Archive for outubro, 2012


Enquanto mídia e oposição usaram o julgamento da AP 470, para tentar lucrar dividendos políticos, o eleitor permaneceu sendo lesado.

Como sempre…

Tem vereador que acaba de ser ser eleito em São Paulo e já tem seu nome envolvido em sujeira.

Da BAND:

Denúncia: gabinete tem assessor fantasma

30/10/2012

O programa Manhã Bandeirantes, apresentado por José Luiz Datena, na RB, denunciou a contratação de um funcionário fantasma na Câmara de Vereadores de São Paulo.

O suposto assessor parlamentar, identificado como João Carlos Felipe, também conhecido como Carlão, trabalharia no gabinete da vereadora Sandra Tadeu (DEM), reeleita nas eleições deste ano.

Entretanto, o assessor não trabalha no local, mas sim em uma padaria, como revela uma ligação telefônica feita pelo repórter Agostinho Teixeira para o gabinete.

Nela, um homem atende o telefone e confirma que é do gabinete da vereadora, mas quando questionado sobre Carlão, avisa: “está mais cuidando da padaria, fazendo serviço externo”.

A padaria fica na avenida Celso Garcia, zona leste de São Paulo. A equipe da RB entrou em contato com o suposto assessor, que confirmou que trabalha no gabinete, mas disse que está na padaria em qualquer horário do dia. Ao saber que quem falava era o repórter da Rede Bandeirantes, ele desligou o telefone.

O DEM, que em 2008, contava com sete parlamentares na Câmara Municipal agora ficou com apenas duas cadeiras (clique aqui).

E, dos dois representantes do DEM na cidade de São Paulo, o nome de um já surge envolvido na contratação de funcionário fantasma.

Uma média de assustar.

Das duas uma.

Ou a vereadora lesa os cofres públicos ou é incompetente a ponto de não ver seus auxiliares lesando.

Será que ela não notou que o assessor não vai trabalhar?

De qualquer modo, o resultado acaba sendo o mesmo.

Foi para isso que você deu o seu voto??

Veja também:

Os serristas e a análise fidagal do dia seguinte: O ódio como conselheiro…

Tucano indestrutível: Após ser arrebentado pelo ‘segundo poste’, Serra ainda diz que saiu revigorado…

Imagem: ocontornodasombra.blogspot.com

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Ser tucano é ser neoliberal, é ser contra a máquina estatal (clique aqui e aqui). É, segundo eles mesmos, ser contra o atraso.

Diferente de ser tucano, ser serrista é ser contrário ao avanço.

Não sei o que é pior, o avanço tucano, ou o serrismo (que é o atraso dentro do avanço).

Azevedo e Serra: A análise política serrista não é feita com o cérebro, mas com o fígado

Veja abaixo um ótimo exemplo prático do que é ser serrista.

Da Veja:

Fiquem tranquilos, petralhas! Não me furtarei a lhes dar motivos para babar!

29/10/2012

Ter Reinaldo Azevedo do outro lado é, sem dúvida, uma vantagem para os petistas.

A curiosa figura relaciona o resultado eleitoral com o julgamento da AP 470.

E aponta os mais de 30% de abstenção como eleitores que não votaram em Haddad.

É engraçado…

Eles tampouco votaram em Serra.

Já que os “petralhas” são “quadrilheiros” e “mensaleiros”, por que então o eleitor não aplicou em Haddad uma sonora derrota?

Não votando no “preparado” Serra, acabaram permitindo a eleição do candidato dos “mensaleiros”.

Ao que parece, tem gente cega pelo ódio…

A curiosa figura começou também a julgar os tucanos que, segundo ele “já começaram a falar bobagem sobre o passado e sobre o futuro”.

Ainda, segundo ele, “a conversa mole sobre a renovação”.

Ainda bem que o PT não dispõe de um conselheiro como Azevedo.

O PT usou a “conversa mole”, e renovou com Dilma em 2010.

Também usou a “conversa mole” em 2012.

E a “conversa mole” venceu.

Mais uma vez.

Será que os tucanos virão com a “conversa mole de renovação”?

Ou será que ouvirão Azevedo?

E, dessa forma, virão em 2014 com o velho Serra?

Veja também:

Tucano indestrutível: Após ser arrebentado pelo ‘segundo poste’, Serra ainda diz que saiu revigorado…

Aliado de Serra, Kassab avalia governo nefasto e decreta: “Sucessor não resolve problemas da cidade em 4 anos”

Imagem: saraiva13.blogspot.com

A falta de democracia dentro do PSDB possibilita candidatos eternos. Talvez tenhamos que ver o ‘revigorado’ Serra por mais um milênio…

Olhando as campanhas de Serra e Haddad, podemos ver diferenças dramáticas.

Primeiro o resultado.

Do UOL:

Serra tem a pior votação da história do PSDB na capital paulista em um segundo turno

28/10/2012

Alem de ter sido derrotado por Fernando Haddad (PT)na disputa pela prefeitura, José Serra (PSDB) teve a pior votação de seu partido no histórico de disputas de segundo turno na cidade de São Paulo desde 1994, incluindo eleições estaduais e nacionais.

Com 44,4% dos votos válidos, Serra teve o resultado menos expressivo do PSDB nas urnas dos últimos 18 anos. Antes do resultado deste domingo, só em 2002 a votação dos paulistanos no PSDB não havia superado 50%. Mesmo em eleições presidenciais nas quais o PT levou a melhor sobre os tucanos, São Paulo contrariou o resultado nacional. Tanto Alckmin, em 2006, e Serra, em 2010, venceram o pleito na cidade.

Até então, o pior desempenho dos tucanos havia ocorrido em 2002, quando o próprio José Serra obteve 48,9% dos votos dos eleitores da capital na disputa presidencial contra Luiz Inácio Lula da Silva. Em 2010, no pleito contra a presidente Dilma Rousseff, Serra conquistou 53,6% dos votos na cidade de São Paulo.

Agora o início.

Do ÚLTIMO SEGUNDO:

Com 31%, Serra lidera disputa em São Paulo; Haddad tem 3%

09/05/2012

Assim como Dilma Roussef, que no início das eleições presidenciais de 2010 foi tratada como um ‘poste’ (clique aqui), para depois acabar eleita. Haddad também teve sua capacidade questionada e sua candidatura tratada como um erro (clique aqui).

Na prática o que se viu, tanto em 2010 quanto agora, foi o conhecido e experimentado Serra ficando para trás.

Porém o tucano se diz ‘revigorado’.

Do G1:

Serra diz que termina campanha ‘revigorado’ e com mais ‘energia’

28/10/2012

Serra (que foi candidato em 1996, em 2002, em 2004, em 2006, em 2010 e agora em 2012) surge como exemplo prático da falta de quadros para um partido importante como o PSDB.

Tal realidade pode ser um sinal ruim para o partido. Pode também não ser bom para o processo democrático.

Veja também:

Aliado de Serra, Kassab avalia governo nefasto e decreta: “Sucessor não resolve problemas da cidade em 4 anos”

Bilhete Único de 6 horas: Serra vai plagiar idéia de Levy Fidelix para tentar ganhar eleição

Imagem: netizando.wordpress.com

Kassab agora afirma que o próximo prefeito não conseguirá resolver os problemas da cidade de São Paulo em quatro anos.

Do descontrole às irregularidades: Kassab chamou cidadão de ‘vagabundo’, porém empregou o homem que, em sete anos conseguiu mais de cem imóveis…

Do Terra:

“Sucessor não resolve problemas da cidade em 4 anos”, diz Kassab

28/10/2012

Ao que parece, Kassab se esqueceu que, nos últimos oito anos, ele e Jose Serra (atual candidato tucano), estiveram à frente do município de SP.

E, neste período, a cidade não foi marcada pela competência.

Muito pelo contrário…

Nas mãos de Kassab, São Paulo chegou até a ser motivo de piada (clique aqui).

Os casos de irregularidades na Controlar (clique aqui), quase custaram o cargo de Kassab.

No Aprov, teve funcionário com enriquecimento monstruoso. A ponto de seu salário oficial não dar, sequer, para pagar os impostos dos inúmeros imóveis adquiridos (clique aqui).

Nem mesmo quem morreu teve paz em São Paulo, já que tivemos com Kassab uma verdadeira máfia no serviço funerário (clique aqui).

Nem mesmo os inúmeros incêndios que atingiram favelas, foram apurados por Kassab e seus vereadores, maioria na Câmara Municipal (clique aqui e aqui).

Agora Kassab afirma que quatro anos é pouco para resolver os problemas.

E, eles ainda se candidataram para tentar resolver…

Veja também:

Terra de ninguém: Em SP médicos fogem dos hospitais públicos

Inadmissível: Kassab condena greve e aumenta seu próprio salário

Não é brincadeira!! Kassab defende que paulistano se mude!!

Palhaçada!! Médica processada por fraudar plantões é contratada pela prefeitura de São Paulo

Imagem: luiscarlosgusmao.wordpress.com

As promessas e os beijos: Antes um candidato sério, agora uma figura pitoresca

Não importa se a idéia é boa, ou não passa de uma ilusão populista.

O importante para Serra é ser eleito.

Levy Fidelix propôs, desde o início da corrida eleitoral, nova duração do Bilhete Único de 3 horas para 6 horas.

Além da redução da passagem de ônibus de R$3,oo para R$2,00.

Porém o candidato não foi levado à sério, recebendo apenas 19.800 votos no primeiro turno (clique aqui).

Na prática, Levy Fidelix mostrou que tem propostas mais bem estruturadas que Serra (que só adotou a idéia do nanico, ao ver a possibilidade iminente de derrota).

Bem diferente do petista Haddad que, desde o início da corrida trouxe um plano de governo bastante robusto (clique aqui).

Do Terra:

SP: Serra diz que extensão do bilhete único custará R$ 500 mi

25/10/2012

O candidato José Serra (PSDB) explicou nesta quinta-feira sua proposta de ampliar o bilhete único para seis horas e estender o bilhete amigão (quer permite o usuário usar o cartão, ao preço de uma tarifa, por oito horas) para o sábado.

Ainda reforçando sua tradição em não responder perguntas difíceis, Serra agiu de maneira covarde.

Mais uma vez.

Questionado sobre o motivo para ter apresentado a proposta apenas agora, o tucano respondeu: “Esta é a pergunta que Haddad faria, pergunta para ele”.

O homem que, há tempos, gosta de ser colocado como “o mais preparado” (clique aqui, aqui, aqui e aqui), não se mostra sequer preparado para responder uma simples pergunta.

Pelo visto, em um regime democrático, onde políticos precisam responder perguntas e dar esclarecimentos à jornalistas e ao povo (principalmente ao povo), Serra não se mostra tão preparado…

Veja também:

De Reinaldo Azevedo a Silas Malafaia… Serra deixa as propostas de lado e coloca o ódio na campanha

O crime ficando tucano: Discurso de Alckmin é adotado por criminosos em São Paulo

Imagem: noticias.terra.com.br

Com o objetivo de vencer, os candidatos costumam dar tudo de si.

Porém, quando se trata de José Serra, dar tudo de si não quer dizer DAR ALGO DE BOM.

Muito pelo contrário.

A covardia de levar a política para dentro de templos religiosos já havia sido utilizada em 2010 contra Dilma Rousseff.

Todos sabem qual foi o resultado…

A análise de Davis Sena Filho do Blog Palavra Livre, foi tão precisa, que também foi publicada pelo Brasil 247 (clique aqui).

Confira:

Reinaldo Azevedo é a corda da forca de José Serra e Silas Malafaia seu cadafalso

16/10/2012

“José Serra e Reinaldo Azevedo: Juntaram-se a fome com a vontade de comer; o ódio com o desprezo; a falta de respeito com a violência; a desfaçatez com a estupidez; e o egoísmo com a iniquidade”.

Nunca escrevi sobre o direitista Reinaldo Azevedo. Sempre o considerei, antes de tudo, um pulha, nada mais do que isto. Também nunca o levei a sério, apesar de considerá-lo perigoso se o Brasil estivesse, por exemplo, a reprisar a crise institucional e política nos anos pré 1964, que fomentou as ações golpistas para que os militares e também os empresários conquistassem o poder sem passarem, todavia, pelo crivo de uma eleição direta garantida pelas leis constitucionais de um estado democrático de direito.

Reinaldo Azevedo sabe disso e mesmo assim finge não saber, tergiversa, porque para tal jornalista o que vale são os fins e não os meios praticados por quem ele apoia para chegar ao poder, de forma que sua volúpia ou ferocidade verbal se confunde com seu próprio pensamento político e sociológico, pois que, na prática, defende um estado patrimonialista, que atenda os interesses das classes dominantes, porém, pequeno, enxuto, o que propicia a submissão do estado aos ditames da iniciativa privada, que necessita dos impostos pagos pelo contribuinte brasileiro como os seres vivos precisam de oxigênio em forma de empréstimos e financiamentos, que garantem ao empresariado ter recursos para efetivar seus empreendimentos e, consequentemente, concretizar seus negócios.

Eu sou a favor dos empreendedores, pois eles criam empregos e desenvolvem o País. Entretanto, a economia não pode e não deve se ater apenas a números e índices, porque tem de, antes de tudo, servir ao ser humano como fonte de seu desenvolvimento social em uma existência de bem-estar, pois que os entes vivos morrem e por isso devem receber do estado as condições para que viva uma vida plena e, por conseguinte, ter a consciência de que as gerações futuras, os seus descentes também precisam viver em um País para todos e não apenas para alguns privilegiados, como quer o jornalista da Veja — a revista porcaria associada a bicheiro preso — Reinaldo Azevedo.

Um dos pitbulls da Veja, semanário também conhecido como a última flor do fáscio, transformou-se em principal conselheiro do candidato do PSDB à prefeitura de São Paulo, o tucano José Serra, o “pai” da baixaria política, o protagonista da campanha presidencial de 2010, a mais infamante que eu tive a infelicidade e o desprazer de testemunhar em toda a minha vida. Juntaram-se a fome com a vontade de comer; o ódio com o desprezo; a falta de respeito com a violência; a desfaçatez com a estupidez; e o egoísmo com a iniquidade.

Serra há muito tempo age como um reacionário de origem e desprestigiou o publicitário Luiz Gonzalez, responsável pelo comando das ações de marketing político, bem como enfraqueceu o Edson Aparecido (PSDB/SP), coordenador de sua campanha. Os dois contestaram a opção do candidato tucano em dar ênfase a questões sexuais de conotações homofóbicas, além de incluir temas religiosos, em um procedimento que repete o que ele fez nas eleições para presidente em 2010. Serra não tem jeito, porque político sem proposta, programa de governo e que há muito tempo chutou para escanteio a ética e o respeito à diversidade humana, cultural, racial e social. É nisto que o PSDB se transformou, principalmente o paulista, com alguns nichos reacionários no Paraná do senador papagaio da imprensa golpista no Congresso, o tucano Álvaro Dias.

Reinaldo Azevedo tomou a vez e a hora e repercute sem noção de dolo ou ofensa as ferinas palavras do religioso evangélico ultraconservador, Silas Malafaia, que, ardorosamente, ataca os homossexuais, o candidato do PT à prefeitura paulistana, Fernando Haddad, a ter como arma o “kit gay”, material educacional formulado no Ministério da Educação (MEC) quando Haddad era ministro. O kit tinha o propósito de combater a homofobia (preconceito e violência) nas escolas públicas e era o resultado de um convênio entre o MEC, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e a ONG Comunicação em Sexualidade (Ecos).

Ao saber do material do MEC sobre o assunto, a direita brasileira, à frente o candidato José Serra e religiosos do conservadorismo de Silas Malafaia, apelidou o material de kit gay e começou a fazer campanha digna dos fascistas dos tempos de Benito Mussolini, Francisco Franco e Antônio Salazar. O Governo Lula,  em geral, e a candidata Dilma Rousseff e o ministro Fernando Haddad, em particular, tiveram que “comer um dobrado”, porque a campanha serrista não propunha soluções e melhorias para o Brasil, pois se dedicava, exclusivamente, a atacar da maneira mais ignominiosa, difamatória e injuriosa possível a candidata trabalhista do campo da esquerda.

Só que tem uma coisa: Serra assumiu nesta semana que também lançou um kit gay quando governou São Paulo. E, como é de seu caráter e de sua índole, tergiversou, dissimulou, irritou-se e somente assumiu tal fato porque essa realidade foi divulgada na imprensa e nas redes sociais. O guarda-chuva do tucano neoliberal que vendeu o patrimônio do Brasil juntamente com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso — o Neoliberal — é furado, e em todos os sentidos. Serra não tem jeito e ao verificar que as pesquisas dão 11 pontos percentuais a mais para o petista Fernando Haddad, decidiu mais uma vez apelar para a baixaria e novamente se juntar à extrema direita, a ter como bate-paus os senhores Reinaldo Azevedo, a cara da mídia conservadora; e Silas Malafaia, a cara das igrejas radicais, que fazem da intolerância e do medo uma fórmula para conquistar e se manter no poder terreno, porque o poder de Deus, de acordo com a Bíblia, é outra coisa, que talvez um dia o Malafaia, o Azevedo e o Serra possam compreender e explicar… Seus atos.

Ora, o tempo passa, e José Serra, o “pai” da baixaria política, o “engenheiro” de campanhas negativas, ouve Malafaia e o mezzo facista da Veja — a revista porcaria —, Reinaldo Azevedo. O escriba defensor das minorias ricas e brancas, obrigadas a viver em um País dominado por petistas que resolveram distribuir renda e riqueza, sem, no entanto, impedir que os ricos continuassem ricos e que os barões da imprensa golpista de negócios privados achincalhassem e até mesmo linchassem autoridades políticas e funcionários públicos sem reprimi-los e censurá-los.

É dessa forma que a banda toca por esses pagos. Os ricos, os milionários e os seus empregados de luxo, como tal o é e se orgulha de sê-lo o Reinaldo Azevedo, choram de barriga cheia e reclamam não do lucro, do dinheiro que recebem por intermédio do crescimento econômico e financeiro do povo brasileiro, como aconteceu e acontece nas eras Lula e Dilma. Essa direita cruel, racista, colonizada, com imenso complexo de vira-lata chora lágrimas de crocodilo e por apenas três motivos: ela quer novamente o País somente para sua casta, o estado a seu serviço e dispor, e os privilégios conquistados por meio de sua riqueza e da exploração de seus empregados intactos, inclusive com direito a sonegar impostos, remeter lucros ilegais para o exterior, além de, se possível, voltar a lucrar com os impostos mais cruéis cobrados durante décadas do povo brasileiro: a inflação e os juros altos.

Reinaldo Azevedo se traduziu na cara da direita. Ele, diariamente, mostra seus dentes de tubarão, mas é peixe pequeno. Peixe de luxo, mas de ideias curtas, diminutas como as de seu chefe, o ítalo-americano Roberto Civita, o dono da revista porcaria. Serra o ouve… E vai dar com os burros na água. Quem ouve Reinaldo Azevedo e seu aliado de campanha tucana, Silas Malafaia, é porque não tem propostas. Mais do que isto: não tem e não quer ter propostas para o povo paulistano, bem como para o brasileiro, afinal o Serra foi candidato a presidente duas vezes. Reinaldo Azevedo sabe do seu papel na imprensa. O problema é que tem muita gente da imprensa, inclusive a de esquerda, que dá muita importância a tal jornalista. Importância que ele não tem.

Para se enforcar alguém, precisa-se de corda. Reinaldo Azevedo é a corda do José Serra; e o Silas Malafaia seu cadafalso. É isso aí.

Serra poderia contentar-se de ser apenas um político ruim.

Mas não. Ele quer ser mais.

Serra quer ser um político nefasto.

Veja também:

Questionado sobre Silas Malafaia, Serra se irrita em entrevista

O crime ficando tucano: Discurso de Alckmin é adotado por criminosos em São Paulo

Deputado assume ‘culpa’ por renúncia de Serra. Se a culpa não foi de Serra, então ele é o quê? Um ‘boneco’??

Imagem: brasil247.com

Alckmin já havia causado polêmica, ao aparecer junto com Ney Santos, ex-presidiário e ligado a organização criminosa PCC.

Ao que parece, eles combinaram o discurso.

Primeiro o governador.

Da Folha:

‘Quem não reagiu está vivo’, disse Alckmin sobre confronto da Rota

12/09/2012

Agora o bandido.

Do Terra:

‘Tá vendo o que dá reagir’, diz suspeito de matar garota em SP

22/10/2012

As frases parecem até que foram ditas pela mesma pessoa.

Parecem, mas não foram.

Não foram ditas pela mesma pessoa, mas se pode perceber a perfeita sintonia entre eles.

Sintonia que falta entre governo e polícia.

A falta de investimento em inteligência policial, a falta de um plano de valorização profissional para homens que arriscam suas vidas, buscando oferecer um pouco mais de segurança para a sociedade.

Diante da inércia do governo, podemos ver em São Paulo, policiais sendo literalmente caçados por criminosos.

Neste ano, já temos um aumento de mais de 40% de policiais assassinados (clique aqui).

E o número de baixas só faz aumentar.

No mês passado.

Mais de 70 policiais foram mortos em SP em 2012

Nesse mês.
Sobe para 81 o número de policiais mortos em São Paulo

Se nem sequer os policiais conseguem ter segurança, o que dizer do cidadão comum?

Cidadão que paga um preço altíssimo e não recebe retorno dos impostos pagos.

Até quando veremos o crescimento do crime e da sensação de insegurança em São Paulo?

Veja também:

Ladrões matam garota de 15 anos e debocham

Candidato da coligação demotucana é acusado de envolvimento com o PCC

Suspeito de elo com PCC movimenta R$ 6 mi por mês

Imagem: osamigosdopresidentelula.blogspot.com

E o eleitor? O que prefere?

Ser governado por um mentiroso, que promete e não cumpre o prometido, ou por um político que costuma ceder quando pressionado?

Um banana…

José Serra havia falado em alto e bom som: “O problema é que Fernando Haddad é fraco como administrador” (clique aqui).

Serra falou porém, na prática, se mostrou pior que um administrador fraco. Se mostrou ‘um homem fraco’, diante do povo.

Afinal, a força do homem reside na sua capacidade em cumprir compromissos assumidos.

E Serra assumiu um sério compromisso com o povo da cidade de São Paulo. Porém se dobrou diante de colegas de partido e acabou por trair a palavra dada diante do cidadão.

Do Terra:

Deputado tucano assume ‘culpa’ por renúncia de Serra em 2006

21/10/2012

Marcos Zerbini (PSDB-SP) afirmou que ele e outros deputados pressionaram Serra na época para que o tucano deixasse a prefeitura e disputasse o governo .... Foto: Roberto Oya/Futura Press

O deputado estadual Marcos Zerbini (PSDB-SP) assumiu neste domingo a “culpa” pelo fato de o candidato do PSDB à prefeitura de São Paulo, José Serra, ter deixado o cargo em 2006 quando disputou o governo do Estado. A renúncia é constantemente usada pela campanha do adversário Fernando Haddad (PT-SP) na propaganda eleitoral de rádio e TV. Em resposta, a campanha do PSDB diz que o ex-prefeito teve que deixar o cargo com Gilberto Kassab (PSD-SP) para que nenhum petista assumisse como governador.

Ah bom…

Se ele foi pressionado, então devemos acreditar em quê? Que a culpa não foi dele?

Seria melhor que o deputado tucano tivesse ficado calado, assim como teria sido melhor que Serra tivesse se calado antes.

A fragilidade moral é a marca do homem que, em 2006 afirmou que não deixaria o cargo, para deixá-lo pouco mais de um ano depois.

Ou então do homem, que em 2011, afirmou que não seria candidato ao cargo que hoje disputa (clique aqui).

Se hoje Serra fizer uma promessa de campanha, seja franco, você acreditaria?

Veja também:

Filho da p@#%: Soninha solta o verbo e dá uma pequena idéia ao eleitor sobre o nível de campanha de Serra e aliados

Ibope: Haddad 49%, Serra 33%. Pelo jeito, veremos Jose Serra ainda mais nervoso…

Soninha Francine, que na teoria, aparecia na propaganda da TV e da internet dizendo:

“Quem disse que político é tudo igual?” (clique aqui).

Na prática, Soninha, que já foi coordenadora de campanha de José Serra (clique aqui), dá uma idéia do quanto ela pode ser pior.

Dá uma idéia do nível da campanha apresentado aos eleitores.

Do Terra:

Aliada de Serra, Soninha xinga Haddad em blog e se arrepende

19/10/2012

Após a repercussão do xingamento na internet, Soninha retirou o palavrão do blog e se retratou: “Pra quem veio aqui (ao blog) procurando um palavrão xingando o Haddad: apaguei. Estava com muita raiva e escrevi como falo (falo muito palavrão). Podia ter dito simplesmente ‘sujo’. No fim, substituí por ‘muito cinismo’. Era lá que estava o ‘filha da p…'”

A discussão saudável é feita no campo das idéias e, dessa maneira, se conquista o eleitor.

Em uma democracia, não se vence no grito.

Não se vence na marra.

Quem procede dessa maneira, antes de vencer, precisa aprender a perder.

Tem gente, aliás, que talvez tenha que perder diversas vezes…

E não perder para Lula, para Dilma ou para Haddad.

Perde para a vontade do povo.

Perde para a democracia.

Veja também:

Ibope: Haddad 49%, Serra 33%. Pelo jeito, veremos Jose Serra ainda mais nervoso…

Paulinho da Força: Força? Mas, CADÊ A FORÇA?? PDT abandona Paulinho com Serra e entra na campanha de Haddad

Serra,  já andava estressado, atacando jornalistas (clique aqui e aqui).

Serra, que recebeu apoio de candidato tão nanico, tão sem expressão, que não foi capaz de trazer consigo seu partido (clique aqui).

Como o discurso do ‘mais preparado’ não fazia mais efeito, mais uma vez, o tucano se viu obrigado a lançar mão da intolerância religiosa para vencer (clique aqui).

Assim como fez, sem sucesso, em 2010 (clique aqui).

Teve até líder religioso que chegou a chamar o adversário de Serra de “filho do diabo.” (clique aqui).

Com a divulgação da segunda pesquisa Ibope do segundo turno, podemos ver que a estratégia de Serra não está dando resultado.

Mais uma vez.

Da EXAME:

Ibope: Haddad lidera com 49% contra 33% de Serra

Em votos válidos – excluídos os entrevistados que dizem pretender votar nulo ou branco – o placar a favor do petista seria de 60% a 40% do tucano

17/10/2012

Pesquisa Ibope divulgada nesta quarta-feira indica que se as eleições deste segundo turno em São Paulo fossem realizadas hoje o candidato do PT, Fernando Haddad venceria o pleito com 49% das intenções de voto, contra 33% do tucano José Serra.

Em votos válidos – excluídos os entrevistados que dizem pretender votar nulo ou branco – o placar a favor do petista seria de 60% a 40% do tucano. Foram ouvidos 1.204 eleitores entre os dias 12 e 17. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o protocolo SP-01864/2012.

A conversa do kit gay não pegou, porém esqueceram de avisar o candidato tucano.

Do Estadão:

Serra volta a criticar ‘kit gay’ federal; PSDB já vê prejuízo

17/10/2012

Só agora o PSDB viu o prejuízo?

Olhando as pesquisas eleitorais, podemos ver que o prejuízo do tucano se arrasta por meses.

Em maio, foi divulgada pesquisa feita pelo Ibope, encomendada pela Rede Globo, onde Serra tinha 31%.

A mesma pesquisa apontava Haddad, com apenas 3%. Além de perder para Serra, o petista estava também atrás de nomes como Russomano, Netinho de Paula, Soninha Francine, Gabriel Chalita e Paulo Pereira da Silva (clique aqui).

De maio até aqui, Serra foi de 31 para 33%, enquanto Fernando Haddad passou de 3 para 49%.

Enquanto Haddad só colheu lucros, o PSDB viu o prejuízo somente agora.

São eles que querem administrar São Paulo??

Veja também:

Paulinho da Força: Força? Mas, CADÊ A FORÇA?? PDT abandona Paulinho com Serra e entra na campanha de Haddad

A democracia de Serra: Candidato discute com Kennedy Alencar… Será que veremos mais um jornalista demitido?

Serra em campanha: Confrontos com cinco jornalistas em apenas 19 dias

Imagem: tvuol.uol.com.br

O partido fundado pelo grande Leonel Brizola teve em São Paulo desempenho ridículo.

Para ter menos de 1% dos votos, seria melhor nem ter concorrido.

Seu candidato, um líder sindical, mostrou que nas urnas não é líder.

Na verdade, ficou bem longe disso…

São Paulo tem muitos trabalhadores, porém eles não escolheram Paulinho para representá-los.

Agora, no segundo turno, restaram duas opções.

Uma trabalhista e uma neoliberal.

Paulinho fez a sua escolha. E escolheu o neoliberal Serra (clique aqui).

E pensar que, outro dia, o sindicalista chamou Serra de “inimigo do trabalhador”.

Enquanto isso, o PDT tratou de pular fora dessa canoa furada.

Onde, é bom repetir, nem deveria ter entrado…

Do Terra:

PDT nacional desautoriza Paulinho e declara apoio a Haddad em SP

16/10/2012

A direção nacional do PDT reverteu nesta terça-feira a decisão do diretório estadual da legenda em São Paulo e anunciou apoio do partido à candidatura do petista Fernando Haddad no segundo turno da eleição para prefeito da capital paulista, cinco dias depois do anúncio do PDT local de apoiar o tucano José Serra.

“A direção nacional do Partido Democrático Trabalhista decidiu apoiar a candidatura do professor Fernando Haddad, por ele representar na cidade de São Paulo, os compromissos com as conquistas sociais e com a escola de horário integral, que são as principais bandeiras do trabalhismo”, afirmou a direção do partido em breve nota divulgada a jornalistas em Brasília.

O PDT lançou candidato no primeiro turno da eleição de São Paulo, o deputado federal Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força, que teve somente 0,63 por cento dos votos válidos na eleição do dia 7 de outubro.

O partido optou por não trair sua história de lutas e conquistas trabalhistas.

E deixou Paulinho sozinho no palanque de Serra.

Será que, ao menos, Paulinho conseguirá trazer para Serra os 0,63 por cento dos votos válidos que conseguiu?

Veja também:

A democracia de Serra: Candidato discute com Kennedy Alencar… Será que veremos mais um jornalista demitido?

Gráfica da Folha de São Paulo que vazou ENEM é condenada pela Justiça: E aí? Serra vai colocar no horário eleitoral?

Candidato que se diz “democrata”, precisa aprender a conviver com pergunta difícil.

Em 2010 os questionamentos sobre os caríssimos pedágios cobrados pelo governador que acabava de deixar o cargo para disputar as eleições presidenciais, acabaram custando a cabeça de dois consagrados jornalistas da TV Cultura.

Heródoto Barbeiro e Gabriel Priolli.

Ex-diretor de jornalismo da TV Cultura, o jornalista Gabriel Priolli foi demitido, Priolli havia preparado uma reportagem sobre os pedágios nas rodovias paulistas – tema que incomoda o ex-governador José Serra (clique aqui).
Sobre as razões da demissão de Heródoto, veja o video onde o jornalista entrevista Jose Serra, pouco antes de sua demissão.

Agora, ao que parece, mais uma cabeça de jornalista pode estar indo para a ‘guilhotina’.

Do Terra:

Serra discute com jornalista sobre kit anti-homofobia

16/10/2012

Em entrevista à rádio CBN na manhã desta terça-feira, o candidato do PSDB à prefeitura de São Paulo no 2º turno, José Serra entrou em conflito com jornalista Kennedy Alencar que o questionou sobre o kit anti-homofobia do Estado de São Paulo.

Serra foi questionado pelo jornalista Kennedy Alencar sobre o kit anti-homofobia do Estado de São Paulo e o apoio de lideres conservadores como o Pastor Silas Malafaia. Em contrapartida, o tucano perguntou a Kennedy se ele havia lido o material. Enquanto o jornalista respondia que leu a cartilha e que viu semelhanças entre o material do governo federal, chamado pejorativamente de ‘kit gay’, e do governo estadual. Serra ainda continuou questionando. “Kennedy, fala a verdade. Você leu a cartilha inteira? Não leu, Kennedy”, afirmou o candidato.

Em resposta, o jornalista afirmou que fez uma pergunta objetiva ao tucano. Cortando sequencialmente o jornalista, Serra ainda afirmou: “faz favor, seja educado e ouça o que eu estou falando”. “Você está falando de uma cartilha que você não leu. Leia e você vai ver que são coisas muito diferentes”, completou. O candidato do PSDB ainda afirmou que a pergunta do jornalista “envolve uma mentira”, por considerar que as cartilhas “são completamente diferentes”. Por fim ele afirmou que o jornalista teria outra preferência política. “Eu sei que você tem suas preferências políticas, modere-se Kennedy, você está na CBN. Não pode fazer campanha eleitoral aqui na CBN.

Segundo o candidato tucano, a cartilha do MEC incentiva o bissexualismo.

Apesar de discordar radicalmente da opinião de Serra, apesar do espanto de ver argumentação tão estúpida…

Sua opinião deve ser respeitada.

É dessa maneira que se faz DEMOCRACIA.

E José Serra fez exatamente o oposto disto.

O candidato cortou o jornalista e o chamou de mentiroso (pois afirmou que ele não leu a cartilha, mesmo após ter ouvido do jornalista que ele havia lido).

A falta de respeito e de educação é característica de quem não tem o que dizer.

É coisa de ditador!

Para fazer tão grotesco papel, seria melhor que Serra tivesse ficado calado.

Seria melhor que tivesse ficado em casa.

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