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Do Facebook:

Captura de tela de 2013-06-22 17:23:28

O cidadão publicou a foto na rede social, classificou outra pessoa como “TRAIDOR” e “JUDAS”, ofendendo sua dignidade e ainda pediu que ela fosse compartilhada e divulgada.

Pois estamos divulgando…

Porém não concordamos com a prática ofensiva.

Fica a pergunta:

Quer dizer que “ele se vendeu ao PT”?

Por que ele não poderia “se vender ao PSDB”, por exemplo?

O partido que está a quase 20 anos no governo de SP e jamais reduziu o preço do metrô.

Que muito pouco investiu no metrô.

Quem pega o metrô na estação Corinthians Itaquera ou na estação Artur Alvim, todas as manhãs, sabe bem o que estou falando.

Mas o garotâo que posta a foto do “traidor” e aparece de paletó e gravata não deve saber o que é andar de metrô lotado.

Ele está pouco se lixando para o MPL e suas reivindicações.

Ele e seus amigos riquinhos.

Ele também deve querer acabar com as cotas de negros nas universidades.

Ou com programas de inclusão social como o Bolsa família ou o Minha Casa, Minha Vida.

Deve odiar pobre, acreditando que pobre somente existe para servi-lo.

O rapaz que se chama Washington (como a capital dos Estados Unidos), utiliza as redes sociais para rotular um cidadão como “judas”.

É isso aí!! Vamos utilizar o direito democrático de persegui-lo.

Hoje ele é perseguido, amanhã poderá ser morto.

Trucidado como um Judas na sexta-feira da Paixão.

E tudo em nome dessa “nova democracia”.

Essa que mostra bandidos (ou melhor “cidadãos”) saqueando lojas, incendiando veículos e destruindo tudo pela frente.

Essa “nova democracia” é uma mentira.

Mas tome cuidado!!

Caso não concorde com ela, você também poderá ser perseguido…

Veja também:

Manifestante dizia: “Foda-se o Brasil, nacionalismo é coisa de imbecil”

O MPL E SUA PAUTA DE REIVINDICAÇÕES

E se a história da segunda guerra mundial fosse registrada no facebook?

Imagem: facebook

Assim como em vários países vizinhos, no Brasil os chamados “anos de chumbo” da ditadura militar, coincidiram com os anos de “guerra fria”.

Para impedir que a União Soviética pudesse invadir seu quintal, os norte-americanos sacrificaram a Democracia em nosso país e em muitos outros.

E, para tanto, contou com a canalhice de determinados grupos estratégicos.

Os Estados Unidos, sob o pretexto de combater a ameaça do Bloco Socialista, sob a hegemonia soviética, deu apoio logístico militar e financeiro para diversos regimes de terror na América Latina (clique aqui).

Comandado por militares, ao lado de políticos civis da UDN (que queriam o poder de forma ilegal) e com o decisivo apoio norte-americano, o Brasil viveu vinte e um anos de seu pior pesadelo.

Adotada em dezembro de 1948 pela ONU, a A Declaração Universal dos Direitos Humanos deve estar dentro de alguma gaveta, juntos com alguns corpos…

Agora os EUA, que armaram os assassinos, podem ajudar a apontá-los.

 

Do Terra:

 

EUA podem ajudar Brasil a abrir ‘caixa de Pandora’ da ditadura

16 /05/2012

Os Estados Unidos devem ajudar o Brasil a abrir a “caixa de Pandora” do seu regime militar, contribuindo com a Comissão da Verdade que inicia os seus trabalhos nesta quarta-feira, disse à BBC Brasilum especialista americano em obter acesso a arquivos confidenciais históricos.

Peter Kornbluh, diretor de documentação sobre o Brasil no National Security Archive (Arquivo Nacional de Segurança), uma organização sem fins lucrativos vinculada à Universidade George Washington, acredita que o Brasil deu um passo histórico com a criação da Comissão, após o qual será impossível retroceder. “Uma vez que a caixa de Pandora do passado for aberta, será muito difícil fechar a tampa novamente”, diz, referindo-se aos segredos que podem ser revelados pela primeira vez, e que dariam início a um segundo debate no País, desta vez sobre justiça.

Kornbluh, um especialista em “abrir caixas de Pandora” usando a lei de acesso à informação americana, crê que as informações guardadas nos EUA podem ser valiosas principalmente diante da relutância das Forças Armadas brasileiras em abrir seus arquivos.

Sob pressão para ajudar no trabalho de comissões da verdade na região, ele diz, o governo americano tem liberado evidências ainda que atestem suas “políticas externas desabonadoras, reprováveis e imorais do passado”, afirma Kornbluh.

Leia a seguir os principais trechos da entrevista:

BBC Brasil – O que o sr. acha da criação de uma Comissão da Verdade no Brasil? Peter Kornbluh –É um momento significativo, de reconhecimento da história brasileira. Apesar de a Comissão em si não poder processar ninguém – o que é uma grande concessão aos militares – a verdade que será desenterrada por ela pode ser muito poderosa. Uma vez que a caixa de Pandora do passado for aberta, será muito difícil fechar a tampa novamente. Estou otimista que a Comissão levará à Justiça ao desvendar os crimes contra os direitos humanos cometidos durante o regime militar.

BBC Brasil – O que, na sua opinião, pode potencialmente ser revelado pela primeira vez a partir dos trabalhos da Comissão? Kornbluh –No trabalho de historiadores e pesquisadores de direitos humanos, você não sabe o que não sabe. Embora pareça que muitos dos crimes durante as operações militares sejam conhecidos, se a Comissão da Verdade fizer valer a nova legislação de liberdade de acesso à informação e usar a cláusula desta lei para liberar documentos relativos aos direitos humanos, pode mudar a forma como a sociedade brasileira percebe o seu próprio passado.

BBC Brasil – O sr. mencionou a concessão feita de saída pela Comissão da Verdade no Brasil no sentido de não processar ninguém. Mas a comissão do Chile também começou com várias concessões e, mais tarde, houve condenações de militares no país. Kornbluh –A Comissão da Verdade também teve as mesmas restrições, vamos chamar assim, da brasileira. Estava significativamente restrita pela sombra da ditadura de Pinochet e pela ameaça de uma violência renovada por parte dos militares.

Só foi estabelecida após Pinochet deixar claro que ela não poderia identificar perpetradores de crimes contra os direitos humanos. Mas o relatório extraordinário de dois volumes da Comissão se tornou base para uma discussão nova no Chile, sobre a busca pela verdade. E no fim, como todos sabem, o próprio Pinochet foi indiciado por crimes contra os direitos humanos.

Levou anos, foi preciso muita paciência, mas como uma sociedade civilizada, o Chile caminhou da verdade para a Justiça. Os brasileiros também têm sido pacientes. O poder da informação que a Comissão brasileira gerar pode levar a um novo movimento por reconhecimento, prestação de contas e justiça.

BBC Brasil – Como o sr. acha que as informações contidas nos arquivos americanos podem ajudar nessa tarefa? Kornbluh –Um dos resultados mais claros do envolvimento americano em países latino-americanos na época é que os EUA tinham muitos conselheiros de contrainsurgência na região.

As autoridades americanas documentaram o papel do Brasil contra a esquerda – não apenas brasileira, mas argentina, uruguaia , chilena – e o papel do Brasil na Operação Condor, uma colaboração liderada pelo regime de Augusto Pinochet no Chile com todos os regimes do Cone Sul.

Entre os documentos de rotina do Departamento de Defesa, deve haver relatórios sobre a infraestrutura e as unidades das forças de segurança brasileira que podem ajudar a relacionar quem eram os responsáveis por determinadas regiões onde ocorreram abusos de direitos humanos.

Além disso, pode haver relatórios operacionais detalhados e específicos sobre operações de contrainsurgência, operações como a do Araguaia, que reportem a repressão que ocorreu.

BBC Brasil – Há disposição dos EUA para abrir esses arquivos? Kornbluh –Os documentos da natureza que estamos falando não são abertos rotineiramente. Os que são considerados altamente confidenciais – que são baseados em fontes dentro do regime militar brasileiro, ou os relatórios de inteligência preparados pela CIA – não são liberados rotineiramente e é preciso uma petição baseada na lei de acesso à informação.

Mas hoje, apesar de todo o apoio dos EUA aos regimes autoritários da América Latina na época, a política americana para a região é de fortalecimento de instituições de direitos humanos e da democracia. Os EUA já ajudaram outros países – Guatemala, Peru, Equador – que tiveram comissões da verdade, praticando aquilo que eu chamo de “diplomacia dos documentos”, revendo e liberando rapidamente os arquivos em seu poder para uso dessas comissões.

BBC Brasil – O sr. acredita que o mesmo ocorreria no caso brasileiro? Kornbluh –Nossa organização espera trabalhar com a Comissão da Verdade brasileira para formular requerimentos detalhados junto ao governo americano de documentos cruciais, da mesma forma que assistimos comissões no Peru, Equador, Guatemala, El Salvador, etc.

BBC Brasil – Esses processos de revisão do passado podem levar a alguma autocrítica dos EUA sobre o seu envolvimento nos regimes autoritários latinoamericanos? Kornbluh –Preciso lembrá-lo que o governo americano tem liberado documentos e evidências de seu envolvimento em políticas externas desabonadoras, reprováveis e imorais do passado.

Depois que o general Pinochet foi preso em Londres (em 1998), o governo Clinton, sob pressão de organizações como a nossa, e organizações de direitos humanos e de vítimas no Chile, concordou em liberar muitos documentos, incluindo centenas de registros operacionais da CIA para derrubar o governo de Salvador Allende e ajudar Pinochet a consolidar o seu regime.

Não é como se tivéssemos autoridades americanas tentando esconder o papel dos EUA no passado. Mas sejamos claros, não é esse o objetivo da Comissão (brasileira) nesse momento. Não é expor o papel dos EUA no golpe no Brasil em 1964: é reunir documentos que possam descrever a repressão durante o período militar.

BBC Brasil – Há algum episódio ao qual o sr. particularmente gostaria de ter acesso? Kornbluh –Eu pessoalmente gostaria de ver todas as comunicações telegráficas americanas no caso (da morte do jornalista) Vladimir Herzog e os relatórios do Departamento de Defesa sobre as operações de contrainsurgência e repressão contra os militantes da guerrilha do Araguaia.

Há também muito mistério sobre como o ex-presidente João Goulart morreu, na Argentina, em 1976. Mas o mais importante é que o Brasil está respondendo a um processo ante a Corte Interamericana de Direitos Humanos sobre o caso do Araguaia e, para cumprir as exigências da Corte como uma sociedade moderna, precisa não deixar pedra sobre pedra.

Uma destas pedras é a falta de cooperação das Forças Armadas brasileiras. Há no Brasil um setor militar resistente, que se recusa a abrir seus arquivos, dizendo repetidamente que destruiu toda a documentação que seria útil à Comissão da Verdade. Eu, pessoalmente, não acredito nisso. Na experiência de outros países, onde houve afirmações semelhantes, os documentos terminaram reaparecendo. E certamente se os documentos não reaparecerem, alguns documentos americanos devem prover informação valiosa.

Agora, em pleno regime democrático, existem pessoas que querem impedir que a verdade possa ser conhecida de forma integral.

De 1964 a 1985 apenas um lado da História foi contada em nossas escolas.

O outro lado, setores das Forças Armadas afirmam que foi perdido.

Uma afirmação bastante cômoda…

Permitir que a História seja violentada, é voltar aos tempos do terror.

Veja também:

ANTES NÃO TINHA, AGORA TEM: Empresário troca imóvel por alvará com diretor de Kassab

A IMPRENSA ACENDE A LUZ no Caso Carlinhos Cachoeira: Veja parte para o ataque! Será porque eles não tem defesa?

Imagem: osjovensnahistoria.blogspot.com

O policial, que já não tem remuneração digna, ainda é colocado em situação dramática.

Situação em que tem de contar com a boa vontade do criminoso, para não ser massacrado.

Veja abaixo, o que não aparece nas estatísticas…

Da Band:

SP: Quadrilha assalta bancos em Ilhabela

8 de maio de 2012

Cerca de 15 criminosos assaltaram caixas eletrônicos na Ilhabela, no litoral norte de São Paulo nesta madrugada.

Os bandidos usaram explisivos para arrombar quatro caixas eletrônicos de uma agência bancária, levando R$ 120 mil. Há poucos metros de distância, mais R$ 105 mil foram levados de mais dois caixas móveis de outro banco.

Os assaltantes chegaram ao litoral com um carro roubado e duas lanchas. Três policiais estavam de plantão em uma base em frente à agência bancária pouco antes de ela ser roubada. Entretanto, dois foram atender uma ocorrência em um bairro próximo e o outro foi rendido pelo bandido que estava no carro, abrindo caminho para os outros.

Os 15 assaltantes bloquearam a pista usando o carro roubado e atearam fogo para impedir o acesso da polícia. Depois, escaparam pelo mar usando as duas lanchas.

A ação durou cerca de 20 minutos e os assaltantes também levaram produtos de outra loja perto dos bancos. Na fuga, eles atiraram no motorista de um veículo, que teve ferimentos leves.

Este foi o quinto roubo praticado por quadrilhas que agem como piratas no litoral norte de São Paulo em menos de dois anos. Quatro deles em Ilhabela.

Já que o governador é dado a apresentar estatísticas da Segurança Pública, vamos à ela.

Haviam apenas três policiais de plantão em frente à agência bancária. Dos três, dois tiveram que sair para atender uma ocorrência, deixando o pobre infeliz à mercê de 15 bandidos.

Estatisticamente, qual era a chance do policial solitário?

1/15= 0,06666 ou 6,6%.

Que tal?

Veja também:

Com o mensalão pode, com o Cachoeira não!! Defesa do bicheiro vai tentar impedir que o STF envie inquérito para a CPI…

Soninha Francine, com dificuldades em compor um bloco em torno de seu nome, admite preferir estilo ditatorial de Serra

O presidente da FIA afirma não poder assegurar que os protestos não aconteceriam caso o GP não fosse realizado.

Porém, ao realizar a prova, o dirigente se torna responsável pelas vidas colocadas em risco.

Do Globo Esporte:

Presidente da FIA minimiza morte de manifestante em protesto no Bahrein

21/04/2012

A ilha do Oriente Médio teve mais uma madrugada intensa. Opositores do governo pleiteiam reformas democráticas e condenam a disputa da F-1 no país em um momento tão delicado. Manifestantes afirmam que o governo usa a corrida de forma política e prometeram “três dias de fúria” para este fim de semana, enquanto radicais defendem uma mobilização para um “Grande Prêmio de Sangue”.

– Nós sabemos que protestos podem ter resultado negativo. Nós somos uma organização de automobilismo. Você pode ter diversos protestos e pode haver consquências. E eu não posso assegurar que os protestos não aconteceriam caso o GP não fosse realizado – disse o presidente da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), Jean Todt à rede de TV inglesa “BBC”.

Esperamos que a teimosia do cartola não cause uma tragédia.

Do MSN:

Manifestante é morto pela polícia durante protesto no Bahrein

21/04/2012

As autoridades bareinitas garantiram a segurança do evento, embora vários membros da equipe Force India tenham deixado o país após terem sido cercados e quase atingidos por uma bomba de fabricação caseira durante um protesto.

Bernie Ecclestone, chefe da FOM (Formula One Management), seguindo Jean Todt, vem teimando que o país está em boas condições de sediar a elite do automobilismo na data prevista (clique aqui).

Segundo os dirigentes, no Bahrein está tudo tranquilo…

Já o chefe da McLaren, Martin Whitmarsh considera o Brasil mais perigoso que o Bahrein (clique aqui).

E não é o único com essa opinião.

O bicampeão Sebastian Vettel também comparou a situação do país árabe com a do Brasil (clique aqui).

Pois é, nessa bagunça, acabou sobrando até para o Brasil…

No caso, para São Paulo, que há muitos anos recebe a F1.

Parece que o pessoal da F1 não confia muito nos números da Segurança Pública, que Alckmin exibe com orgulho (clique aqui).

Para eles, é melhor encarar uma guerrilha, que nossas ruas.

Veja também:

Com medo, Force India abandona2º treino livre no Bahrein

Force India é boicotada de transmissão de TV no Bahrein

Imagem: f1team.com.br

O índio, na prática, tem direito a muito pouco.

Os verdadeiros donos do Brasil, hoje estão restritos a pequenos grupos.

E, não se sabe por quanto tempo resistirão…

Do Terra:

Funai alerta para risco de genocídio de índios isolados no Acre

19/04/2012

Os (índios) isolados estão vivendo o tempo das correrias de seus avós, que fugiam dos empresários da seringa, diz uma consultora da CPI-Acre, se .... Foto: Funai/Divulgação 
O avanço da exploração econômica na fronteira entre o Brasil e o Peru ameaça causar um genocídio entre índios que vivem isolados na região, segundo organizações indígenas e indigenistas ouvidas pela BBC Brasil. Estimados em algumas centenas pelo escritório da Fundação Nacional do Índio(Funai) em Rio Branco (AC), esses índios – em sua maioria falantes das línguas pano e aruak – vivem nas cabeceiras de rios na fronteira, atravessando-a livremente.

No entanto, segundo indigenistas, a exploração de madeira e o tráfico de drogas estão deslocando esses povos, que, em contato com outras populações (indígenas ou não), poderão ser dizimados por doenças ou confrontos armados. “Notamos que há mudanças nas rotas dos isolados, que têm avançado além dos espaços que costumavam frequentar, por conta da pressão que sofrem do lado peruano”, diz a coordenadora da Funai em Rio Branco, Maria Evanízia dos Santos. “Índios contatados estão preocupados, e muitas aldeias se mudaram por conta da proximidade, para evitar confrontos”.

O quadro, diz Santos, se agravará caso obras planejadas por governantes locais saiam do papel. Há planos de construir uma estrada entre as cidades peruanas de Puerto Esperanza e Iñapari, margeando a fronteira com o Brasil, e de fazer uma rodovia ou uma ferrovia entre Cruzeiro do Sul (AC) e Pucallpa, no Peru. Ambas as obras cruzariam territórios de índios isolados. “Se eles forem espremidos, vão para cima dos manchineri da TI (Terra Indígena) Mamoadate, que vão se defender. Como há histórico de conflitos, não é leviano falar em risco de genocídio”, diz o coordenador-substituto da Funai em Rio Branco, Juan Scalia. O termo também é citado por indígenas peruanos: “Se a estrada de Puerto Esperanza a Iñapari sair, haverá um genocídio”, afirma Jaime Corisepa, presidente da Federação Nativa do Rio Madre de Dios e Afluentes (Fenamad), principal movimento indígena do Departamento (Estado) de Madre de Dios.

Risco de conflitos
As pressões sofridas por índios isolados no território peruano e seus possíveis efeitos no Brasil já fizeram com que o presidente da Funai, Márcio Meira, procurasse a embaixada do Peru em busca de providências. Paralelamente, movimentos como a Comissão Pró-Índio do Acre (CPI-Acre) têm promovido encontros com índios brasileiros contatados para conscientizá-los sobre as ameaças sofridas pelos isolados e desencorajar conflitos.

“Eles percebem que os isolados estão vivendo o tempo das correrias de seus avós, que fugiam dos empresários da seringa”, diz Marcela Vecchione, consultora da CPI-Acre. Ela se refere à violência sofrida pelos índios da região durante o ciclo da borracha, entre o fim do século 19 e início do 20.

Acredita-se que os índios isolados sejam remanescentes de grupos massacrados e perseguidos durante aquele período. Com o declínio da extração de borracha, eles voltaram a seus territórios. “Sabemos que eles estão bem, têm comida suficiente e vivem em malocas bem cuidadas”, diz Santos, da Funai, citando informações colhidas em expedições do órgão. Numa delas, em março de 2010, um avião sobrevoou uma aldeia de índios isolados, que atiraram flechas contra a aeronave. As fotos estamparam jornais do mundo todo.

Vítimas do progresso, que é mostrado à eles por madeireiros ilegais e traficantes (clique aqui), as flechas mostram que esses homens vivem em outra época.

É o que restou para defender seu modo de vida.

Pintar o rosto das crianças nas escolas parece ser de pouca serventia.

Se não forem protegidos, num futuro próximo, nossos índios serão vistos apenas nos livros… 

Veja também:

Índios sobrevivem com dificuldades no ABCD

Em São Paulo, o governo vive uma fantasia... Nas ruas a história é outra.

Ao final de 2011, em termos de segurança, São Paulo não tem muito o que comemorar.

Por aqui, só criminoso comemora…

É claro que, subindo os números do crime, sobe também o valor do seguro.

E bem mais que a inflação…

Do Estadão:

Seguro para carro deve subir até 20% em SP

O preço das apólices de seguro para automóveis no Estado de São Paulo deve subir até 15%, em média em 2012 – índice que pode atingir 20%, dependendo do modelo e do perfil do segurado. A estimativa é das empresas do setor ouvidas pelo JT. O reajuste para motoristas paulistas está acima da média nacional, previsto para ficar em 10%. A previsão de reajuste dos seguros para carros é feita pelas empresas seguradoras com base nas estatísticas apresentadas quanto a roubos, furtos, preço de reparação e sinistros (acidentes).

A Porto Seguro estima que os preços devam subir 15% em média para os seus clientes em São Paulo. Segundo Luiz Pomarole, vice-presidente de produtos, houve aumento dos casos de roubo e furto de veículos em 2011 – 9% de aumento nos nove primeiros meses em comparação com o mesmo período do ano passado no Estado de São Paulo, segundo dados da Secretaria de Segurança Pública. “Os roubos sobem mais do que a frota. Além disso, a taxa de recuperação dos veículos após o roubo ou furto também diminuiu. Antes, o índice era de 45% e não chega mais a esse porcentual.”

Em relação aos latrocínios, roubos seguidos de morte, o aumento é de 15,58% (clique aqui).

E, apesar de tudo, o governo comemora a redução do número de homicídios em pouco mais de 3% (clique aqui).

Eles comemoram mas, será que esses números estão corretos?

Não vamos esquecer que, os números oficiais já foram desmentidos antes… (clique aqui).

Com mais de 31% do PIB do país (clique aqui), São Paulo deveria investir mais na segurança de seu cidadão.

Dinheiro não falta para investir.

Se não investem em segurança, estão gastando em quê?

Veja também:

Ao contrário de dado oficial, latrocínios cresceram em São Paulo

Os ”números oficiais” e a enganação em SP

Imagem: portaldoprofessor.mec.gov.br

Quem vê a intolerância nascer aqui no Brasil, não faz idéia de onde ela pode nos levar.

Não importa se religiosa, étnica, sexual…

Não importa o motivo, para quem decidiu deixar de ser humano.

Do Terra:

Onda de atentados contra cristãos na Nigéria mata ao menos 29

 25/12/2011

Ao menos 29 pessoas morreram neste domingo em cinco atentados perpetrados contra igrejas católicas pela seita islâmica Boko Haram, coincidindo com a celebração do Natal, informou a Agência de Notícias Nigeriana NAN.

O coordenador da Agência Nacional de Emergências da Nigéria (Nema), Slaku Luggard, informou à NAN que 25 corpos foram recuperados até o momento entre os destroços da explosão. Luggard afirmou que o número de vítimas pode aumentar à medida que os trabalhos de resgate se desenvolvam.

Segundo testemunhas citadas pela agência de notícias nigeriana, cerca de 200 participantes dos serviços religiosos da igreja de Santa Teresa permanecem desaparecidos. A polícia confirmou ainda a morte de um agente em uma segunda explosão na cidade de Jos (nordeste da Nigéria), que tinha como alvo outra igreja.

Do Terra:

Seita islamita reivindica atentado em igreja na Nigéria

25/12/2011
A seita islamita Boko Haram, da Nigéria, reivindicou neste domingo a autoria do atentado contra uma igreja de Madalla, perto da capital, Abuja, que matou 29 pessoas. “Somos responsáveis por todos os ataques dos últimos dias, inclusive a bomba na igreja de Madalla”, disse, em declarações por telefone, um porta-voz da Boko Haram, Abul Qaqa.

Segundo o porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi, o ataque foi fruto de um “ódio cego e absurdo”. “O atentado contra a igreja na Nigéria, precisamente no dia de Natal, manifesta infelizmente mais uma vez um ódio cego e absurdo que não tem nenhum respeito pela vida humana”, disse Lombardi, em declarações à imprensa, na Santa Sé.

Segundo Lombardi, o atentado “busca suscitar e alimentar ainda mais o ódio e a confusão”. O aumento das tensões interreligiosas na Nigéria, sexto país do mundo em número de cristãos, inquieta o Vaticano. Em novembro passado, durante sua visita a Benin, o papa Bento XVI insistiu na tradição tolerante do Islã na África e na coexistência pacífica entre muçulmanos e cristãos.

Quem quer impor idéias através de violência e morte, não resiste a um bom diálogo…

Veja também:

Tragédia anunciada: A inércia de Kassab e seus riquíssimos subprefeitos. Eles se lembram das áreas de risco em São Paulo?

Mais um Natal…

Matar de fome, também é matar.

E é uma das maneiras mais cruéis e repugnantes…

Na luta contra a fome, não há espaço para dignidade.

Seres humanos, antes da morte, são reduzidos à condição de lixo.

Da Revista Fórum:

População da Faixa de Gaza vive situação dramática

01.12.2011

Leia relato do deputado que fez parte da delegação de parlamentares europeus e sul-americanos que viajaram à Palestina

Por Chico Alencar

Participei, junto com a Deputada Marina Sant´Anna (PT/GO), de 20 a 25 de novembro agora, de uma grande delegação de parlamentares de várias partes do mundo para testemunhar o sofrimento contínuo da população de Gaza, a convite do Council for European Palestinian Relations. E a partir dessa visita, pressionar as autoridades de Israel para acabar com o bloqueio ilegal da Faixa de Gaza e com as punições coletivas contra a população desse território. A situação do povo palestino é uma afronta à Humanidade e à paz mundial.
Mais de três anos e meio após o início do bloqueio à Gaza, e passados dois anos da operação “chumbo derretido”, do governo israelense, condenada internacionalmente, a situação humanitária e econômica de 1,5 milhão de habitantes de Gaza continua dramática, apesar da suposta “diminuição” do bloqueio. Oito em cada dez pessoas dependem da ajuda internacional e 39% estão desempregados! O Governo de Israel segue desafiando as leis internacionais e as resoluções da ONU.
A agência das Nações Unidas para Refugiados (UNRWA), que fornece educação básica, saúde e cobre as necessidades de habitação aos refugiados palestinos, tem apenas 7% dos seus projetos de construção aprovados por Israel. Desde a “diminuição” do bloqueio, apenas uma pequena fração dos materiais necessários para a realização destes 7% de obras aprovadas consegue realmente entrar no território. Grande parte dos projetos do UNRWA decorre da necessidade de reconstruir as infraestruturas básicas, que foram destruídas durante o ataque israelense contra a população de Gaza, em janeiro de 2009. Há hoje necessidade de muitas novas moradias em Gaza.
Além disso, embarga-se o aumento no fornecimento de combustível para o funcionamento da usina elétrica de Gaza. Isso resulta em severa escassez de eletricidade e cortes de energia elétrica, inclusive em hospitais. Muitas das passagens em Gaza continuam fechadas, apesar das promessas de Israel de reabri-las. Nenhum tipo de exportação é autorizada a deixar Gaza. Um terço das terras agrícolas e 85% de suas águas territoriais permanecem inacessíveis para os civis: são parte da “zona tampão” de Israel, mantida pela política de ‘atirar a olho nu’ por soldados israelenses.  22 membros do parlamento palestino estão detidos em prisões israelenses, e nos inserimos em campanha internacional pela sua imediata soltura.
Apesar disso tudo, o povo palestino resiste, pulsa, se recupera, afirma e reconstrói. Pudemos constatar o empenho de idosos, adultos, jovens e crianças, mulheres e homens, gente simples e autoridades, na construção de sua soberania, identidade e direito à pátria. A Palestina é uma terra histórica onde vivem, há séculos, mulçumanos, hebreus, cristãos e ateus. Não é justo que ali só exista um Estado, não laico, em detrimento dos árabes e da diversidade de costumes e crenças. O reconhecimento do Estado Palestino, cuja criação foi determinada pela ONU em 1947, é processo irreversível, apesar da reação dos governos dos EUA e Israel, cada vez mais isolados nesse intento antidemocrático.
Todas as correntes políticas palestinas, coincidindo com nossa visita, fizeram acordo para realizar eleições nacionais em maio do próximo ano. A luta avança, portanto. O(a)s 78 parlamentares europeus e sul-americanos lá presentes firmaram, em comovente ato público, a “Resolução de Gaza”, que reproduzo:
“O tempo dos discursos acabou. Governos e Organizações de Direitos Humanos de todo o mundo precisam empregar todos os poderes pacíficos à sua disposição para forçar um fim ao bloqueio. Essas ações devem incluir sanções econômicas, boicotes culturais e ações diplomáticas como a convocação dos embaixadores para retornarem aos seus países.
A Delegação Internacional convoca todos os governos e ONGs para usar esses meios e exigir:
– Fim às proibições de exportação;
– Fim a todas as proibições de importação e restrições relacionadas aos bens de consumo, saúde e indústria/negócios;
– Suspensão de todo controle sobre as águas territoriais de Gaza;
– Abertura da “Zona Tampão” ao longo da fronteira de Gaza com Israel;
– Trânsito livre de pessoas dentro e fora de Gaza, limitada apenas por verificações razoáveis de segurança e requerimentos de documentação;
– Aceitação internacional das escolhas democráticas do povo palestino nas próximas eleições, e um compromisso de se relacionar construtivamente com os representantes eleitos.
Os membros da Delegação irão trabalhar através de suas próprias redes para pressionar pela implementação desta Resolução”.

Chico Alencar é deputado federal pelo PSOL/RJ

Tudo o que ocorre em Gaza, ocorre diante do olhar inerte das Nações Unidas.

A ONU mostra, nessa questão, o quanto pode ser covarde.

Permitir que pessoas morram, é como ajudar a matar.

Quando veremos a paz?

Quando não restar mais vida??

Veja também:

Preconceito: Nós podemos vencer!!

ISRAEL IMPÕE FOME E TERROR EM GAZA

Imagem:boilerdo.blogspot.com

O que esperamos de toda essa bagunça, é a valorização do trabalho de quem preserva a vida.

A invasão, por parte dos bombeiros foi uma violência. Porém, o que dizer do salário pago a quem realiza tão importante trabalho?

Importante e valorizado pela grande maioria da sociedade.

Não é uma violência maior?

Fora a questão salarial, a resposta dada aos bombeiros foi bastante forte.

Mas, foi legítima?

Do UOL:

Prisão de bombeiros tornou-se irregular, diz OAB-RJ

06/06/2011

 A constatação é da presidente da Comissão de Direitos Humanos Ordem dos Advogados do Brasil do Rio (OAB-RJ), Margarida Pressburger.

Segundo ela, a comunicação à Justiça deveria ter ocorrido em, no máximo, 24 horas. O prazo é determinado pelo Código de Processo Penal Militar. De acordo com a assessoria de imprensa do TJ-RJ, a comunicação foi feita apenas às 19h de hoje, mais de 60 horas após as prisões. “Eles (Comando dos Bombeiros) teriam 24 horas para comunicar a prisão. Esse prazo já passou. Isso configura uma irregularidade jurídica. Na teoria, eles já deveriam ter sido soltos.

Da Folha:

Soltura revela que 5 bombeiros estavam detidos irregularmente

11/06/2011

A chegada dos alvarás de soltura dos mais de 400 bombeiros detidos no quartel de Charitas, em Niterói, revelou que cinco deles estavam presos irregularmente. Segundo os deputados estaduais Marcelo Freixo (PSOL) e Flávio Bolsonaro (PP), que acompanham o caso, os cinco foram mantidos no quartel sem que tivesse sido emitida nota de culpa –formalidade necessária para a prisão em flagrante.

O bombeiro Ronaldo Carlos Faria, do 3º Grupamento Marítimo de Copacabana, conta que ele e outros quatro colegas descobriram o erro quando o oficial de justiça chegou com os alvarás de soltura dos detidos, na manhã de ontem. “Fomos pegar os nossos, mas eles não estavam lá. Aí foram checar e viram que não tinha nem nota de culpa. Ficamos aí de graça”, reclamava ele, que foi liberado e estuda processar o Estado pelo erro.

A PM não quis se pronunciar, sugerindo apenas, por meio de seu relações públicas, que o alto número de presos pode ter dificultado esses procedimentos.

A imagem dos bombeiros não foi, em absoluto, afetada por este momento crítico.

Mas, e a imagem do governo?

O governo do Rio demora para apresentar soluções.

E pode pagar um alto preço por isso…

Veja também:

Prefeito de São Paulo chega ao Twitter: @JilbertoKassab_

São Paulo: Todo mundo em pânico!!

Quando quem deveria dar segurança ao povo, não consegue sequer apresentar números seguros… É porque estamos à beira do caos.

Veja a matéria do Grupo Folha:

Ao contrário de dado oficial, latrocínios cresceram em São Paulo

30/04/2011

Ao contrário do que anunciou o governo de São Paulo no dia 15 deste mês, os latrocínios (roubos seguidos de morte) na capital paulista subiram ao menos 16%. A gestão Geraldo Alckmin (PSDB) havia apontado queda de 12% desse tipo de crime.

O chefe da Polícia Civil, delegado Marcos Carneiro Lima, admitiu ontem existir uma falha a ser corrigida nos registros de boletins de ocorrência para evitar distorções.

Segundo a divulgação da Secretaria da Segurança Pública, a cidade de São Paulo teve 22 latrocínios no 1º trimestre deste ano contra 25 no 1º trimestre do ano passado.

Porém, ao menos sete latrocínios ocorridos neste ano ficaram de fora da contabilidade oficial. A maior parte foi registrada só como “roubo”.

Com a inclusão dos casos não computados, os latrocínios subiram de 22 para 29 (30 vítimas, pois um caso teve dois mortos) só na capital.

A inclusão dos casos muda também a estatística no Estado. Agora, registra um aumento de 12%, e não de 2,5%, como divulgado.

O latrocínio contra o pizzaiolo José Arteiro Morais, 43, na Vila Nova Cachoeirinha, zona norte, em 2 de março, é narrado com detalhes pelo delegado Thiago Reis no BO n.º 2.028/ 2011, do 72º DP.

“O autor do delito pediu dinheiro para a vítima e, após ela ter falado que não tinha, o autor ordenou que a vítima se ajoelhasse, momento este que desferiu-lhe um tiro no rosto, não levando nenhum pertence da vítima (sic)”. Esse caso constava como “roubo” na estatística.

Ao consultar as estatísticas sobre latrocínios na área do 72º DP, na página da Segurança Pública na internet, o número divulgado é zero.

O mesmo ocorreu no caso do estudante de publicidade Nicholas Marins Prado, 20, morto com um tiro na cabeça por um ladrão que roubou seu carro na Vila Mariana, em 4 de março. A estatística oficial da delegacia da área, o 36º DP, onde o crime segue sem solução, aponta só um latrocínio no 1º trimestre deste ano, o de um homem atacado ao sair de um banco.

O Grupo Folha não tem tradição de se opor ao governo paulista (muito ao contrário).

A falha nas estatísticas foi admitida pelo Delegado Geral, porém ele não trata de números.

Cada número desprezado pelos burocratas,corresponde a uma pessoa.

Enquanto o Governo do Estado de São Paulo comemorava (clique aqui,aqui,aqui e aqui),cidadãos eram mortos.

E agora?

O que vão inventar para comemorar?

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O futuro da Justiça Criminal está em jogo: Com a palavra nossos senadores…

Caos no Metrô: E a tragédia não tem data para acabar…

Nesta semana falamos sobre o maluco assassino de Realengo.

Porém não vemos algo seríssimo que cresce,a cada ano,bem à nossa frente.

Quem apóia manifestações de neonazistas e skinheads e,por outro lado,se diz “liberal” merece tratamento de escárnio?

Ou de polícia?

Temos “progressistas” na política apoiando práticas de tortura e assassinato (clique aqui e veja o parlamentar do PP que queria FUZILAR um presidente).

Do dicionário  Michaelis:

Progressista

 3 Diz-se de um partido político que afirma ser favorável ao progresso, às idéias novas, às reformas.

Liberal

1 Dadivoso, franco, generoso. 2 Amigo da liberdade política e civil. 3 Próprio de homem livre. 4 Que tem idéias avançadas sobre a vida social. 5 Que tolera e aceita opiniões diferentes das suas; tolerante, indulgente. 

Tolerantes,indulgentes,partidários de idéias novas…

Temos “liberais” na imprensa que defendem liberdades,porém apoiaram no passado um regime ditatorial. E ainda apoiam (basta ver o tratamento dado a seus próprios funcionários (clique aqui e aqui).

Temos “liberais” espancando e matando seres humanos (clique aqui,aqui e aqui).

É democrático o convívio PACÍFICO de raças,crenças e opções sexuais.

O convívio de pontos de vista.

Ser LIBERAL é isso!!

Veja também:

Tragédia em Realengo: Aconteceu o imponderável?

Briga? Tumulto? Guerra? Não… É o Metrô de SP.

Ou isso já era esperado?

O poder público mostra sua omissão diariamente.

Temos diariamente escolas invadidas pelo tráfico (clique aqui e aqui),temos professores ameaçados por alunos,temos alunos ameaçados por alunos…


Ameaçados e agredidos (clique aqui e aqui ).

Temos inúmeros casos de bullying nas escolas.

Atirador foi vítima de “bullying” na escola

Ex-colegas de Wellington Menezes de Oliveira revelaram que o autor do ataque à Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, foi vítima de bullying na altura em que ele era aluno do colégio. Nas aulas, Wellington sofria intimidações constantemente.

Irmão diz que atirador contou ter vontade de destruir avião

O irmão diz que Wellington era o caçula, e que foi adotado ainda bebê. Segundo ele, a mãe biológica do atirador tinha problemas mentais. “Ela tentou o suicídio, e mesmo depois que o Wellington nasceu, ela apresentou alguns problemas mentais”, afirmou. O irmão ainda diz que o matador realizava pesquisas sobre tiros e que chegou a afirmar que estava com vontade de destruir um avião, fazendo menção aos atentados terroristas de 11/09 nos Estados Unidos. Wellington chegou a frequentar algumas consultas psicológicas, mas abandonou o tratamento.

O homem matou no colégio. Poderia ter matado no ônibus,no trem…

Poderia ter matado na rua.

Ele estudou na escola.

Os educadores não viram que ele tinha problemas?

Não pesquisaram seu histórico familiar?

Não encaminharam para um tratamento sério?

Ele foi para a rua,e o Estado perdeu a chance de educá-lo.

E agora?

O que o Estado tem a dizer?

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