Estamos,talvez,no último dia do julgamento dos acusados Alexandre e Anna Jatobá. O próprio advogado de defesa não vê boas possibilidades de êxito (na verdade,quase nenhuma).
Devemos levar em conta o trabalho do competente promotor Francisco Cembranelli que baseou a acusação em laudos técnicos que não deixaram margem para a defesa trabalhar.
O juri está tendo liberdade para formular perguntas e acompanhar cada movimento de acusação e defesa.Bem como olhar nos olhos dos réus em busca de emoções e respostas que não foram ditas.
Tudo transcorre,até agora,dentro de relativa calma. Mas nem todo julgamento tem essa característica.
Não faz um mês e fomos obrigados a ver algo inacreditável. Ou melhor inaceitável.
Vimos a absolvição dos acusados pela morte do bombeiro João Alberto da Costa, de 41 anos,durante a onda de ataques da facção criminosa PCC ocorrida em 2006.

A facção criminosa PCC mostrou ao mundo as consequencias do desgoverno
Apesar da farta quantidade de provas,os três acusados acabaram absolvidos. Até mesmo a juiza Eva Dias Jorge ficou surpresa.

A polícia paulista,abandonada pelo governo,nunca esteve tão frágil
Em virtude do perigo iminente que corriam,os jurados deveriam ter tido sua identidade preservada. Mas não é o que ocorre em julgamentos no Brasil.
Enquanto deputados e senadores,que poderiam ao menos fazer uma reforma decente no judiciário brasileiro,acabam tendo com órgãos de imprensa um comportamento de facção criminosa.

Enquanto em paises desenvolvidos existe proteção para policiais,promotores,juizes,testemunhas e jurados.No Brasil reina a politica do Deus nos acuda