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O presidente da FIA afirma não poder assegurar que os protestos não aconteceriam caso o GP não fosse realizado.

Porém, ao realizar a prova, o dirigente se torna responsável pelas vidas colocadas em risco.

Do Globo Esporte:

Presidente da FIA minimiza morte de manifestante em protesto no Bahrein

21/04/2012

A ilha do Oriente Médio teve mais uma madrugada intensa. Opositores do governo pleiteiam reformas democráticas e condenam a disputa da F-1 no país em um momento tão delicado. Manifestantes afirmam que o governo usa a corrida de forma política e prometeram “três dias de fúria” para este fim de semana, enquanto radicais defendem uma mobilização para um “Grande Prêmio de Sangue”.

- Nós sabemos que protestos podem ter resultado negativo. Nós somos uma organização de automobilismo. Você pode ter diversos protestos e pode haver consquências. E eu não posso assegurar que os protestos não aconteceriam caso o GP não fosse realizado – disse o presidente da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), Jean Todt à rede de TV inglesa “BBC”.

Esperamos que a teimosia do cartola não cause uma tragédia.

Do MSN:

Manifestante é morto pela polícia durante protesto no Bahrein

21/04/2012

As autoridades bareinitas garantiram a segurança do evento, embora vários membros da equipe Force India tenham deixado o país após terem sido cercados e quase atingidos por uma bomba de fabricação caseira durante um protesto.

Bernie Ecclestone, chefe da FOM (Formula One Management), seguindo Jean Todt, vem teimando que o país está em boas condições de sediar a elite do automobilismo na data prevista (clique aqui).

Segundo os dirigentes, no Bahrein está tudo tranquilo…

Já o chefe da McLaren, Martin Whitmarsh considera o Brasil mais perigoso que o Bahrein (clique aqui).

E não é o único com essa opinião.

O bicampeão Sebastian Vettel também comparou a situação do país árabe com a do Brasil (clique aqui).

Pois é, nessa bagunça, acabou sobrando até para o Brasil…

No caso, para São Paulo, que há muitos anos recebe a F1.

Parece que o pessoal da F1 não confia muito nos números da Segurança Pública, que Alckmin exibe com orgulho (clique aqui).

Para eles, é melhor encarar uma guerrilha, que nossas ruas.

Veja também:

Com medo, Force India abandona2º treino livre no Bahrein

Force India é boicotada de transmissão de TV no Bahrein

Imagem: f1team.com.br

E agora? Como se chamará?

Morte no parque?

A morte ronda o parque, desde o acidente, no último dia 24.

O parque fechado para perícia, a veiculação intensa da imprensa…

Os desencontros, desde a troca de cadeiras para a perícia (clique aqui), até pressões recebidas por funcionários (clique aqui).

O parque ficou marcado.

Do R7:

Após morte no Hopi Hari,
SBT suspende estreia do programa Dia no Parque

24/02/2012

Nova atração era gravada inteiramente dentro do parque

Yudi se diverte em uma das atrações do Hopi Hari durante as gravações do Dia no Parque (SBT)

Yudi se diverte em uma das atrações do Hopi Hari durante as gravações do Dia no Parque (SBT)

A estreia do programa Dia no Parque (SBT) programada para este sábado (25) foi suspensa pela emissora de Silvio Santos.
A atração, apresentada por Yudi e Priscila, era uma parceria entre o SBT, a Warner Bros. e o Hopi Hari.
O programa teria exibição mensal e seria gravado totalmente dentro do Hopi Hari, onde uma adolescente de 14 anos morreu depois de cair de um brinquedo nesta sexta-feira (24).

Nunca o medo, ao entrar naqueles brinquedos, se mostrou tão real.

O prejuízo parece certo.

Afinal, que escola vai agora fazer uma excursão ao Hopi Hari?

Que pai, que mãe vai ficar tranquilo, mandando os filhos para lá?

A confiança foi quebrada.

Uma ferida foi aberta.

Ficará uma cicatriz.

Veja também:

Morte no Hopi Hari: Vice-presidente do parque chora e fala em “conjunto de falhas”

Falha humana no Hopi Hari: Peritos do IC falham ao verificar cadeira errada…

Imagem: r7.com

E mediocridade sem moralidade.

O presidente da CBF, pode ser o homem apanhado embolsando uma medalha da copinha.

O Jornal da Record chamou o episódio de “constrangedor”.

E você? Chama do quê??

Fontes admitem saída de Teixeira do COL e da CBF

14/02/2012

 Segundo o estatuto da CBF, caso Teixeira renuncie, o vice mais velho assumiria. Este é José Maria Marin, ex-presidente da Federação Paulista de Futebol (FPF).

Marin foi indicado para ocupar interinamente o comando da CBF por cerca de 40 dias, entre dezembro e janeiro deste ano. Teixeira se ausentou para cuidar da saúde. Presidentes de federação acreditavam que o afastamento era definitivo.

Segundo um dos mandatários, Marin – aquele que embolsou uma medalha do Corinthians na final da Copa SP – passou a cuidar da administração da entidade desde então, mesmo após o fim da licença.

Apesar de a Federação Paulista de Futebol ter afirmado que a medalha que Marin embolsou foi um “presente” (clique aqui), por que a mesma não lhe foi então ENTREGUE?

Afinal, o presente é dado. Quando simplesmente se enfia no bolso, dá-se outro nome…

E o goleiro do Corinthians? Ele, que entrou em campo, não mereceu a medalha?

Ele ficou sem medalha na festa pelo título da Copa São Paulo…

Goleiro corinthiano recebe medalha, e FPF nega furto de Marin

26/01/2012

A Federação Paulista de Futebol (FPF) reparou o erro e enviou uma medalha de campeão da Copa São Paulo de Juniores para o goleiro corintiano Matheus, que acabou ficando sem o objeto durante a premiação no Pacaembu, após a vitória sobre o Fluminense, na quarta-feira. A entidade alega que houve “erro de cálculo”.

No entanto, o presidente em exercício da CBF, José Maria Marín, foi flagrado pelas câmeras de TV colocando uma medalha no bolso. A FPF nega que o dirigente tenha cometido um furto e diz que já estava definido que ele ficaria com o “presente”.

A assessoria de imprensa da federação não explicou a razão de destinar uma das medalhas a Marín, que não tem nenhuma ligação com o Corinthians. 

Os maias diziam que o mundo termina em 2012. Talvez, realmente o fim esteja próximo.

Veja também:

Henrique Meireles vice de Serra?? Podemos estar vendo surgir um novo Kassab…

Ao atacar Haddad, Magno Malta se mostra como “político de ocasião”

Amado ou odiado, com certeza, poucos ficam indiferentes ao ouvi-lo.

Quem hoje ouve Michel Teló e seu “ Ai se eu te pego…”, entende bem o tamanho do fenômeno Wando.

Há mais de trinta anos, o cantor fazia sucesso e, sem o auxílio do You Tube e das redes sociais.

Porque ai, se tivesse…

Eu mesmo brincava, cantarolando suas canções e, acabei aprendendo várias.

“Você é luz, é raio estrela e luar…”

Ou então.

“Eu quero me enrolar nos teus cabelos, abraçar teu corpo inteiro…”

Ou

“Eu já tirei a sua roupa, nesses pensamentos meus, já criei mil fantasias de desejo e de prazer…”

A lista é interminável.

Impagável.

A notícia de sua partida, apesar de triste, não vai apagar décadas de alegria que recebemos dele.

Do Último Segundo:

08/02/2012

Wando morre aos 66 anos em Minas Gerais

Cantor, que estava internado há 12 dias, foi vítima de parada cardíaca e será enterrado amanhã em Belo Horizonte

Meus sentimentos à familia.

Quanto a nós, vamos lembrar dele cantando.

E, que Deus nos ajude…

Veja também:

O Estadão denunciou, acredita? Filiados tucanos nem sabem que são tucanos…

A ditadura e a mentira por dentro da sacolinha: Quase todos os produtos vendidos pelos supermercados, são embalados em plástico e agridem o meio ambiente

Se Daniel estuprou Monique.

Ele estuprou sozinho?

Do blog TAB NA REDE:

A mídia que estupra

Quem não se lembra do filme The Accused (1988 – Jonathan Kaplan), protagonizado por Jodie Foster, que consagrou a atriz por uma interpretação notável? Filme aclamado pela crítica, impactante e polêmico em sua essência, narra a história de uma jovem, Sarah Tobias, que, após uma noite de diversão com as amigas, é estuprada por vários homens nos fundos de um bar. No desenrolar da trama, com o auxílio de uma advogada, Sarah, que no início é vista como “responsável” pela violência, consegue a condenação de seus agressores, reafirmando a tese de que, independente do flerte, da bebida, das roupas ou de qualquer outra coisa, estupro é sempre estupro. No enredo, vitoriosamente prevalece a máxima: sim significa sim e não significa não! Durante o julgamento, entretanto, outros agravantes foram mobilizados pela advogada para condenar também os cúmplices daquele terrível caso: o estupro de Sarah morbidamente contou com uma platéia entusiasmada que, aos gritos, incitava o ato de violência. A cada novo agressor, a platéia pedia “bis”.
Para quem esteve ligado nas redes sociais no último domingo (15/01/12), sabe que a lembrança do filme não é fortuita. Desde ontem, o assunto do suposto estupro sofrido por Monique em rede nacional no Big Brother Brasil não sai de nossas cabeças e nem de nossas timelines. A cena, para quem viu no pay-per-view, enoja, deprime e indigna. Uma mulher, desacordada e vulnerável, tem o seu corpo violado e invadido por alguém que, ao que tudo indica, não foi convidado. Aparentemente sem consciência e sem meios de reagir, a vítima estava entregue ao seu agressor, Daniel, em frente às câmeras, à equipe técnica e à enorme platéia do outro lado da televisão e do computador.  Aquilo que era feito nos fundos de um bar perde os seus “pudores” e se torna diversão pública e explícita na TV.
Muitas questões têm surgido desde que a cena virou polêmica nacional: Monique sabia o que estava acontecendo? Ela compartilhou as carícias de Daniel? Houve sexo? Ela se lembra do que ocorreu? A despeito dos comentários moralistas, machistas e misóginos – que me recuso a discutir, pois já estou farta de tentar argumentar com quem insiste na imbecilidade – outro fato me chamou a atenção: o papel da platéia nesse “show de horrores”. Quem estava presenciando a tudo e nada fez? A responsabilidade do ato, além de Daniel, se ficar comprovado o estupro, deve ser estendida a quem mais? Assim como os espectadores do estupro no filme The accused, qual o papel da maior emissora de TV do país no caso?
Nas cenas do dia seguinte, Monique dava indícios de que não sabia exatamente o que havia ocorrido na noite anterior. Intrigada, após ter sido chamada no confessionário, pergunta à Daniel o que, de fato, acontecera naquela noite. O brother nega o sexo, dizendo que foram apenas beijos e umas passadas de mão, e claramente se esquiva do assunto.
Monique, confinada em um reality show, sem contato com o mundo exterior, não sabe que o Brasil discute seu suposto estupro. Possivelmente violentada enquanto dormia, ela é também “violentada” pela produção do programa, quando esta se nega a informá-la exatamente sobre que está ocorrendo. Omissão grave, já que esta era a equipe a quem a participante confiou sua segurança, ao aceitar participar do programa, um ambiente teoricamente controlado e protegido por regras e parâmetros de bom senso, garantidores, ao menos, da integridade física dos jogadores. Entretanto, a produção se abstém de dizer o que de fato está acontecendo e deixa Monique, mais uma vez, à mercê de seu eventual algoz. Embora ela tenha direito à verdade, ela continua indefesa na escuridão, como a do quarto em que estava na noite de sábado, permanecendo também na insegurança das camas compartilhadas do programa. Daniel, já anteriormente acusado de ter se aproveitado de Mayara, segue ileso pelos corredores da casa e sequer é questionado pelos responsáveis do reality show. Monique parece ser vítima duas vezes.
Independente da posterior averiguação do caso e da condenação ou não de Daniel, existe um cúmplice a quem não se pode negar a culpa: a Rede Globo de Televisão. A emissora, na madrugada do domingo, reconheceu as evidências de um possível crime (no plantão de notícias do pay-per-view os responsáveis pelo programa escreveram que estava “rolando um clima”, mas que a “loira não se mexia”), se utilizou dessas evidências para alavancar o seu ibope, incitando os telespectadores a continuarem a assistir às cenas, mas, em momento algum, tentou (ou desejou) interromper o ato. No dia seguinte, diante da polêmica e dessas evidências, se absteve, ainda, de revelar à Monique o que ocorrera, negando assim o direito essencial da participante de decidir se devia prestar queixa à polícia ou não.  Os produtores, cúmplices da suposta violência, ao esconderem as cenas de Monique, negaram-lhe, entre outras coisas, o direito de realizar o exame de corpo de delito, instrumento fundamental na comprovação da agressão. E quem se responsabilizará por isso?
O histórico de barbaridades no BBB já não é novo, mas quais serão os limites do programa após um suposto estupro em cadeia nacional? Como será interpretada pelas autoridades públicas e pelos telespectadores a omissão da Globo diante do caso?  A emissora, de forma tirânica e desleal, seguiu com o espetáculo, reduzindo o episódio, através de seu fiel porta-voz, Pedro Bial, a “muito amor”. Através de uma edição impregnada de machismo e, por que não, de moralismos arcaicos, deixou Monique à mercê da situação e sequer prestou contas ao público, que ainda debate intensamente nas redes sociais a saída/punição de Daniel. Como uma concessão pública, que serviços à comunidade são prestados por essa emissora de TV? Qual a responsabilidade social da Rede Globo com seus telespectadores? Ou ainda a pergunta que nos atormenta a cada dia: o que tem sido e para quê tem servido a grande mídia no Brasil?
Nesse sentido, a pressão e as críticas dos brasileiros e telespectadores é cada vez mais fundamental na mobilização de forças não somente para a solução desse caso, mas também na construção de uma nova mídia.

Boninho afirmou, além de não haver estupro, ser a denúncia fruto de racismo (clique aqui).

Mas Daniel foi expulso do BBB 12.

Foi expulso por “grave comportamento inadequado”, porém a emissora não informou o comportamento (clique aqui).

Não esclareceu seu telespectador sobre o comportamento “grave”.

Estranhamente, após a expulsão, ninguém fez qualquer comentário…

Ao que parece, Daniel não existiu.

Algumas perguntas permanecem.

Se houve crime, a atração deve continuar?

Após ver o asqueroso video, Monique prestará queixa?

Manter a vítima em confinamento não prejudica o andamento das investigações?

E as pressões a que esta moça agora está submetida?

Muitos interesses comerciais. Muito dinheiro.

A imagem de um programa, de uma emissora…

O Ministério Público vai entrar no caso (clique aqui).

E a vítima continua na casa. O locar do suposto crime.

Ela deve continuar? É saudável que continue?

E esse tipo de atração? Será que,realmente, precisamos ver?

Veja também:

O cidadão brasileiro e a TV: Escravidão ou ignorância?

BBB: Hoje um “suposto” estupro… E amanhã? O que “supostamente” pode acontecer??

A Globo, que funciona devido a uma concessão pública, há tempos nada faz por seu público.

Até aí, qual emissora da TV aberta, acrescenta algo na vida das pessoas?

Porém falar, como todo o dia de hoje (15) se falou sobre a moça que foi ou não estuprada foi um pouco demais (clique aqui).

Nem ela sabe se foi… (clique aqui)

Ela não sabe, mas o diretor sabe (clique aqui).

É lógico que não foi!!!

Já pensaram nos danos causados por um estupro dentro da casa e, mostrado pelo pay-per-view?

O video, retirado do You Tube por solicitação da emissora (clique aqui) mostra o rapaz Daniel na cama com Monique, que parece desacordada, fazendo movimentos que dariam a entender que estavam fazendo sexo.

Mas o diretor decidiu que não aconteceu nada. Ponto!

Ele estava embaixo do edredon?

A moça, em dado momento, afirmou não se lembrar do ocorrido.

E quem assiste ao programa? Esse é o tipo de mensagem que a emissora quer passar?

O que ocorreu diante das câmeras e chegou a uma infinidade de casas, poderia ter ocorrido em uma festa qualquer.

Em quantas festas não ocorre coisa até pior?

Não estou aqui, afirmando ter sido a moça estuprada.

O fato é que ela estava bêbada.

A ponto de não ter lembranças.

Essa mensagem, que a Globo acabou passando ao seu telespectador é bastante perigosa.

Hoje aconteceu isso… E amanhã?

Amanhã, se sua filha for com amigos à uma festa e beber demais…

Dançou!

Esse é o tipo de cultura que queremos em nosso futuro?

Por muito menos vimos o Gugu Liberato sendo punido pela justiça (clique aqui e aqui).

Nos programas do Gugu as mulheres estavam, ao menos, conscientes…

Veja também:

BBB: Câmeras da casa tiram o foco de Monique e Daniel

O cidadão brasileiro e a TV: Escravidão ou ignorância?

Imagem: caosemplumas.blogspot.com

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