A revista da editora Abril, a mesma editora que, sem licitação, vendeu 220 mil assinaturas ao governo Serra (clique aqui), estufa o peito para falar em liberdade de imprensa.

Eles falam e tentam enganar o espelho.

Porém, em tempos de inclusão digital, fica complicado a Veja vestir o traje da isenção.

Eles, que colocam Carlinhos Cachoeira como mero informante, na verdade foram importante instrumento de Cachoeira, de Demóstenes e de seus amigos (clique aqui e aqui)

As gravações da PF, aquelas que os advogados de Demóstenes tentaram desesperadamente invalidar (clique aqui), colocaram Cachoeira, Demóstenes e a revista Veja no mesmo barco.

Um verdadeiro Titanic…

Diferente da fantasia publicada pela Veja, a CPI do Cachoeira foi formada em cima do trabalho sério de policiais federais.

Em cima de escutas obtidas com autorização judicial.

A seriedade da polícia federal está a anos luz de uma publicação que, na capa, coloca um presidente da República levando um chute no traseiro (clique aqui).

O tablóide, que se intitula ‘indispensável’, coloca Lula e Collor como mentores da CPI do Cachoeira.

Está em destaque, na página 70 da edição 2275.

Segundo a Veja, CPI de Cachoeira ocorreu devido a uma aliança de Lula e Collor, com o único objetivo de constranger os julgadores do mensalão…

O leitor/eleitor/cidadão pode ser enganado durante um determinado tempo.

Porém a confiança, uma vez perdida, jamais será recuperada.

Essa realidade não pode ser alterada, nem mesmo com um milhão de capas de Veja.

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