“Apelação”. Realmente, falar em José Serra no horário eleitoral, é baixar o nível.

Além de ser dispensável.

Os quase 40% de rejeição ao nome do candidato (clique aqui), já mostram que é dispensável falar nele.

Todos já conhecer Serra.

E todos já sabem o quanto ele é “sério”…

Do Terra:

SP: lembrar que deixei o cargo é ‘apelação’, diz Serra

22/08/2012

O candidato do PSDB à prefeitura de São Paulo, José Serra, criticou nesta quarta-feira seus adversários nas eleições municipais por conta do programa eleitoral gratuito, que começou a ser veiculado em rádio e televisão na terça-feira. O tucano confessou que ainda não assistiu à propaganda política, mas reagiu quando foi informado que boa parte dos concorrentes lembrou que ele deixou o cargo de prefeito em 2006, para disputar o governo de São Paulo, cerca de dois anos depois de assumir a prefeitura da cidade .

“Isso mostra outra coisa, que eles não têm o que falar mal a meu respeito. Não tem o que falar e vão procurar algum pontinho (na minha carreira política). É apelação, mas isso já vem há muito tempo”, justificou o candidato em visita ao telecentro Nathália Pedroso Rosemberg, no bairro do Campo Limpo.

O “pontinho”, como o candidato se referiu ao episódio, parece estar também na memória de alguns eleitores. Durante a visita ao telecentro, um morador do bairro aproveitou para criticar o tucano justamente por ter renunciado ao posto que disputa agora. “Eu disse para ele (Serra) não deixar o cargo como fez da outra vez. Votei nele e não no (Gilberto) Kassab (PSD)”, disse o professor Dirceu Souza da Silva, de 53 anos, ao se referir ao atual prefeito da capital paulista, que assumiu depois da saída do tucano e se reelegeu dois anos depois.

Serra ouviu o professor, mas não respondeu ao protesto. Já os integrantes da campanha tentaram tirar o eleitor de perto do candidato. Um deles chamou Silva de “cabecinha” por causa da crítica.

O candidato menciona o fato de não ter palavra, de não ser confiável, como um “pontinho”.

Segundo Serra, o video que segue abaixo nunca existiu.

Para toda pessoa que tem dignidade, ser pêgo em tal situação, representaria a morte.

Mas não para José Serra.

O candidato que, no pleito de 2004, chegou a assinar um documento, se comprometendo a permanecer no cargo para o qual foi eleito, e depois afirmou que assinou apenas um “papelzinho” (clique aqui).

Agora, de fato, falar nesse detalhe, quando podemos falar da participação de Serra na privataria (clique aqui), na máfia das ambulâncias (clique aqui), no mensalão da Abril (clique aqui) entre muitos outros assuntos quentes…

Realmente, falar apenas na disposição do candidato em enganar o povo, é apenas um detalhe.

Um verdadeiro “pontinho”.

E, de “papeizinhos” e “pontinhos”, vemos a rejeição de Serra chegando às alturas.

Veja também:

Salários de até R$22.891,91. Policial federal faz greve a afirma que ganha pouco. E você? O que acha??

E aí? Vão colocar no horário eleitoral? Serra e Alckmin vão passear de metrô e viram alvo de piadas e protestos…

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