a suspensão do Paraguai permitiu o ingresso” de Caracas ao bloco.

“Nova ‘Tríplice Aliança’ suspende o Paraguai e inclui a Venezuela”, dizia a manchete do jornal paraguaio La Nación. O periódico ainda publicou que as três nações estariam agora “nas mãos” de Hugo Chávez.

Os presidentes do três países, Dilma Rousseff, Cristina Kirchner e José Mujica, respectivamente, decidiram na última cúpula do bloco suspender o país até que sejam realizadas eleições, que estão programas para abril de 2013.

A entrada da Venezuela no Mercosul, que estava sendo impossibilitada pelo Congresso do Paraguaio, por sua vez, foi aprovada pelo grupo.

A imprensa que fala que a Venezuela entrou “pela janela” do Mercosul, não se lembra de dizer que o Paraguai sai da democracia “pela porta dos fundos”.

Jornalistas deveriam mostrar a verdade dos fatos.

No Brasil também tivemos órgãos de imprensa apoiando o golpe de 1964.

O que estamos vendo é muito grave.

Hoje vemos a democracia paraguaia sendo violada.

Se nos calarmos face a tal ofensa praticada no país vizinho, a vítima amanhã pode ser a nossa democracia.

Veja também:

Lugo, o ex-bispo que acabou com a herança de Stroessner

PSDB e a crise no Paraguai: Apoio tucano ao golpe teve boa dose de inveja…

Imagem: infosurhoy.com

Afinal, não conseguiram fazer o mesmo no Brasil.

O general bandido Stroessner, que teve o Paraguai sob suas botas entre 1954 e 1989, se estivesse vivo, agora estaria orgulhoso.

Um país que hoje se considera democrático e no entanto dá apenas duas horas de ‘ampla defesa’ (e isso sem sequer comprovar que Fernando Lugo deu a ordem para o massacre de Curuguaty), merece respeito?

Golpe no Paraguai: Primeiro o aperto de mão, depois a apunhalada. E ainda chamam ele de Franco…

A repugnante democracia que o Paraguai apresenta ao mundo conta, aqui no Brasil, com apoiadores.

Os mesmos apoiadores que tentaram derrubar o governo Lula, acusando este de ‘mensaleiro’.

Eles, que não foram condenados (ou sequer julgados) por terem pago a parlamentares para aprovar o segundo mandato de FHC.

A oposição fracassou na tentativa do golpe brasileiro, Lula foi reeleito, saiu da presidência com aprovação recorde e ainda foi decisivo na eleição de sua sucessora, Dilma Roussef.

Do Opera Mundi:

PSDB afirma que não houve golpe no Paraguai e critica “interferência” do governo brasileiro

O impeachment do presidente paraguaio Fernando Lugo não tem unanimidade entre os partidos políticos brasileiros. A maioria dos partidos manifestou apoio ao chefe de Estado destituído, seguindo manifesto do PT, que classificou a ação do legislativo paraguaio de golpe de Estado. No entanto, o PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira), principal legenda da oposição, defende a decisão do legislativo paraguaio e critica a diplomacia brasileira.

Alguns partidos que carregam DEMOCRACIA no nome, não se mostram dignos de carregar palavra tão grandiosa.

Porém carregam assim mesmo, como tendo a necessidade de repetidas vezes afirmar que são democratas.

O DEM (sigla para ‘Democratas’) já foi PFL, já foi ARENA e apoiou a ditadura no Brasil.

O PSDB (‘Partido da Social Democracia Brasileira’) se diz democratico, mas agora se manifesta apoiando o recente golpe paraguaio (clique aqui).

Hoje esses partidos brasileiros estão em igualdade com os partidos paraguaios Colorado e Liberal (eles que derrubaram Fernando Lugo).

Eles são piores que simples golpistas.

Também são mentirosos. 

Veja também:

São Paulo, a capital da insegurança: Em plena onda de ataques, faltam coletes para policiais

♫ Eu quero ‘tchu’, eu quero ‘tcha’♪ Serra aposta em eleitor que não sabe votar…

Imagem: blogs.estadao.com.br

A eleição de Fernando Lugo, eleito democraticamente em 2008, após seis décadas de domínio de um partido único, incluindo os 35 anos do regime militar comandado por Alfredo Stroessner (1954-1989), foi um acontecimento marcante na história recente do Paraguai (clique aqui).

Ele foi eleito pelo povo, mas não é o povo quem decidirá seu destino…

O Senado, com ampla maioria oposicionista, deverá decidir sobre o processo de impeachment do presidente.

Da BBC Brasil:

Mortes no campo geram crise e processo de impeachment no Paraguai

21/06/2012

As mortes em um conflito agrário na semana passada no Paraguai provocaram uma crise que levou o presidente, Fernando Lugo, a afirmar nesta quinta-feira que não renunciará ao cargo. O discurso em rede nacional ocorreu minutos depois da aprovação por ampla maioria na Câmara dos Deputados da abertura de um processo de impeachment contra ele.

Fernando Lugo/AP

Lugo diz que vai se submeter a processo, mas reclama de perseguição política

“Não renunciarei ao cargo para o qual fui eleito pelo voto popular. Não interromperei um processo democrático e me submeterei ao processo político, como mandam as leis paraguaias, com todas as suas consequências, como indica a Constituição paraguaia”, afirmou o presidente.

É, de fato, muito perigoso o que ocorre aí do lado, no Paraguai.

Como um país que não consegue mostrar estabilidade política, poderá assumir compromissos internacionais?

Sobre as mortes ocorridas, aqui mesmo no Brasil, diversas reintegrações de posse acabaram em massacres.

Temos, por exemplo, o recente caso do Pinheirinho em São Paulo, ou o terrível episódio de Eldorado dos Carajás no Pará, onde dezenove sem-terra foram mortos pela Polícia Militar do Estado do Pará.

O caso do Pinheirinho vai para a Corte Interamericana de Direitos Humanos e ao Tribunal Penal Internacional (clique aqui) e, caso sejam condenados os responsáveis, esses não serão os chefes de governo, como não foram os chefes de governo responsabilizados pelo massacre do Pará (clique aqui). 

Almir Gabriel não foi cassado, assim como não será Geraldo Alckmin…

Vão cassar Fernando Lugo? E depois? Vão fazer um governo provisório-definitivo?

Já vi esse filme antes…

Ele não foi eleito pelo povo? Pois que seja convocado um referendo para que o povo, democraticamente, decida se o presidente Lugo deve sair.

Veja também:

Fernando Lugo: o ex-bispo que acabou com a herança de Stroessner no Paraguai

Após perder no Paraguai, Partido Colorado entra em crise

O presidente da FIA afirma não poder assegurar que os protestos não aconteceriam caso o GP não fosse realizado.

Porém, ao realizar a prova, o dirigente se torna responsável pelas vidas colocadas em risco.

Do Globo Esporte:

Presidente da FIA minimiza morte de manifestante em protesto no Bahrein

21/04/2012

A ilha do Oriente Médio teve mais uma madrugada intensa. Opositores do governo pleiteiam reformas democráticas e condenam a disputa da F-1 no país em um momento tão delicado. Manifestantes afirmam que o governo usa a corrida de forma política e prometeram “três dias de fúria” para este fim de semana, enquanto radicais defendem uma mobilização para um “Grande Prêmio de Sangue”.

– Nós sabemos que protestos podem ter resultado negativo. Nós somos uma organização de automobilismo. Você pode ter diversos protestos e pode haver consquências. E eu não posso assegurar que os protestos não aconteceriam caso o GP não fosse realizado – disse o presidente da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), Jean Todt à rede de TV inglesa “BBC”.

Esperamos que a teimosia do cartola não cause uma tragédia.

Do MSN:

Manifestante é morto pela polícia durante protesto no Bahrein

21/04/2012

As autoridades bareinitas garantiram a segurança do evento, embora vários membros da equipe Force India tenham deixado o país após terem sido cercados e quase atingidos por uma bomba de fabricação caseira durante um protesto.

Bernie Ecclestone, chefe da FOM (Formula One Management), seguindo Jean Todt, vem teimando que o país está em boas condições de sediar a elite do automobilismo na data prevista (clique aqui).

Segundo os dirigentes, no Bahrein está tudo tranquilo…

Já o chefe da McLaren, Martin Whitmarsh considera o Brasil mais perigoso que o Bahrein (clique aqui).

E não é o único com essa opinião.

O bicampeão Sebastian Vettel também comparou a situação do país árabe com a do Brasil (clique aqui).

Pois é, nessa bagunça, acabou sobrando até para o Brasil…

No caso, para São Paulo, que há muitos anos recebe a F1.

Parece que o pessoal da F1 não confia muito nos números da Segurança Pública, que Alckmin exibe com orgulho (clique aqui).

Para eles, é melhor encarar uma guerrilha, que nossas ruas.

Veja também:

Com medo, Force India abandona2º treino livre no Bahrein

Force India é boicotada de transmissão de TV no Bahrein

Imagem: f1team.com.br

O mais engraçado é ver quem fala em “racismo”, classificando brasileiros como “ladrões”.

Ou ainda rotulando mulheres brasileiras como “prostitutas”.

Por que tanto ódio? Será porque a Espanha não consegue vencer sua crise?

Será porque vemos um crescente número de espanhóis deixando seu país e buscando oportunidades na América? (clique aqui)

Do operamundi:

Internautas espanhóis reclamam do aumento de restrições à entrada no Brasil

Alguns chamam medida de “racista” e atacam o país; outros a entendem como razoável

02/04/2012

Durante muitos anos nos submetemos às restrições espanholas. A reciprocidade demorou a chegar…

A decisão do governo brasileiro em começar a aplicar, a partir desta segunda-feira (02/04) o princípio de reciprocidade aos espanhóis que venham ao país, ou seja, aumentando a restrição para sua entrada, provocou muita polêmica nos foros de discussão dos principais jornais da Espanha.
Diversos internautas espanhóis protestaram contra a decisão brasileira, argumentado que a restrição deveria ser aplicada a todos os países da União Europeia – como só foi restrita à Espanha, alguns a consideraram persecutória, chegando a classificá-la de “racista”. Um número expressivo, porém menor de internautas espanhóis entenderam a medida razoável, e que apenas exige os mesmos requisitos dos brasileiros que entram na Espanha.
“Esta lei é racista porque só é aplicada contra os espanhóis e não contra o restante dos europeus no espaço Schengen (área de livre circulação de pessoas em território europeu). E nos chamam de racistas? Logo não há ninguém mais racista do que eles (brasileiros)” escreveu Miscollons no El Mundo.
“Se fizemos isso (colocar restrições) a eles, então me parece (uma resposta) normal. Mas deveriam aplicar a todos os países que lhe colocam restrições”, postou “Enki” ao jornal ABC.
Outros espanhóis defendem o tratamento desigual, por entenderem que muitos viajam ao Brasil somente por turismo e voltam depois de um curto período,enquanto os brasileiros “procuram emprego” e passam a viver em condições ilegais. E muitos se referem ao Brasil deforma ofensiva.
“Vamos colocar as cartas na mesa: quantos espanhóis vão ao Brasil de férias e (não) regressam para a Espanha? Quantos de nós cometem crimes em sua estadia no Brasil? Muito poucos. E o mesmo para os brasileiros aqui? Muitos. Me parece bom que o Brasil coloque restrições para que for para lá de férias, assim se darão conta que o turismo de espanhóis deixa mais dinheiro do que os dos brasileiros”, diz “anticorruptos” no ABC.
“Será um grande problema para as milhares de prostitutas que vieram para cá ilegais e se nacionalizaram na Espanha. Essa lei é ridícula. Os espanhóis não vão ao Brasil para ficar. Mas se querem fazer o mesmo com os europeus, pois bem… menos lucro para o turismo. Favelas,corrupção, jogo bonito e burrice extrema.”, assina outro internauta no El Mundo.
“Me parece perfeito. Se tivéssemos esse tipo de controle na Espanha, nosso país não estaria infestado de camareiras e prostitutas brasileiras enviando dinheiro espanhol para o Brasil”, diz Linceo, que parece não saber que as regras são recíprocas.
“Esse é um problema de fácil solução: não ir ao Brasil. Assim teremos a certeza de que não seremos assaltados na rua nem nos preços de passagem de avião e de hotéis”, diz “reces”.

O ódio e o extremismo são típicos de quem está à beira do desespero.

Tanto que na Espanha, já se fala com nostalgia dos tempos do ditador Franco (clique aqui).

Ele que perseguiu e matou milhares de espanhóis entre 1939 e 1975.

Vivemos uma crise global.

E a decisão brasileira não poderia ter chegado em pior hora.

Pior para eles…

Veja também:

Uma cachoeira de canalhas: Deputado tucano também fez negócios com bicheiro…

Estão pagando promessa? O assunto da semana é o Demóstenes, porém a Veja publica uma capa com Jesus…

imagem: http://contextolivre.blogspot.com.br

Quando se tem um processo de paz emperrado, todos acabam pagando.

Agora parece que chegou a vez do bolso pagar…

Desde informações governamentais até mesmo informações pessoais de cartões de crédito.

Nada é perdoado. 

Da Folha:

Hamas incentiva hackers a declararem guerra eletrônica contra Israel

15/01/2012

O movimento islâmico palestino Hamas pediu neste domingo aos hackers que aumentem seus ataques a sites oficiais, comerciais e financeiros de Israel, afirmou um porta-voz da organização em Gaza.

“O Hamas parabeniza as operações para invadir sites israelenses”, disse neste domingo em comunicado o porta-voz do Hamas Sami Abu Zuhri.

Os atos de pirataria eletrônica, que se multiplicaram recentemente, “são a abertura de um novo campo de resistência à ocupação e o início de uma guerra virtual contra Israel”, afirmou.

Zuhri pediu “aos povos palestino e árabe para continuarem com a guerra eletrônica e buscarem formas de estimulá-la e desenvolvê-la”.

Desde o início do ano, ocorreram diversos ataques de hackers a sites de Israel, que se viu obrigado a reforçar as unidades do exército destinadas a prevenir a pirataria eletrônica.

No mês passado, as Forças de Defesa de Israel recrutaram cerca de 300 jovens para aumentar a segurança na rede.

O ataque mais grave ocorrido recentemente aconteceu no começo do ano, quando um grupo de piratas virtuais da Arábia Saudita, que se autodenomina Group-XP, assumiu o roubo e a divulgação dos dados de milhares de cartões de crédito israelenses.

As informações incluíam os números dos cartões, seus códigos de segurança, endereços pessoais, nomes, números de telefones e da carteira de identidade de seus proprietários, e foram roubadas de uma base de dados de clientes do site israelense de esportes http://www.one.co.il.

Após a divulgação da informação, o Banco de Israel pediu à população que esteja atenta ao uso dos cartões e que os cancele caso suspeitem que possam estar sendo usados por outras pessoas.

Pouco depois, o site do vice-ministro das Relações Exteriores de Israel, Dani Ayalon, foi atacado. O dirigente chamou o ato de “ataque terrorista” e advertiu que seu país “responderá com força aos hackers que ameaçarem a soberania israelense”.

Responder “com força” conduz à paz? (clique aqui).

A experiência mostra, ano após ano, que não conduz.

Paz é poder deitar a cabeça no travesseiro e dormir.

Sem sobressaltos.

É poder levar os filhos à escola, sem a preocupação de ver a escola bombardeada.

Há anos vemos a “força” levando miséria e morte (clique aqui).

Levando ao verdadeiro terror.

A “força” é a maior arma do burro.

Ele também é forte…

Veja também:

Israel: O terrorismo de Estado e as vítimas da fome em Gaza

Novo relatório da ONU destaca crise humanitária desencadeada pelo bloqueio em Gaza

Imagem: painelinternacional.com

Teríamos um suicídio em massa…

Ninguém é favorável ao suicídio.

Mesmo porque, suicídio não é necessário.

Com nossa saúde e segurança pública, a morte é corriqueira…

Do Terra:

Itália: casal se suicida por causa da “crueldade dos políticos”

12/01/2012

“Vocês lerão nos jornais com quanta dignidade sabem morrer dois cidadãos cansados da hipocrisia e da crueldade dos políticos”, escreveu um casal italiano em carta publicada pela revista Oggi antes de se suicidar no domingo passado em Bari, no sul de Itália. Salvatore De Salvo, comerciante de 64 anos e desempregado há sete, e sua mulher, Antonia Azzolini, de 69, relataram suas dificuldades e seus múltiplos pedidos de ajuda às instituições italianas em entrevista a uma televisão local, que está disponível no Youtube desde março de 2010.

Sem trabalho e após perder sua casa, desiludido pelas promessas dos políticos, o casal tentou suicidar-se sem sucesso, como explicam no vídeo, e foi internado em um asilo, “uma ratoeira com uma umidade infernal”, como definiu De Salvo. No final do vídeo, Antonia lamenta entre lágrimas: “Quero fazer qualquer coisa que me dê a possibilidade de sair deste lugar infernal, ter uma casa, cozinhar para meu marido, ter uma vida”.

O casal havia enviado várias cartas a Oggi nas quais explicava sua situação desesperada e pedia a intervenção do então primeiro-ministro Silvio Berlusconi, não sem antes apelar ao presidente da região de Apúlia, Nichi Vendola, e ao prefeito de Bari, Michele Emiliano. Quando a Prefeitura de Bari decidiu transferi-los ao asilo e colocá-los em quartos separados, o casal explicou que “para nós dois que vivemos 45 anos sempre juntos significaria ir de mal a pior. Assim é melhor morrer”.

Desespero não tem pátria.

Idosos, que trabalharam por toda a vida, agora são abandonados.

No Brasil, a desesperança em relação à classe política já é tradicional.

Nós, que pagamos tantos impostos, taxas e pedágios, não temos amparo de nossas autoridades.

Políticos que aprovam leis absurdas (clique aqui), em benefício próprio (clique aqui,aqui e aqui).

Políticos que não dão a mínima para o cidadão.

Pessoas sem educação (clique aqui), sem saneamento básico (clique aqui), sem transporte (clique aqui), sem habitação (clique aqui).

Pessoas sem dignidade.

São cidadãos!!

São seres humanos!!

Merecem atenção. E não só no dia das eleições…

Veja também:

Truculência e incompetência em SP: Mega operação na Cracolândia rende inúmeros casos de abuso e apreensão de apenas meio quilo de crack

São Paulo: A “indústria das multas” chega à calçada. Enquanto isso, a Democracia vai para o buraco…

Quem vê a intolerância nascer aqui no Brasil, não faz idéia de onde ela pode nos levar.

Não importa se religiosa, étnica, sexual…

Não importa o motivo, para quem decidiu deixar de ser humano.

Do Terra:

Onda de atentados contra cristãos na Nigéria mata ao menos 29

 25/12/2011

Ao menos 29 pessoas morreram neste domingo em cinco atentados perpetrados contra igrejas católicas pela seita islâmica Boko Haram, coincidindo com a celebração do Natal, informou a Agência de Notícias Nigeriana NAN.

O coordenador da Agência Nacional de Emergências da Nigéria (Nema), Slaku Luggard, informou à NAN que 25 corpos foram recuperados até o momento entre os destroços da explosão. Luggard afirmou que o número de vítimas pode aumentar à medida que os trabalhos de resgate se desenvolvam.

Segundo testemunhas citadas pela agência de notícias nigeriana, cerca de 200 participantes dos serviços religiosos da igreja de Santa Teresa permanecem desaparecidos. A polícia confirmou ainda a morte de um agente em uma segunda explosão na cidade de Jos (nordeste da Nigéria), que tinha como alvo outra igreja.

Do Terra:

Seita islamita reivindica atentado em igreja na Nigéria

25/12/2011
A seita islamita Boko Haram, da Nigéria, reivindicou neste domingo a autoria do atentado contra uma igreja de Madalla, perto da capital, Abuja, que matou 29 pessoas. “Somos responsáveis por todos os ataques dos últimos dias, inclusive a bomba na igreja de Madalla”, disse, em declarações por telefone, um porta-voz da Boko Haram, Abul Qaqa.

Segundo o porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi, o ataque foi fruto de um “ódio cego e absurdo”. “O atentado contra a igreja na Nigéria, precisamente no dia de Natal, manifesta infelizmente mais uma vez um ódio cego e absurdo que não tem nenhum respeito pela vida humana”, disse Lombardi, em declarações à imprensa, na Santa Sé.

Segundo Lombardi, o atentado “busca suscitar e alimentar ainda mais o ódio e a confusão”. O aumento das tensões interreligiosas na Nigéria, sexto país do mundo em número de cristãos, inquieta o Vaticano. Em novembro passado, durante sua visita a Benin, o papa Bento XVI insistiu na tradição tolerante do Islã na África e na coexistência pacífica entre muçulmanos e cristãos.

Quem quer impor idéias através de violência e morte, não resiste a um bom diálogo…

Veja também:

Tragédia anunciada: A inércia de Kassab e seus riquíssimos subprefeitos. Eles se lembram das áreas de risco em São Paulo?

Mais um Natal…

Matar de fome, também é matar.

E é uma das maneiras mais cruéis e repugnantes…

Na luta contra a fome, não há espaço para dignidade.

Seres humanos, antes da morte, são reduzidos à condição de lixo.

Da Revista Fórum:

População da Faixa de Gaza vive situação dramática

01.12.2011

Leia relato do deputado que fez parte da delegação de parlamentares europeus e sul-americanos que viajaram à Palestina

Por Chico Alencar

Participei, junto com a Deputada Marina Sant´Anna (PT/GO), de 20 a 25 de novembro agora, de uma grande delegação de parlamentares de várias partes do mundo para testemunhar o sofrimento contínuo da população de Gaza, a convite do Council for European Palestinian Relations. E a partir dessa visita, pressionar as autoridades de Israel para acabar com o bloqueio ilegal da Faixa de Gaza e com as punições coletivas contra a população desse território. A situação do povo palestino é uma afronta à Humanidade e à paz mundial.
Mais de três anos e meio após o início do bloqueio à Gaza, e passados dois anos da operação “chumbo derretido”, do governo israelense, condenada internacionalmente, a situação humanitária e econômica de 1,5 milhão de habitantes de Gaza continua dramática, apesar da suposta “diminuição” do bloqueio. Oito em cada dez pessoas dependem da ajuda internacional e 39% estão desempregados! O Governo de Israel segue desafiando as leis internacionais e as resoluções da ONU.
A agência das Nações Unidas para Refugiados (UNRWA), que fornece educação básica, saúde e cobre as necessidades de habitação aos refugiados palestinos, tem apenas 7% dos seus projetos de construção aprovados por Israel. Desde a “diminuição” do bloqueio, apenas uma pequena fração dos materiais necessários para a realização destes 7% de obras aprovadas consegue realmente entrar no território. Grande parte dos projetos do UNRWA decorre da necessidade de reconstruir as infraestruturas básicas, que foram destruídas durante o ataque israelense contra a população de Gaza, em janeiro de 2009. Há hoje necessidade de muitas novas moradias em Gaza.
Além disso, embarga-se o aumento no fornecimento de combustível para o funcionamento da usina elétrica de Gaza. Isso resulta em severa escassez de eletricidade e cortes de energia elétrica, inclusive em hospitais. Muitas das passagens em Gaza continuam fechadas, apesar das promessas de Israel de reabri-las. Nenhum tipo de exportação é autorizada a deixar Gaza. Um terço das terras agrícolas e 85% de suas águas territoriais permanecem inacessíveis para os civis: são parte da “zona tampão” de Israel, mantida pela política de ‘atirar a olho nu’ por soldados israelenses.  22 membros do parlamento palestino estão detidos em prisões israelenses, e nos inserimos em campanha internacional pela sua imediata soltura.
Apesar disso tudo, o povo palestino resiste, pulsa, se recupera, afirma e reconstrói. Pudemos constatar o empenho de idosos, adultos, jovens e crianças, mulheres e homens, gente simples e autoridades, na construção de sua soberania, identidade e direito à pátria. A Palestina é uma terra histórica onde vivem, há séculos, mulçumanos, hebreus, cristãos e ateus. Não é justo que ali só exista um Estado, não laico, em detrimento dos árabes e da diversidade de costumes e crenças. O reconhecimento do Estado Palestino, cuja criação foi determinada pela ONU em 1947, é processo irreversível, apesar da reação dos governos dos EUA e Israel, cada vez mais isolados nesse intento antidemocrático.
Todas as correntes políticas palestinas, coincidindo com nossa visita, fizeram acordo para realizar eleições nacionais em maio do próximo ano. A luta avança, portanto. O(a)s 78 parlamentares europeus e sul-americanos lá presentes firmaram, em comovente ato público, a “Resolução de Gaza”, que reproduzo:
“O tempo dos discursos acabou. Governos e Organizações de Direitos Humanos de todo o mundo precisam empregar todos os poderes pacíficos à sua disposição para forçar um fim ao bloqueio. Essas ações devem incluir sanções econômicas, boicotes culturais e ações diplomáticas como a convocação dos embaixadores para retornarem aos seus países.
A Delegação Internacional convoca todos os governos e ONGs para usar esses meios e exigir:
– Fim às proibições de exportação;
– Fim a todas as proibições de importação e restrições relacionadas aos bens de consumo, saúde e indústria/negócios;
– Suspensão de todo controle sobre as águas territoriais de Gaza;
– Abertura da “Zona Tampão” ao longo da fronteira de Gaza com Israel;
– Trânsito livre de pessoas dentro e fora de Gaza, limitada apenas por verificações razoáveis de segurança e requerimentos de documentação;
– Aceitação internacional das escolhas democráticas do povo palestino nas próximas eleições, e um compromisso de se relacionar construtivamente com os representantes eleitos.
Os membros da Delegação irão trabalhar através de suas próprias redes para pressionar pela implementação desta Resolução”.

Chico Alencar é deputado federal pelo PSOL/RJ

Tudo o que ocorre em Gaza, ocorre diante do olhar inerte das Nações Unidas.

A ONU mostra, nessa questão, o quanto pode ser covarde.

Permitir que pessoas morram, é como ajudar a matar.

Quando veremos a paz?

Quando não restar mais vida??

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Preconceito: Nós podemos vencer!!

ISRAEL IMPÕE FOME E TERROR EM GAZA

Imagem:boilerdo.blogspot.com

Deixar palestinos pobres e famintos negociar com os ricos e bem armados sionistas, é o mesmo que abandonar os palestinos à própria sorte.

É uma verdadeira covardia.

É triste, para não dizer chocante, ver países que teóricamente defendem o diálogo e a democracia… Porém, na prática, fecham os olhos diante de atrocidades.

Israel e Palestina: Por que o medo do diálogo?

O bloqueio de Israel em Gaza, por exemplo mata palestinos de fome, há tempos (clique aqui).

Quem diz querer ajudar porém, na prática, se torna aliado da mão que destrói, merece respeito?

Do Último Segundo:

EUA anunciam corte de fundos à Unesco após adesão palestina

Segundo porta-voz, legislação obriga a cancelamento de fundos a qualquer agência da ONU que aceite palestinos como membros antes de acordo de paz

Os Estados Unidos defendem um acordo para reconhecimento do Estado Palestino.

Porém Israel não foi criada, mediante acordos.

O Estado Sionista foi criado à força pela ONU ( Resolução 181 – Assembleia Geral- Aceita, apesar da oposição da Liga Árabe e dos palestinos, a criação de dois Estados, um judeu e um árabe, no antigo protetorado britânico da Palestina, com Jerusalém sob mandato internacional – clique aqui).

Porém, em maio de 1949, apenas Israel é admitido como membro da ONU – Resolução 273.

O Estado Palestino não!

O antes fraco Estado Judeu, agora é bastante forte para ameaçar.

Do Último Segundo:

Israel estuda resposta após adesão palestina à Unesco

Netanyahu tem reunião com ministros para definir ação do governo após palestinos ganharem status de membro pleno em agência da ONU

“A Unesco se tornou uma organização política ao admitir um Estado que não existe. Esta iniciativa dos palestinos demonstra que eles não querem a paz nem negociações, que têm apenas a intenção de perpetuar o conflito”, disse o vice-ministro israelense das Relações Exteriores, Danny Ayalon.

Segundo a imprensa local, entre as propostas que serão estudadas pelo governo israelense está a construção de novas colônias nos territórios ocupados de Jerusalém Oriental e Cisjordânia.

Diferente das afirmações de Ayalon, o Estado Palestino existe sim.

Em 1967 a  Resolução 242 -Conselho de Segurança- Pediu  a retirada de Israel dos territórios ocupados na Guerra dos Seis Dias e “o reconhecimento da soberania, integridade territorial e independência política de todos os Estados da região e seu direito a viver em paz”.

Promover assentamentos em  tais territórios é verdadeira afronta ao processo de paz.

Será que a paz, exercida pelo mais forte, pode ser chamada paz?

Talvez seja melhor chamá-la MENTIRA!!

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Lula, o PIG e o ‘olho gordo’: Vão tentar matá-lo!