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O presidente da FIA afirma não poder assegurar que os protestos não aconteceriam caso o GP não fosse realizado.

Porém, ao realizar a prova, o dirigente se torna responsável pelas vidas colocadas em risco.

Do Globo Esporte:

Presidente da FIA minimiza morte de manifestante em protesto no Bahrein

21/04/2012

A ilha do Oriente Médio teve mais uma madrugada intensa. Opositores do governo pleiteiam reformas democráticas e condenam a disputa da F-1 no país em um momento tão delicado. Manifestantes afirmam que o governo usa a corrida de forma política e prometeram “três dias de fúria” para este fim de semana, enquanto radicais defendem uma mobilização para um “Grande Prêmio de Sangue”.

- Nós sabemos que protestos podem ter resultado negativo. Nós somos uma organização de automobilismo. Você pode ter diversos protestos e pode haver consquências. E eu não posso assegurar que os protestos não aconteceriam caso o GP não fosse realizado – disse o presidente da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), Jean Todt à rede de TV inglesa “BBC”.

Esperamos que a teimosia do cartola não cause uma tragédia.

Do MSN:

Manifestante é morto pela polícia durante protesto no Bahrein

21/04/2012

As autoridades bareinitas garantiram a segurança do evento, embora vários membros da equipe Force India tenham deixado o país após terem sido cercados e quase atingidos por uma bomba de fabricação caseira durante um protesto.

Bernie Ecclestone, chefe da FOM (Formula One Management), seguindo Jean Todt, vem teimando que o país está em boas condições de sediar a elite do automobilismo na data prevista (clique aqui).

Segundo os dirigentes, no Bahrein está tudo tranquilo…

Já o chefe da McLaren, Martin Whitmarsh considera o Brasil mais perigoso que o Bahrein (clique aqui).

E não é o único com essa opinião.

O bicampeão Sebastian Vettel também comparou a situação do país árabe com a do Brasil (clique aqui).

Pois é, nessa bagunça, acabou sobrando até para o Brasil…

No caso, para São Paulo, que há muitos anos recebe a F1.

Parece que o pessoal da F1 não confia muito nos números da Segurança Pública, que Alckmin exibe com orgulho (clique aqui).

Para eles, é melhor encarar uma guerrilha, que nossas ruas.

Veja também:

Com medo, Force India abandona2º treino livre no Bahrein

Force India é boicotada de transmissão de TV no Bahrein

Imagem: f1team.com.br

O mais engraçado é ver quem fala em “racismo”, classificando brasileiros como “ladrões”.

Ou ainda rotulando mulheres brasileiras como “prostitutas”.

Por que tanto ódio? Será porque a Espanha não consegue vencer sua crise?

Será porque vemos um crescente número de espanhóis deixando seu país e buscando oportunidades na América? (clique aqui)

Do operamundi:

Internautas espanhóis reclamam do aumento de restrições à entrada no Brasil

Alguns chamam medida de “racista” e atacam o país; outros a entendem como razoável

02/04/2012

Durante muitos anos nos submetemos às restrições espanholas. A reciprocidade demorou a chegar…

A decisão do governo brasileiro em começar a aplicar, a partir desta segunda-feira (02/04) o princípio de reciprocidade aos espanhóis que venham ao país, ou seja, aumentando a restrição para sua entrada, provocou muita polêmica nos foros de discussão dos principais jornais da Espanha.
Diversos internautas espanhóis protestaram contra a decisão brasileira, argumentado que a restrição deveria ser aplicada a todos os países da União Europeia – como só foi restrita à Espanha, alguns a consideraram persecutória, chegando a classificá-la de “racista”. Um número expressivo, porém menor de internautas espanhóis entenderam a medida razoável, e que apenas exige os mesmos requisitos dos brasileiros que entram na Espanha.
“Esta lei é racista porque só é aplicada contra os espanhóis e não contra o restante dos europeus no espaço Schengen (área de livre circulação de pessoas em território europeu). E nos chamam de racistas? Logo não há ninguém mais racista do que eles (brasileiros)” escreveu Miscollons no El Mundo.
“Se fizemos isso (colocar restrições) a eles, então me parece (uma resposta) normal. Mas deveriam aplicar a todos os países que lhe colocam restrições”, postou “Enki” ao jornal ABC.
Outros espanhóis defendem o tratamento desigual, por entenderem que muitos viajam ao Brasil somente por turismo e voltam depois de um curto período,enquanto os brasileiros “procuram emprego” e passam a viver em condições ilegais. E muitos se referem ao Brasil deforma ofensiva.
“Vamos colocar as cartas na mesa: quantos espanhóis vão ao Brasil de férias e (não) regressam para a Espanha? Quantos de nós cometem crimes em sua estadia no Brasil? Muito poucos. E o mesmo para os brasileiros aqui? Muitos. Me parece bom que o Brasil coloque restrições para que for para lá de férias, assim se darão conta que o turismo de espanhóis deixa mais dinheiro do que os dos brasileiros”, diz “anticorruptos” no ABC.
“Será um grande problema para as milhares de prostitutas que vieram para cá ilegais e se nacionalizaram na Espanha. Essa lei é ridícula. Os espanhóis não vão ao Brasil para ficar. Mas se querem fazer o mesmo com os europeus, pois bem… menos lucro para o turismo. Favelas,corrupção, jogo bonito e burrice extrema.”, assina outro internauta no El Mundo.
“Me parece perfeito. Se tivéssemos esse tipo de controle na Espanha, nosso país não estaria infestado de camareiras e prostitutas brasileiras enviando dinheiro espanhol para o Brasil”, diz Linceo, que parece não saber que as regras são recíprocas.
“Esse é um problema de fácil solução: não ir ao Brasil. Assim teremos a certeza de que não seremos assaltados na rua nem nos preços de passagem de avião e de hotéis”, diz “reces”.

O ódio e o extremismo são típicos de quem está à beira do desespero.

Tanto que na Espanha, já se fala com nostalgia dos tempos do ditador Franco (clique aqui).

Ele que perseguiu e matou milhares de espanhóis entre 1939 e 1975.

Vivemos uma crise global.

E a decisão brasileira não poderia ter chegado em pior hora.

Pior para eles…

Veja também:

Uma cachoeira de canalhas: Deputado tucano também fez negócios com bicheiro…

Estão pagando promessa? O assunto da semana é o Demóstenes, porém a Veja publica uma capa com Jesus…

imagem: http://contextolivre.blogspot.com.br

Quando se tem um processo de paz emperrado, todos acabam pagando.

Agora parece que chegou a vez do bolso pagar…

Desde informações governamentais até mesmo informações pessoais de cartões de crédito.

Nada é perdoado. 

Da Folha:

Hamas incentiva hackers a declararem guerra eletrônica contra Israel

15/01/2012

O movimento islâmico palestino Hamas pediu neste domingo aos hackers que aumentem seus ataques a sites oficiais, comerciais e financeiros de Israel, afirmou um porta-voz da organização em Gaza.

“O Hamas parabeniza as operações para invadir sites israelenses”, disse neste domingo em comunicado o porta-voz do Hamas Sami Abu Zuhri.

Os atos de pirataria eletrônica, que se multiplicaram recentemente, “são a abertura de um novo campo de resistência à ocupação e o início de uma guerra virtual contra Israel”, afirmou.

Zuhri pediu “aos povos palestino e árabe para continuarem com a guerra eletrônica e buscarem formas de estimulá-la e desenvolvê-la”.

Desde o início do ano, ocorreram diversos ataques de hackers a sites de Israel, que se viu obrigado a reforçar as unidades do exército destinadas a prevenir a pirataria eletrônica.

No mês passado, as Forças de Defesa de Israel recrutaram cerca de 300 jovens para aumentar a segurança na rede.

O ataque mais grave ocorrido recentemente aconteceu no começo do ano, quando um grupo de piratas virtuais da Arábia Saudita, que se autodenomina Group-XP, assumiu o roubo e a divulgação dos dados de milhares de cartões de crédito israelenses.

As informações incluíam os números dos cartões, seus códigos de segurança, endereços pessoais, nomes, números de telefones e da carteira de identidade de seus proprietários, e foram roubadas de uma base de dados de clientes do site israelense de esportes www.one.co.il.

Após a divulgação da informação, o Banco de Israel pediu à população que esteja atenta ao uso dos cartões e que os cancele caso suspeitem que possam estar sendo usados por outras pessoas.

Pouco depois, o site do vice-ministro das Relações Exteriores de Israel, Dani Ayalon, foi atacado. O dirigente chamou o ato de “ataque terrorista” e advertiu que seu país “responderá com força aos hackers que ameaçarem a soberania israelense”.

Responder “com força” conduz à paz? (clique aqui).

A experiência mostra, ano após ano, que não conduz.

Paz é poder deitar a cabeça no travesseiro e dormir.

Sem sobressaltos.

É poder levar os filhos à escola, sem a preocupação de ver a escola bombardeada.

Há anos vemos a “força” levando miséria e morte (clique aqui).

Levando ao verdadeiro terror.

A “força” é a maior arma do burro.

Ele também é forte…

Veja também:

Israel: O terrorismo de Estado e as vítimas da fome em Gaza

Novo relatório da ONU destaca crise humanitária desencadeada pelo bloqueio em Gaza

Imagem: painelinternacional.com

Teríamos um suicídio em massa…

Ninguém é favorável ao suicídio.

Mesmo porque, suicídio não é necessário.

Com nossa saúde e segurança pública, a morte é corriqueira…

Do Terra:

Itália: casal se suicida por causa da “crueldade dos políticos”

12/01/2012

“Vocês lerão nos jornais com quanta dignidade sabem morrer dois cidadãos cansados da hipocrisia e da crueldade dos políticos”, escreveu um casal italiano em carta publicada pela revista Oggi antes de se suicidar no domingo passado em Bari, no sul de Itália. Salvatore De Salvo, comerciante de 64 anos e desempregado há sete, e sua mulher, Antonia Azzolini, de 69, relataram suas dificuldades e seus múltiplos pedidos de ajuda às instituições italianas em entrevista a uma televisão local, que está disponível no Youtube desde março de 2010.

Sem trabalho e após perder sua casa, desiludido pelas promessas dos políticos, o casal tentou suicidar-se sem sucesso, como explicam no vídeo, e foi internado em um asilo, “uma ratoeira com uma umidade infernal”, como definiu De Salvo. No final do vídeo, Antonia lamenta entre lágrimas: “Quero fazer qualquer coisa que me dê a possibilidade de sair deste lugar infernal, ter uma casa, cozinhar para meu marido, ter uma vida”.

O casal havia enviado várias cartas a Oggi nas quais explicava sua situação desesperada e pedia a intervenção do então primeiro-ministro Silvio Berlusconi, não sem antes apelar ao presidente da região de Apúlia, Nichi Vendola, e ao prefeito de Bari, Michele Emiliano. Quando a Prefeitura de Bari decidiu transferi-los ao asilo e colocá-los em quartos separados, o casal explicou que “para nós dois que vivemos 45 anos sempre juntos significaria ir de mal a pior. Assim é melhor morrer”.

Desespero não tem pátria.

Idosos, que trabalharam por toda a vida, agora são abandonados.

No Brasil, a desesperança em relação à classe política já é tradicional.

Nós, que pagamos tantos impostos, taxas e pedágios, não temos amparo de nossas autoridades.

Políticos que aprovam leis absurdas (clique aqui), em benefício próprio (clique aqui,aqui e aqui).

Políticos que não dão a mínima para o cidadão.

Pessoas sem educação (clique aqui), sem saneamento básico (clique aqui), sem transporte (clique aqui), sem habitação (clique aqui).

Pessoas sem dignidade.

São cidadãos!!

São seres humanos!!

Merecem atenção. E não só no dia das eleições…

Veja também:

Truculência e incompetência em SP: Mega operação na Cracolândia rende inúmeros casos de abuso e apreensão de apenas meio quilo de crack

São Paulo: A “indústria das multas” chega à calçada. Enquanto isso, a Democracia vai para o buraco…

Quem vê a intolerância nascer aqui no Brasil, não faz idéia de onde ela pode nos levar.

Não importa se religiosa, étnica, sexual…

Não importa o motivo, para quem decidiu deixar de ser humano.

Do Terra:

Onda de atentados contra cristãos na Nigéria mata ao menos 29

 25/12/2011

Ao menos 29 pessoas morreram neste domingo em cinco atentados perpetrados contra igrejas católicas pela seita islâmica Boko Haram, coincidindo com a celebração do Natal, informou a Agência de Notícias Nigeriana NAN.

O coordenador da Agência Nacional de Emergências da Nigéria (Nema), Slaku Luggard, informou à NAN que 25 corpos foram recuperados até o momento entre os destroços da explosão. Luggard afirmou que o número de vítimas pode aumentar à medida que os trabalhos de resgate se desenvolvam.

Segundo testemunhas citadas pela agência de notícias nigeriana, cerca de 200 participantes dos serviços religiosos da igreja de Santa Teresa permanecem desaparecidos. A polícia confirmou ainda a morte de um agente em uma segunda explosão na cidade de Jos (nordeste da Nigéria), que tinha como alvo outra igreja.

Do Terra:

Seita islamita reivindica atentado em igreja na Nigéria

25/12/2011
A seita islamita Boko Haram, da Nigéria, reivindicou neste domingo a autoria do atentado contra uma igreja de Madalla, perto da capital, Abuja, que matou 29 pessoas. “Somos responsáveis por todos os ataques dos últimos dias, inclusive a bomba na igreja de Madalla”, disse, em declarações por telefone, um porta-voz da Boko Haram, Abul Qaqa.

Segundo o porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi, o ataque foi fruto de um “ódio cego e absurdo”. “O atentado contra a igreja na Nigéria, precisamente no dia de Natal, manifesta infelizmente mais uma vez um ódio cego e absurdo que não tem nenhum respeito pela vida humana”, disse Lombardi, em declarações à imprensa, na Santa Sé.

Segundo Lombardi, o atentado “busca suscitar e alimentar ainda mais o ódio e a confusão”. O aumento das tensões interreligiosas na Nigéria, sexto país do mundo em número de cristãos, inquieta o Vaticano. Em novembro passado, durante sua visita a Benin, o papa Bento XVI insistiu na tradição tolerante do Islã na África e na coexistência pacífica entre muçulmanos e cristãos.

Quem quer impor idéias através de violência e morte, não resiste a um bom diálogo…

Veja também:

Tragédia anunciada: A inércia de Kassab e seus riquíssimos subprefeitos. Eles se lembram das áreas de risco em São Paulo?

Mais um Natal…

Matar de fome, também é matar.

E é uma das maneiras mais cruéis e repugnantes…

Na luta contra a fome, não há espaço para dignidade.

Seres humanos, antes da morte, são reduzidos à condição de lixo.

Da Revista Fórum:

População da Faixa de Gaza vive situação dramática

01.12.2011

Leia relato do deputado que fez parte da delegação de parlamentares europeus e sul-americanos que viajaram à Palestina

Por Chico Alencar

Participei, junto com a Deputada Marina Sant´Anna (PT/GO), de 20 a 25 de novembro agora, de uma grande delegação de parlamentares de várias partes do mundo para testemunhar o sofrimento contínuo da população de Gaza, a convite do Council for European Palestinian Relations. E a partir dessa visita, pressionar as autoridades de Israel para acabar com o bloqueio ilegal da Faixa de Gaza e com as punições coletivas contra a população desse território. A situação do povo palestino é uma afronta à Humanidade e à paz mundial.
Mais de três anos e meio após o início do bloqueio à Gaza, e passados dois anos da operação “chumbo derretido”, do governo israelense, condenada internacionalmente, a situação humanitária e econômica de 1,5 milhão de habitantes de Gaza continua dramática, apesar da suposta “diminuição” do bloqueio. Oito em cada dez pessoas dependem da ajuda internacional e 39% estão desempregados! O Governo de Israel segue desafiando as leis internacionais e as resoluções da ONU.
A agência das Nações Unidas para Refugiados (UNRWA), que fornece educação básica, saúde e cobre as necessidades de habitação aos refugiados palestinos, tem apenas 7% dos seus projetos de construção aprovados por Israel. Desde a “diminuição” do bloqueio, apenas uma pequena fração dos materiais necessários para a realização destes 7% de obras aprovadas consegue realmente entrar no território. Grande parte dos projetos do UNRWA decorre da necessidade de reconstruir as infraestruturas básicas, que foram destruídas durante o ataque israelense contra a população de Gaza, em janeiro de 2009. Há hoje necessidade de muitas novas moradias em Gaza.
Além disso, embarga-se o aumento no fornecimento de combustível para o funcionamento da usina elétrica de Gaza. Isso resulta em severa escassez de eletricidade e cortes de energia elétrica, inclusive em hospitais. Muitas das passagens em Gaza continuam fechadas, apesar das promessas de Israel de reabri-las. Nenhum tipo de exportação é autorizada a deixar Gaza. Um terço das terras agrícolas e 85% de suas águas territoriais permanecem inacessíveis para os civis: são parte da “zona tampão” de Israel, mantida pela política de ‘atirar a olho nu’ por soldados israelenses.  22 membros do parlamento palestino estão detidos em prisões israelenses, e nos inserimos em campanha internacional pela sua imediata soltura.
Apesar disso tudo, o povo palestino resiste, pulsa, se recupera, afirma e reconstrói. Pudemos constatar o empenho de idosos, adultos, jovens e crianças, mulheres e homens, gente simples e autoridades, na construção de sua soberania, identidade e direito à pátria. A Palestina é uma terra histórica onde vivem, há séculos, mulçumanos, hebreus, cristãos e ateus. Não é justo que ali só exista um Estado, não laico, em detrimento dos árabes e da diversidade de costumes e crenças. O reconhecimento do Estado Palestino, cuja criação foi determinada pela ONU em 1947, é processo irreversível, apesar da reação dos governos dos EUA e Israel, cada vez mais isolados nesse intento antidemocrático.
Todas as correntes políticas palestinas, coincidindo com nossa visita, fizeram acordo para realizar eleições nacionais em maio do próximo ano. A luta avança, portanto. O(a)s 78 parlamentares europeus e sul-americanos lá presentes firmaram, em comovente ato público, a “Resolução de Gaza”, que reproduzo:
“O tempo dos discursos acabou. Governos e Organizações de Direitos Humanos de todo o mundo precisam empregar todos os poderes pacíficos à sua disposição para forçar um fim ao bloqueio. Essas ações devem incluir sanções econômicas, boicotes culturais e ações diplomáticas como a convocação dos embaixadores para retornarem aos seus países.
A Delegação Internacional convoca todos os governos e ONGs para usar esses meios e exigir:
- Fim às proibições de exportação;
- Fim a todas as proibições de importação e restrições relacionadas aos bens de consumo, saúde e indústria/negócios;
- Suspensão de todo controle sobre as águas territoriais de Gaza;
- Abertura da “Zona Tampão” ao longo da fronteira de Gaza com Israel;
- Trânsito livre de pessoas dentro e fora de Gaza, limitada apenas por verificações razoáveis de segurança e requerimentos de documentação;
- Aceitação internacional das escolhas democráticas do povo palestino nas próximas eleições, e um compromisso de se relacionar construtivamente com os representantes eleitos.
Os membros da Delegação irão trabalhar através de suas próprias redes para pressionar pela implementação desta Resolução”.

Chico Alencar é deputado federal pelo PSOL/RJ

Tudo o que ocorre em Gaza, ocorre diante do olhar inerte das Nações Unidas.

A ONU mostra, nessa questão, o quanto pode ser covarde.

Permitir que pessoas morram, é como ajudar a matar.

Quando veremos a paz?

Quando não restar mais vida??

Veja também:

Preconceito: Nós podemos vencer!!

ISRAEL IMPÕE FOME E TERROR EM GAZA

Imagem:boilerdo.blogspot.com

Deixar palestinos pobres e famintos negociar com os ricos e bem armados sionistas, é o mesmo que abandonar os palestinos à própria sorte.

É uma verdadeira covardia.

É triste, para não dizer chocante, ver países que teóricamente defendem o diálogo e a democracia… Porém, na prática, fecham os olhos diante de atrocidades.

Israel e Palestina: Por que o medo do diálogo?

O bloqueio de Israel em Gaza, por exemplo mata palestinos de fome, há tempos (clique aqui).

Quem diz querer ajudar porém, na prática, se torna aliado da mão que destrói, merece respeito?

Do Último Segundo:

EUA anunciam corte de fundos à Unesco após adesão palestina

Segundo porta-voz, legislação obriga a cancelamento de fundos a qualquer agência da ONU que aceite palestinos como membros antes de acordo de paz

Os Estados Unidos defendem um acordo para reconhecimento do Estado Palestino.

Porém Israel não foi criada, mediante acordos.

O Estado Sionista foi criado à força pela ONU ( Resolução 181 – Assembleia Geral- Aceita, apesar da oposição da Liga Árabe e dos palestinos, a criação de dois Estados, um judeu e um árabe, no antigo protetorado britânico da Palestina, com Jerusalém sob mandato internacional – clique aqui).

Porém, em maio de 1949, apenas Israel é admitido como membro da ONU – Resolução 273.

O Estado Palestino não!

O antes fraco Estado Judeu, agora é bastante forte para ameaçar.

Do Último Segundo:

Israel estuda resposta após adesão palestina à Unesco

Netanyahu tem reunião com ministros para definir ação do governo após palestinos ganharem status de membro pleno em agência da ONU

“A Unesco se tornou uma organização política ao admitir um Estado que não existe. Esta iniciativa dos palestinos demonstra que eles não querem a paz nem negociações, que têm apenas a intenção de perpetuar o conflito”, disse o vice-ministro israelense das Relações Exteriores, Danny Ayalon.

Segundo a imprensa local, entre as propostas que serão estudadas pelo governo israelense está a construção de novas colônias nos territórios ocupados de Jerusalém Oriental e Cisjordânia.

Diferente das afirmações de Ayalon, o Estado Palestino existe sim.

Em 1967 a  Resolução 242 -Conselho de Segurança- Pediu  a retirada de Israel dos territórios ocupados na Guerra dos Seis Dias e “o reconhecimento da soberania, integridade territorial e independência política de todos os Estados da região e seu direito a viver em paz”.

Promover assentamentos em  tais territórios é verdadeira afronta ao processo de paz.

Será que a paz, exercida pelo mais forte, pode ser chamada paz?

Talvez seja melhor chamá-la MENTIRA!!

Veja também:

Lula, o PIG e o ‘olho gordo’: Vão tentar matá-lo!

E, até agora, eles fizeram o quê?

Ajudaram?

Terrorismo: As crianças em Gaza conhecem bem o terror...

Do Euronews:

Israel promete “consequências” se Estado palestiniano for avante

A representante diplomática da União Europeia, Catherine Ashton, chegou a Jerusalém para tentar refrear os ânimos, numa altura em que Israel profere ameaças veladas, porque Mahmud Abbas planeia ir à ONU propôr a criação do Estado da Palestina.

Avidgor Lieberman, o ministro dos Negócios Estrangeiros israelita, é o porta-voz do mal-estar: “A partir do momento em que eles tomem essa decisão unilateral, vai haver muitas consequências, e só esperamos não ter de chegar aí.”

Mas os palestinos já não sofrem retaliações?

Os EUA, também, além de tornar pública sua oposição, ameaçam cortar a ajuda financeira – US$ 450 milhões/ano – repassada á região.

Israel recebe dos EUA US$ 3 bi/ano, em virtude de um acordo entre os dois países vigente  até 2017, que inclui um aumento de 25% da ajuda militar americana. A ANP precisa da ajuda internacional para cobrir um deficit que deve alcançar US$ 900 milhões neste ano.

Em seu relatório divulgado ontem o FMI assinala que a economia palestina já está sofrendo com uma forte redução nas doações (clique aqui) .

Não é a primeira vez que a ONU se omite, quando deveria mostrar força.

Durante três anos na Bósnia , mais de 200.000 civis muçulmanos foram assassinados sistematicamente, sob o olhar covarde da comunidade internacional (clique aqui).

Os Estados Unidos, em mais uma demostração de covardia, querem agora que muçulmanos e israelenses negociem (clique aqui ).

Mas, como o fraco negocia com o forte?

Em geral, o forte prevalece, com seus abusos.

E, de abusos, Israel entende bem… (clique aqui e aqui). 

Apesar da manifestação contrária dos norte-americanos (clique aqui), a criação do Estado Palestino conta com o apoio de Rússia (clique aqui), França (clique aqui) e China (clique aqui), que também são membros pemanentes do Conselho de Segurança da ONU.

É provável que vejamos a criação do Estado Palestino.

Será que veremos o mundo inerte, mais uma vez, diante de atos de perseguição e covardia? 

Veja também:

A questão Palestina: Obama, o Nobel da Paz mostra sua covardia

Gente fina: Políticos trocam cestas básicas por assinatura do PSD

 imagem: pessoarsivo.blogspot.com

Há tempos um Nobel da Paz não quer dizer grande coisa…

Afinal, quem mandou dar um Nobel para quem nada fez?

Dar com objetivo claro de ‘puxar o saco’.

O resultado é esse daí.

Do Terra:

Obama: EUA votariam contra reconhecimento da Palestina na ONU

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, afirmou nesta segunda-feira que o país “se oporia firmemente” se os palestinos optarem por comparecer ao Conselho de Segurança e solicitar o ingresso pleno como Estado nas Nações Unidas. A votação na Assembleia Geral da ONU para reconhecer um Estado palestino será uma “distração” no caminho para a paz com Israel, declarou Obama.

Liberdade: O nome da estátua norte-americana. Na prática, não passa de uma mentira...

O presidente norte-americano,  que havia defendido o Estado Palestino, agora acredita que o reconhecimento atrapalharia as negociações de paz com Israel.

Porém, antes do reconhecimento do Estado Palestino, qual progresso foi feito no caminho da paz?

O único líder em Israel que falou em paz, Yitzhak Rabin, foi assassinado.

E assassinado pelos seus compatriotas (clique aqui).

Benjamin Netanyahu, atual premiê israelense liderava o partido Likud, que fazia forte campanha contra o processo de paz.

Netanyahu incitou os radicais sionistas, o que culminou no assassinato de Rabin e no final das negociações de paz (clique aqui).

São eles que, segundo Obama, devem negociar a paz com os palestinos…

Veja também:

Governo do Egito: Esperança de Israel está nas Forças Armadas

Israel: Será que eles podem matar??

Imagem: papeldeparede.etc.br

A notícia, veiculada hoje, não soa como novidade.

Do Jornal do Brasil:

Turista brasileiro é o 3º que mais gasta nos EUA

Os gastos de brasileiros nos Estados Unidos subiram 250% desde 2003, com uma média per capita de US$ 5.918, ficando em terceiro lugar no ranking de turistas que mais gastam no país, perdendo apenas para japoneses e britânicos – os vizinhos mexicanos e canadenses não foram incluídos na lista.

O levantamento do Departamento de Comércio dos EUA aponta que o Brasil passou do 7º lugar para o 3º na lista dos mais gastadores, passando Alemanha, França, Coreia do Sul e Austrália.

Em um mundo globalizado, sobreviver não é matar. É tratar bem...

A balança comercial entre despesas e receitas geradas com o turismo pende fortemente a favor dos países estrangeiros.

Do R7:

Turista brasileiro gasta quatro
vezes mais que estrangeiro

26/07/2010

Além do euro barato, o dólar valorizou, mas ainda mantém as perdas frente ao real. A ascensão da classe C e D, com maior renda e acesso aos financiamentos das passagens aéreas, também contribuiu.

Os norte-americanos, que por muito tempo nos trataram mal, agora correm atrás do prejuízo (clique aqui).

Quem souber valorizar esta demanda de turistas e recuros, só tem a ganhar.

E, quem não souber?

O secretário-geral de Turismo e Comércio Interior da Espanha, Joan Mesquida, disse esperar que o aumento de conexões aéreas entre os países, que alcançará os 42 voos semanais em junho, contribuirá para estimular o fluxo de visitantes a seu país (clique aqui ).

Só não disse quando os brasileiros, que visitam seu país, deixarão de ser tratados como cães. 

Na Espanha ainda ainda existem casos em que “brasileiros são tratados de maneira arbitrária e, inclusive, humilhante”(clique aqui).

O brasileiro que já gasta como cidadão de país desenvolvido, quando for gastar, deve ter boa memória. 

Afinal, boa memória é tão importante quanto bons modos… 

Veja também:

Cidadão brasileiro: Vítima dos governos. Vítima dos criminosos…

Independência: Agora temos o que comemorar…

Imagem: doceshop.com.br

A paz se obtém com justiça.

Com esse tipo de "legalidade" o que esperar do futuro?

Será que a ONU sabe disto? 

Do Terra:

Painel da ONU diz que bloqueio a Gaza foi legal

01 de setembro de 2011 

Um aguardado relatório da ONU sobre a abordagem israelense a um navio que tentava furar o bloqueio à Faixa de Gaza, num incidente que resultou na morte de nove ativistas turcos, diz que o bloqueio de Israel à região costeira palestina era legal, noticiou o The New York Times na quinta-feira.

O relatório dos investigadores, a ser divulgado oficialmente na sexta-feira, diz também que os militares israelenses enfrentaram uma “resistência organizada e violenta por parte de um grupo de passageiros” do navio Mavi Marmara.

Mas o inquérito também dedica críticas a Israel, ao dizer que a força usada na abordagem ao navio foi “excessiva e não-razoável”.

O chamado Relatório Palmer teve sua divulgação adiada várias vezes, de modo a permitir um diálogo que levasse à reaproximação entre Turquia e Israel, cujas relações ficaram abaladas por causa do incidente. Os EUA temiam que os atritos entre os seus a dois aliados estratégicos conturbassem ainda mais a situação do Oriente Médio.

A investigação foi feita por uma comissão da ONU chefiada pelo ex-premiê neozelandês Geoffrey Palmer. A conclusão original estava prevista para fevereiro.

Mas turcos e israelenses nunca chegaram a uma conclusão sobre o que aconteceu no incidente de 31 de maio de 2010, nem sobre qual deveria ser o teor do relatório, segundo diplomatas e funcionários da ONU. Por isso, segundo uma fonte da ONU, o relatório não é um “documento de consenso”.

Israel, no entanto, expressou satisfação. “O resultado é que as ações israelenses foram legais”, disse à Reuters um alto funcionário do governo, sob anonimato. “Ele diz que o bloqueio naval era legal sob o direito internacional.”

Esse funcionário considerou significativo também que o relatório confirme o direito de Israel de revistar embarcações em águas internacionais. Ele disse ainda que agora Israel e Turquia poderão deixar o incidente para trás e “avançar da nossa relação.”

Oficialmente, no entanto, a chancelaria não se manifestou sobre o relato do New York Times, que obteve o documento antecipadamente. A missão turca junto à ONU também não quis fazer comentários.

Ancara vinha exigindo desculpas de Israel pela abordagem, algo que o governo israelense recusa repetidamente – embora o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu tenha lamentado as mortes a bordo.

Além disso, o ministro da Defesa, o centrista Ehud Barak, causou polêmica no gabinete conservador de Israel ao sugerir que o país apresentasse um pedido diluído de desculpas, como forma de restaurar as boas relações com a Turquia, tradicional aliada do Estado judeu no mundo islâmico. Barak argumentava também que esse pedido de desculpas ajudaria a imunizar militares israelenses envolvidos na ação em eventuais processos judiciais no exterior.

Israel diz que o bloqueio a Gaza é uma precaução para evitar o tráfico de armas por mar para o grupo islâmico Hamas e para outras guerrilhas palestinas. Os palestinos e seus simpatizantes afirmam que o bloqueio é uma punição coletiva ilegal, posição que alguns funcionários da ONU têm acatado.

O Mavi Marmara encabeçava uma flotilha de seis embarcações com ativistas que pretendiam levar mantimentos a Gaza.

(Por Louis Charbonneau, com reportagem adicional de Mayaan Lubell em Jerusalém).

O relatório contradiz o que a própria ONU alegou defender.

Secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, exigiu que Israel retirasse o bloqueio imposto a Gaza.

E exigiu em 2010, logo após a morte dos ativistas nas mãos de militares israelenses (clique aqui ).

A ONU, que agora legaliza o bloqueia a Gaza, antes alertava sobre o surto de fome em Gaza, devido ao vergonhoso bloqueio imposto por Israel (clique aqui ).

A mudança de atitude, após um ano do ato de covardia, causa espanto.

E incerteza…

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A ONU afirma ser necessário 7,9 bilhões de dólares, para ajuda humanitária em 2011, destinada a socorrer milhões de pessoas em cerca de trinta países, principalmente no Chifre da África, onde enfrentam uma grave seca.

Por enquanto, a ONU já conseguiu financiar 45% dos quase 7,9 bilhões de dólares pedidos para este ano, um pouco menos do que tem conseguido nos anos anteriores. (veja matéria da revista Exame 20/07/2011 ).

Enquanto a ONU não consegue 7,9 bi para combate a fome, somente os Estados Unidos gastaram bem mais em ações militares no Iraque e Afeganistão.

Do portal Terra:

Relatório: EUA gastaram até US$ 60 bi no Iraque e Afeganistão

31 de agosto de 2011

O governo dos Estados Unidos gastou entre US$ 31 bilhões e US$ 60 bilhões nas guerras do Iraque e Afeganistão na última década devido a problemas como a pouca supervisão de contratistas, corrupção e má planejamento, segundo um relatório divulgado nesta quarta-feira. Ao apresentar o relatório, Katherine Schinasi, membro da Comissão sobre Contratos de Guerra, assinalou durante a entrevista coletiva que isso significa que “todos os dias se desperdiçaram US$ 12 milhões”.

O relatório, intitulado “Transformando os contratos em época de guerra: controle de custos, redução de riscos” e centrado no período 2001-2011, é produto de três anos de investigação, e resume dados já divulgados em outros estudos. “O governo não estava preparado para ir à guerra com o Afeganistão em 2001 e Iraque em 2003 empregando um grande número de contratistas civis”, e é ainda incapaz de fornecer a gestão efetiva e supervisão de uma despesa que se prevê que superará os US$ 206 bilhões no fim do ano fiscal 2011, acrescentou Michael Thibault, co-presidente da Comissão e ex-diretor da Agência de Auditoria de Contratos de Defesa.

Thibault assegurou que, segundo a investigação, a despesa excessiva representa entre “10% e 20% desse total”, e que a fraude, que incluiu subornos, manipulação de contratos e produtos defeituosos, representaria “entre 5% e 9%”. A maior parte deste dinheiro se deve a deficiências na hora de revisar contratos, projetos insustentáveis ou duplicados, negociações inadequadas e irregulares, ou auditorias atrasadas, segundo a análise.

“Há muitas causas, e não existe uma solução simples”, indica o relatório, que apresenta cerca de 15 recomendações entre as quais destacam um aumento do número de auditores, reformas ao sistema de contratações e uma melhor supervisão dos projetos desde seu início até seu finalização. Existem mais de 260 mil contratistas que trabalham para o Exército americano no Iraque e Afeganistão, e o governo é “excessivamente dependente” desse trabalho, acrescenta o documento.

Além disso, a comissão ressaltou que o esbanjo se estende não só às operações militares dos EUA, mas também a projetos de reconstrução e ajuda em caso de desastres naturais.

Os EUA gastaram para destruir e, depois para reconstruir… 

Não parece inteligente.

Sem contar que, no caso do Iraque, nem haviam armas de destruição em massa (clique aqui ).

Na verdade, foram os norte-americanos que promoveram a destruição em massa.

Destruiram, até mesmo, sua economia (clique aqui ).

Talvez o mundo não precise dos Estados Unidos.

Na verdade, do que o mundo precisa, os EUA talvez precise conhecer…

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imagem: httpwww.onu.org.br

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