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Falando em escravidão, para ter liberdade precisamos ter informação.

Então, vamos à ela.

Esses parlamentares são minoria, porém são uma ameaça considerável.

Eles ameaçam a liberdade, a cidadania…

Ameaçam a democracia.

Um país que se aproveita de trabalho escravo, nunca será livre!!

Nunca será sério…

Da Câmara Federal:

Plenário aprova PEC do Trabalho Escravo

22/05/2012

O Plenário da Câmara acaba de aprovar, em segundo turno, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 438/01, do Senado, que permite a expropriação de imóveis rurais e urbanos onde a fiscalização encontrar

exploração de trabalho escravo, e os destina à reforma agrária e a programas de habitação popular. A proposta é oriunda do Senado e, como foi modificada na Câmara, volta para exame dos senadores.

A proposta foi aprovada com 360 votos favoráveis e 29 votos contrários, além de 25 abstenções.

Veja abaixo os parlamentares que, em pleno século 21, ainda defendem escravocratas.

Do DEM                                                             

01 Abelardo Lupion PR Não

02 Lira Maia PA Não

03 Luiz Carlos Setim PR Não

04 Paulo Cesar Quartiero RR Não

05 Ronaldo Caiado GO Não

Do PDT                                                                   

06 Giovanni Queiroz PA Não

Do PHS

07 José Humberto MG Não

Do PMDB

08 Alceu Moreira RS Não

09 André Zacharow PR Não

10 Antônio Andrade MG Não

11 Edio Lopes RR Não

12 Júnior Coimbra TO Não

13 Marinha Raupp RO Não

14 Valdir Colatto SC Não

Do PP

15 Beto Mansur SP Não

16 Carlos Magno RO Não

17 Luis Carlos Heinze RS Não

18 Nelson Meurer PR Não

Do PR

19 Bernardo Santana de Vasconcellos MG Não

Do PSC

20 Nelson Padovani PR Não

Do PSD

21 Eduardo Sciarra PR Não

22 Francisco Araújo RR Não

23 Guilherme Campos SP Não

24 Homero Pereira MT Não

25 Irajá Abreu TO Não

26 Marcos Montes MG Não

27 Raul Lima RR Não

Do PSDB

28 Berinho Bantim RR Não

Do PTB

29 Nelson Marquezelli SP Não

Nós podemos escolher.

Podemos concordar, podemos discordar…

Podemos, até mesmo discutir.

E discutimos mesmo!

Agora, como podemos ter paz, sabendo que nem todos tem direito a escolha?

Nem todos tem direito a liberdade…

Clique aqui e veja a lista completa dos parlamentares votantes.

Veja também:

São Paulo, a capital do ‘mundo cão’: Kassab ao retirar camelôs do centro, expulsa também deficientes físicos!!

ANTES NÃO TINHA, AGORA TEM AINDA MENOS… Prefeitura de São Paulo gasta seu dinheiro com aparelho de tomografia para deixá-lo mofando em uma caixa!!

Imagem: acensura.blogspot.com

Assim como em vários países vizinhos, no Brasil os chamados “anos de chumbo” da ditadura militar, coincidiram com os anos de “guerra fria”.

Para impedir que a União Soviética pudesse invadir seu quintal, os norte-americanos sacrificaram a Democracia em nosso país e em muitos outros.

E, para tanto, contou com a canalhice de determinados grupos estratégicos.

Os Estados Unidos, sob o pretexto de combater a ameaça do Bloco Socialista, sob a hegemonia soviética, deu apoio logístico militar e financeiro para diversos regimes de terror na América Latina (clique aqui).

Comandado por militares, ao lado de políticos civis da UDN (que queriam o poder de forma ilegal) e com o decisivo apoio norte-americano, o Brasil viveu vinte e um anos de seu pior pesadelo.

Adotada em dezembro de 1948 pela ONU, a A Declaração Universal dos Direitos Humanos deve estar dentro de alguma gaveta, juntos com alguns corpos…

Agora os EUA, que armaram os assassinos, podem ajudar a apontá-los.

 

Do Terra:

 

EUA podem ajudar Brasil a abrir ‘caixa de Pandora’ da ditadura

16 /05/2012

Os Estados Unidos devem ajudar o Brasil a abrir a “caixa de Pandora” do seu regime militar, contribuindo com a Comissão da Verdade que inicia os seus trabalhos nesta quarta-feira, disse à BBC Brasilum especialista americano em obter acesso a arquivos confidenciais históricos.

Peter Kornbluh, diretor de documentação sobre o Brasil no National Security Archive (Arquivo Nacional de Segurança), uma organização sem fins lucrativos vinculada à Universidade George Washington, acredita que o Brasil deu um passo histórico com a criação da Comissão, após o qual será impossível retroceder. “Uma vez que a caixa de Pandora do passado for aberta, será muito difícil fechar a tampa novamente”, diz, referindo-se aos segredos que podem ser revelados pela primeira vez, e que dariam início a um segundo debate no País, desta vez sobre justiça.

Kornbluh, um especialista em “abrir caixas de Pandora” usando a lei de acesso à informação americana, crê que as informações guardadas nos EUA podem ser valiosas principalmente diante da relutância das Forças Armadas brasileiras em abrir seus arquivos.

Sob pressão para ajudar no trabalho de comissões da verdade na região, ele diz, o governo americano tem liberado evidências ainda que atestem suas “políticas externas desabonadoras, reprováveis e imorais do passado”, afirma Kornbluh.

Leia a seguir os principais trechos da entrevista:

BBC Brasil – O que o sr. acha da criação de uma Comissão da Verdade no Brasil? Peter Kornbluh -É um momento significativo, de reconhecimento da história brasileira. Apesar de a Comissão em si não poder processar ninguém – o que é uma grande concessão aos militares – a verdade que será desenterrada por ela pode ser muito poderosa. Uma vez que a caixa de Pandora do passado for aberta, será muito difícil fechar a tampa novamente. Estou otimista que a Comissão levará à Justiça ao desvendar os crimes contra os direitos humanos cometidos durante o regime militar.

BBC Brasil – O que, na sua opinião, pode potencialmente ser revelado pela primeira vez a partir dos trabalhos da Comissão? Kornbluh -No trabalho de historiadores e pesquisadores de direitos humanos, você não sabe o que não sabe. Embora pareça que muitos dos crimes durante as operações militares sejam conhecidos, se a Comissão da Verdade fizer valer a nova legislação de liberdade de acesso à informação e usar a cláusula desta lei para liberar documentos relativos aos direitos humanos, pode mudar a forma como a sociedade brasileira percebe o seu próprio passado.

BBC Brasil – O sr. mencionou a concessão feita de saída pela Comissão da Verdade no Brasil no sentido de não processar ninguém. Mas a comissão do Chile também começou com várias concessões e, mais tarde, houve condenações de militares no país. Kornbluh -A Comissão da Verdade também teve as mesmas restrições, vamos chamar assim, da brasileira. Estava significativamente restrita pela sombra da ditadura de Pinochet e pela ameaça de uma violência renovada por parte dos militares.

Só foi estabelecida após Pinochet deixar claro que ela não poderia identificar perpetradores de crimes contra os direitos humanos. Mas o relatório extraordinário de dois volumes da Comissão se tornou base para uma discussão nova no Chile, sobre a busca pela verdade. E no fim, como todos sabem, o próprio Pinochet foi indiciado por crimes contra os direitos humanos.

Levou anos, foi preciso muita paciência, mas como uma sociedade civilizada, o Chile caminhou da verdade para a Justiça. Os brasileiros também têm sido pacientes. O poder da informação que a Comissão brasileira gerar pode levar a um novo movimento por reconhecimento, prestação de contas e justiça.

BBC Brasil – Como o sr. acha que as informações contidas nos arquivos americanos podem ajudar nessa tarefa? Kornbluh -Um dos resultados mais claros do envolvimento americano em países latino-americanos na época é que os EUA tinham muitos conselheiros de contrainsurgência na região.

As autoridades americanas documentaram o papel do Brasil contra a esquerda – não apenas brasileira, mas argentina, uruguaia , chilena – e o papel do Brasil na Operação Condor, uma colaboração liderada pelo regime de Augusto Pinochet no Chile com todos os regimes do Cone Sul.

Entre os documentos de rotina do Departamento de Defesa, deve haver relatórios sobre a infraestrutura e as unidades das forças de segurança brasileira que podem ajudar a relacionar quem eram os responsáveis por determinadas regiões onde ocorreram abusos de direitos humanos.

Além disso, pode haver relatórios operacionais detalhados e específicos sobre operações de contrainsurgência, operações como a do Araguaia, que reportem a repressão que ocorreu.

BBC Brasil – Há disposição dos EUA para abrir esses arquivos? Kornbluh -Os documentos da natureza que estamos falando não são abertos rotineiramente. Os que são considerados altamente confidenciais – que são baseados em fontes dentro do regime militar brasileiro, ou os relatórios de inteligência preparados pela CIA – não são liberados rotineiramente e é preciso uma petição baseada na lei de acesso à informação.

Mas hoje, apesar de todo o apoio dos EUA aos regimes autoritários da América Latina na época, a política americana para a região é de fortalecimento de instituições de direitos humanos e da democracia. Os EUA já ajudaram outros países – Guatemala, Peru, Equador – que tiveram comissões da verdade, praticando aquilo que eu chamo de “diplomacia dos documentos”, revendo e liberando rapidamente os arquivos em seu poder para uso dessas comissões.

BBC Brasil - O sr. acredita que o mesmo ocorreria no caso brasileiro? Kornbluh -Nossa organização espera trabalhar com a Comissão da Verdade brasileira para formular requerimentos detalhados junto ao governo americano de documentos cruciais, da mesma forma que assistimos comissões no Peru, Equador, Guatemala, El Salvador, etc.

BBC Brasil - Esses processos de revisão do passado podem levar a alguma autocrítica dos EUA sobre o seu envolvimento nos regimes autoritários latinoamericanos? Kornbluh -Preciso lembrá-lo que o governo americano tem liberado documentos e evidências de seu envolvimento em políticas externas desabonadoras, reprováveis e imorais do passado.

Depois que o general Pinochet foi preso em Londres (em 1998), o governo Clinton, sob pressão de organizações como a nossa, e organizações de direitos humanos e de vítimas no Chile, concordou em liberar muitos documentos, incluindo centenas de registros operacionais da CIA para derrubar o governo de Salvador Allende e ajudar Pinochet a consolidar o seu regime.

Não é como se tivéssemos autoridades americanas tentando esconder o papel dos EUA no passado. Mas sejamos claros, não é esse o objetivo da Comissão (brasileira) nesse momento. Não é expor o papel dos EUA no golpe no Brasil em 1964: é reunir documentos que possam descrever a repressão durante o período militar.

BBC Brasil – Há algum episódio ao qual o sr. particularmente gostaria de ter acesso? Kornbluh -Eu pessoalmente gostaria de ver todas as comunicações telegráficas americanas no caso (da morte do jornalista) Vladimir Herzog e os relatórios do Departamento de Defesa sobre as operações de contrainsurgência e repressão contra os militantes da guerrilha do Araguaia.

Há também muito mistério sobre como o ex-presidente João Goulart morreu, na Argentina, em 1976. Mas o mais importante é que o Brasil está respondendo a um processo ante a Corte Interamericana de Direitos Humanos sobre o caso do Araguaia e, para cumprir as exigências da Corte como uma sociedade moderna, precisa não deixar pedra sobre pedra.

Uma destas pedras é a falta de cooperação das Forças Armadas brasileiras. Há no Brasil um setor militar resistente, que se recusa a abrir seus arquivos, dizendo repetidamente que destruiu toda a documentação que seria útil à Comissão da Verdade. Eu, pessoalmente, não acredito nisso. Na experiência de outros países, onde houve afirmações semelhantes, os documentos terminaram reaparecendo. E certamente se os documentos não reaparecerem, alguns documentos americanos devem prover informação valiosa.

Agora, em pleno regime democrático, existem pessoas que querem impedir que a verdade possa ser conhecida de forma integral.

De 1964 a 1985 apenas um lado da História foi contada em nossas escolas.

O outro lado, setores das Forças Armadas afirmam que foi perdido.

Uma afirmação bastante cômoda…

Permitir que a História seja violentada, é voltar aos tempos do terror.

Veja também:

ANTES NÃO TINHA, AGORA TEM: Empresário troca imóvel por alvará com diretor de Kassab

A IMPRENSA ACENDE A LUZ no Caso Carlinhos Cachoeira: Veja parte para o ataque! Será porque eles não tem defesa?

Imagem: osjovensnahistoria.blogspot.com

O índio, na prática, tem direito a muito pouco.

Os verdadeiros donos do Brasil, hoje estão restritos a pequenos grupos.

E, não se sabe por quanto tempo resistirão…

Do Terra:

Funai alerta para risco de genocídio de índios isolados no Acre

19/04/2012

Os (índios) isolados estão vivendo o tempo das correrias de seus avós, que fugiam dos empresários da seringa, diz uma consultora da CPI-Acre, se .... Foto: Funai/Divulgação 
O avanço da exploração econômica na fronteira entre o Brasil e o Peru ameaça causar um genocídio entre índios que vivem isolados na região, segundo organizações indígenas e indigenistas ouvidas pela BBC Brasil. Estimados em algumas centenas pelo escritório da Fundação Nacional do Índio(Funai) em Rio Branco (AC), esses índios – em sua maioria falantes das línguas pano e aruak – vivem nas cabeceiras de rios na fronteira, atravessando-a livremente.

No entanto, segundo indigenistas, a exploração de madeira e o tráfico de drogas estão deslocando esses povos, que, em contato com outras populações (indígenas ou não), poderão ser dizimados por doenças ou confrontos armados. “Notamos que há mudanças nas rotas dos isolados, que têm avançado além dos espaços que costumavam frequentar, por conta da pressão que sofrem do lado peruano”, diz a coordenadora da Funai em Rio Branco, Maria Evanízia dos Santos. “Índios contatados estão preocupados, e muitas aldeias se mudaram por conta da proximidade, para evitar confrontos”.

O quadro, diz Santos, se agravará caso obras planejadas por governantes locais saiam do papel. Há planos de construir uma estrada entre as cidades peruanas de Puerto Esperanza e Iñapari, margeando a fronteira com o Brasil, e de fazer uma rodovia ou uma ferrovia entre Cruzeiro do Sul (AC) e Pucallpa, no Peru. Ambas as obras cruzariam territórios de índios isolados. “Se eles forem espremidos, vão para cima dos manchineri da TI (Terra Indígena) Mamoadate, que vão se defender. Como há histórico de conflitos, não é leviano falar em risco de genocídio”, diz o coordenador-substituto da Funai em Rio Branco, Juan Scalia. O termo também é citado por indígenas peruanos: “Se a estrada de Puerto Esperanza a Iñapari sair, haverá um genocídio”, afirma Jaime Corisepa, presidente da Federação Nativa do Rio Madre de Dios e Afluentes (Fenamad), principal movimento indígena do Departamento (Estado) de Madre de Dios.

Risco de conflitos
As pressões sofridas por índios isolados no território peruano e seus possíveis efeitos no Brasil já fizeram com que o presidente da Funai, Márcio Meira, procurasse a embaixada do Peru em busca de providências. Paralelamente, movimentos como a Comissão Pró-Índio do Acre (CPI-Acre) têm promovido encontros com índios brasileiros contatados para conscientizá-los sobre as ameaças sofridas pelos isolados e desencorajar conflitos.

“Eles percebem que os isolados estão vivendo o tempo das correrias de seus avós, que fugiam dos empresários da seringa”, diz Marcela Vecchione, consultora da CPI-Acre. Ela se refere à violência sofrida pelos índios da região durante o ciclo da borracha, entre o fim do século 19 e início do 20.

Acredita-se que os índios isolados sejam remanescentes de grupos massacrados e perseguidos durante aquele período. Com o declínio da extração de borracha, eles voltaram a seus territórios. “Sabemos que eles estão bem, têm comida suficiente e vivem em malocas bem cuidadas”, diz Santos, da Funai, citando informações colhidas em expedições do órgão. Numa delas, em março de 2010, um avião sobrevoou uma aldeia de índios isolados, que atiraram flechas contra a aeronave. As fotos estamparam jornais do mundo todo.

Vítimas do progresso, que é mostrado à eles por madeireiros ilegais e traficantes (clique aqui), as flechas mostram que esses homens vivem em outra época.

É o que restou para defender seu modo de vida.

Pintar o rosto das crianças nas escolas parece ser de pouca serventia.

Se não forem protegidos, num futuro próximo, nossos índios serão vistos apenas nos livros… 

Veja também:

Índios sobrevivem com dificuldades no ABCD

Na versão oficial dos militares, Drumond teria sido atropelado após fuga do DOI-Codi e do cerco policial (cliqueaqui).

Mentira que se manteve de 1976 até 2012.

Ou seja, durante 36 anos a família teve que conviver com a versão preparada pelos assassinos.

No caso de Drumond, a verdade foi resgatada.

Do BOL:

Justiça muda certidão de óbito feita na ditadura

18/04/2012

A Justiça mandou retificar a certidão de óbito do dirigente do PC do B João Batista Franco Drumond, determinando que conste no documento que ele foi assassinado no DOI-Codi (órgão de repressão da ditadura militar) em São Paulo, após ser preso e torturado, em 1976. A decisão, inédita, contradiz a versão da ditadura de que Drumond tentou fugir e acabou sendo atropelado na avenida 9 de Julho. O pedido judicial foi feito pela família. Além dos testemunhos dos outros presos, uma decisão de 1993 da Justiça Federal já havia reconhecido que houve tortura no caso. Drumond tinha sido preso próximo a uma casa no bairro da Lapa, onde morreram outros dois militantes –no que ficou conhecido como “o massacre da Lapa”. A decisão foi dada na segunda-feira pelo juiz Guilherme Madeira Dezem. A sentença determina que conste como local da morte as “dependências do DOI-Codi II Exército, em São Paulo”. No campo “causa da morte”, o “traumatismo craniano encefálico” deve dar lugar à expressão “decorrente de torturas físicas”.

A “informação” veiculada na época, dava conta que Drumond teria sido atropelado na fuga… (na foto em destaque Pedro Pomar, morto e enterrado com nome falso)

O título mostra que o país torturou e matou.

Na verdade, o Brasil mata seus filhos diariamente.

Mata, quando mantém o nome de ditadores em suas ruas, avenidas, estradas, escolas.

Quando mantém o nome de ditadores em suas cidades (clique aqui, aqui e aqui).

Mata a cada dia 31 de março comemorado.

O simples fato de, até hoje, considerá-los como “presidentes”, já soa como insulto.

Levamos 36 anos para retificar uma mentira.

Quanto tempo levaremos para encontrar dignidade?

Veja também:

Anulação de escutas: Pedido de advogado é quase uma confissão de Demóstenes…

A indústria das multas em SP: 1.625 multas nas calçadas. Enquanto isso, como estão nossas ruas??

Imagem: webgeral.net

O mais engraçado é ver quem fala em “racismo”, classificando brasileiros como “ladrões”.

Ou ainda rotulando mulheres brasileiras como “prostitutas”.

Por que tanto ódio? Será porque a Espanha não consegue vencer sua crise?

Será porque vemos um crescente número de espanhóis deixando seu país e buscando oportunidades na América? (clique aqui)

Do operamundi:

Internautas espanhóis reclamam do aumento de restrições à entrada no Brasil

Alguns chamam medida de “racista” e atacam o país; outros a entendem como razoável

02/04/2012

Durante muitos anos nos submetemos às restrições espanholas. A reciprocidade demorou a chegar…

A decisão do governo brasileiro em começar a aplicar, a partir desta segunda-feira (02/04) o princípio de reciprocidade aos espanhóis que venham ao país, ou seja, aumentando a restrição para sua entrada, provocou muita polêmica nos foros de discussão dos principais jornais da Espanha.
Diversos internautas espanhóis protestaram contra a decisão brasileira, argumentado que a restrição deveria ser aplicada a todos os países da União Europeia – como só foi restrita à Espanha, alguns a consideraram persecutória, chegando a classificá-la de “racista”. Um número expressivo, porém menor de internautas espanhóis entenderam a medida razoável, e que apenas exige os mesmos requisitos dos brasileiros que entram na Espanha.
“Esta lei é racista porque só é aplicada contra os espanhóis e não contra o restante dos europeus no espaço Schengen (área de livre circulação de pessoas em território europeu). E nos chamam de racistas? Logo não há ninguém mais racista do que eles (brasileiros)” escreveu Miscollons no El Mundo.
“Se fizemos isso (colocar restrições) a eles, então me parece (uma resposta) normal. Mas deveriam aplicar a todos os países que lhe colocam restrições”, postou “Enki” ao jornal ABC.
Outros espanhóis defendem o tratamento desigual, por entenderem que muitos viajam ao Brasil somente por turismo e voltam depois de um curto período,enquanto os brasileiros “procuram emprego” e passam a viver em condições ilegais. E muitos se referem ao Brasil deforma ofensiva.
“Vamos colocar as cartas na mesa: quantos espanhóis vão ao Brasil de férias e (não) regressam para a Espanha? Quantos de nós cometem crimes em sua estadia no Brasil? Muito poucos. E o mesmo para os brasileiros aqui? Muitos. Me parece bom que o Brasil coloque restrições para que for para lá de férias, assim se darão conta que o turismo de espanhóis deixa mais dinheiro do que os dos brasileiros”, diz “anticorruptos” no ABC.
“Será um grande problema para as milhares de prostitutas que vieram para cá ilegais e se nacionalizaram na Espanha. Essa lei é ridícula. Os espanhóis não vão ao Brasil para ficar. Mas se querem fazer o mesmo com os europeus, pois bem… menos lucro para o turismo. Favelas,corrupção, jogo bonito e burrice extrema.”, assina outro internauta no El Mundo.
“Me parece perfeito. Se tivéssemos esse tipo de controle na Espanha, nosso país não estaria infestado de camareiras e prostitutas brasileiras enviando dinheiro espanhol para o Brasil”, diz Linceo, que parece não saber que as regras são recíprocas.
“Esse é um problema de fácil solução: não ir ao Brasil. Assim teremos a certeza de que não seremos assaltados na rua nem nos preços de passagem de avião e de hotéis”, diz “reces”.

O ódio e o extremismo são típicos de quem está à beira do desespero.

Tanto que na Espanha, já se fala com nostalgia dos tempos do ditador Franco (clique aqui).

Ele que perseguiu e matou milhares de espanhóis entre 1939 e 1975.

Vivemos uma crise global.

E a decisão brasileira não poderia ter chegado em pior hora.

Pior para eles…

Veja também:

Uma cachoeira de canalhas: Deputado tucano também fez negócios com bicheiro…

Estão pagando promessa? O assunto da semana é o Demóstenes, porém a Veja publica uma capa com Jesus…

imagem: http://contextolivre.blogspot.com.br

Para quem não sabe, 31 de março marca o Golpe de Estado no Brasil em 1964.

Ou seja, há 48 anos atrás, o cidadão perdeu o direito de escolher seus governantes.

Perdeu, até mesmo, o direito de reclamar por seus direitos.

Quem reclamou foi perseguido, torturado…

Foi covardemente assassinado (clique aqui).

Vladimir Herzog – Jornalista da TV Cultura de SP, suicidado pela ditadura militar

Do BLOG DO SAKAMOTO:

30.03.2012

O 31 de Março deveria ser feriado nacional

Deveríamos transformar o 31 de Março em feriado nacional. Talvez assim possamos garantir que esse dia nunca seja encarado por nós e, principalmente, pelas gerações que virão como um grande Primeiro de Abril, como se o golpe de 1964 nunca tivesse existido.

Cicatriz que não deveria ser escondida mas permanecer como algo incômodo, à vista de todos, funcionando como um lembrete. Não vivemos três décadas de piada, apesar da elite militar e parte da elite econômica do país terem rido muito às custas de quem pedia liberdade e democracia nos Anos de Chumbo.

Pouco me importa o que pensam os verde-oliva da reserva que tomam seu uísque nos Clubes Militares enquanto, saudosos, lançam confetes ao Dia da Revolução (sic). Demonstrações de afeto a um período autoritário são peça de museu, então que fiquem, democraticamente, com quem faz parte do passado. Mas eles precisam saber que, desta vez, a História não vai ficar com a versão dos golpistas. E que o mundo que eles ajudaram a construir, mais cedo ou mais tarde, vai embora com eles. Não por vingança, mas por Justiça.

Em nome de uma suposta estabilidade institucional, o passado não resolvido permanece nos assombrando. Seja através de um olhar perdido da mãe de um amigo que, da janela, permanece a esperar o marido que jaz no fundo do mar, lançado de helicóptero. Seja adotando os métodos desenvolvidos por eles para garantir a ordem e o progresso.

Durante a ditadura, os militares armaram uma farsa para encobrir o assassinato do jornalista Vladimir Herzog. A explicação trazida à público, de suicídio na cela, não convenceu e a morte de Vlado tornou-se símbolo na luta contra o regime. Mas fez escola.

Tempos atrás, aqui em São Paulo, um homem de 39 anos foi encontrado enforcado pouco mais de duas horas depois de ter sido preso. Supostamente, era traficante e transportava cocaína. Supostamente, teria se enforcado usando um cadarço de sapato. Questionado por jornalistas se não é praxe da polícia retirar os cadarços de sapatos de presos, um policial afirmou que o acusado usou um pedaço de papelão para arrastar um cadarço que estava fora da cela. Seria cômica se não fosse ofensiva uma justificativa dessas.

Como aqui já disse, o impacto de não resolvermos o nosso passado se faz sentir no dia-a-dia dos distritos policiais, nas salas de interrogatórios, nas periferias das grandes cidades, em manifestações, nos grotões da zona rural, com o Estado aterrorizando ou reprimindo parte da população (normalmente mais pobre) com a anuência da outra parte (quase sempre mais rica). A verdade é que não queremos olhar para o retrovisor não por ele mostrar o que está lá atrás, mas por nos revelar qual a nossa cara hoje.

Lembrar é fundamental para que não deixemos certas coisas acontecerem novamente. Que o governo tenha a decência de instalar urgentemente a Comissão da Verdade que, mesmo esvaziada na versão em que foi aprovada, trará um pouco de luz às trevas. Que o Supremo Tribunal Federal considere que crimes contra a humanidade, como a tortura, não podem ser anistiados, nunca. Que a história dos assassinatos sob responsabilidade da ditadura seja conhecida e contada nas escolas até entrar nos ossos e vísceras de nossas crianças e adolescentes a fim de que nunca esqueçam que a liberdade do qual desfrutam não foi de mão beijada.

Mas custou o sangue, a carne e a saudade de muita gente.

Cinco generais foram empossados presidentes, porém não foram eleitos.

Dar a presidência de um país para alguém que o tomou à força, é o mesmo que dar em casamento uma criança que acabou de ser estuprada (clique aqui).

E ainda tem gente que chama o golpe de “Revolução Democrática” (clique aqui).

E você? Chama de quê?

Veja também:

Tudo gente boa: Colega de Kassab será julgado por trabalho escravo

DIADELUTO

Imagem: blogln.ning.com

É nisso que dá não punir criminosos…

Quando não são punidos, começam a acreditar na justiça através do crime.

Eles agora vão comemorar o aniversário do golpe militar (clique aqui).

Será que os órgãos de imprensa, que apoiaram a ditadura, estarão por lá?

Quando se fala em punição por crimes da ditadura, eles são esquecidos.

Senhores que lucraram em cima da desgraça alheia…

Eles não serão responsabilizados?

Grupos como a Rede Globo, que nasceu sob o amparo militar.

Que cresceu, recebendo apoio ilegal de grupos internacionais.

Eles passaram por cima da Constituição (clique aqui).

Tv Tupi, a concerrente da Globo foi tirada do ar, cassada, em julho de 1980 pelo governo militar

Tv Tupi, a concerrente da Globo foi tirada do ar, cassada, em julho de 1980 pelo governo militar

Com apoio ilegal, a Globo pôde concorrer com as demais emissoras de modo desigual.

Enquanto suas concorrentes TV Excelsior e TV Tupi foram perseguidas e cassadas pelo governo militar, a Globo só fazia crescer.

TV Excelsior, tirada do ar pelo regime militar em outubro de 1970

TV Excelsior, tirada do ar pelo regime militar em outubro de 1970

Em contrapartida, a Globo apoiava o regime torturador e assassino.

Eles, com suas novelas e noticiários, entravam nas casas e influenciavam o pensamento popular.

A democracia chegou, retirando poder dos militares.

Mas o poder da mídia, construído durante a ditadura, permanece intocável.

Eles até hoje tem grande influência, e beneficiam seus ‘eleitos’.

O que dizer do benefício de um, diante da destruição dos demais?

O que dizer ao ver uma emissora, que foi a voz da ditadura, até hoje falando alto?

O Brasil é mesmo um país diferente…

Por aqui, torturadores e assassinos tem liberdade, até mesmo para ameaçar o governo.

E, até quando vão ameaçar?

Veja também:

Tupi: a TV cassada na ditadura faria 61 anos

Insubordinados, militares farão festa pelo golpe de 64

DIA DE LUTO

Imagem: sampaonline.com.br/historiadatv.blogspot.com

“A cidadania é o direito a ter direitos, pois a igualdade em dignidade e direitos dos seres humanos não é um dado. É um construído da convivência coletiva, que requer o acesso ao espaço público. É este acesso ao espaço público que permite a construção de um mundo comum através do processo de asserção dos direitos humanos.” (HannahArendt)

O conceito de cidadania tem origem na Grécia clássica, sendo usado então para designar os direitos relativos ao cidadão, ou seja, o indivíduo que vivia na cidade e ali participava ativamente dos negócios e das decisões políticas. Cidadania, pressupunha, portanto, todas as implicações decorrentes de uma vida em sociedade.

Ao longo da história, o conceito de cidadania foi ampliado, passando a englobar um conjunto de valores sociais que determinam o conjunto de deveres e direitos de um cidadão “Cidadania: direito de ter direito” (clique aqui e aqui).

Porém São Paulo deu outro significado para cidadania.

Quem afirma é a diretora da secretaria municipal de Habitação de São Paulo, Maria Cecília Sampaio.

Ela fez tal afirmação, ao comunicar a desapropriação de uma favela, atingida por um incêndio em fevereiro.

Veja o artigo abaixo.

Da Rede Brasil Atual:

‘Pra ser cidadão em São Paulo, tem que pagar’, diz diretora de Habitação da prefeitura

13/03/2012

Para a diretora da secretaria municipal de Habitação de São Paulo, Maria Cecília Sampaio, para ser cidadão na capital paulista, é preciso pagar. Ela dirige a Habinorte, uma das regionais daquela secretaria, e deu as declarações durante reunião de trabalho com moradores da Favela do Coruja, na Zona Norte da capital paulista.

“Pra morar nesta cidade, pra ser cidadão em São Paulo, que é a terceira maior cidade do mundo, tem que trabalhar, tem que ter um custo e tem que ter condição de pagar. É o preço que se paga pra morar numa cidade como essa.” E avisa: “Neste terreno a gente pretende começar um processo de desapropriação.”

Em sua fala, Maria Cecília ainda “aconselha” os pobres que a ouviam a procurar cidades menores “para poder aguentar.”

Cidadania: Em São Paulo é tudo mentira....

Cidadania: Em São Paulo é tudo mentira....

A representante de Kassab fez afirmação emblemática.

Sem meias palavras…

Se não tem dinheiro, vá ser cidadão em outra cidade!!

Aqui,“tem que pagar” para ter direitos.

“Tem que pagar” para ter dignidade.

Está fundada a prostituição da cidadania!!

Veja também:

A educação na lata do lixo: São Paulo descarta livros novos

Os governantes do apocalipse: Após os caminhoneiros, trabalhadores da Fundação Casa ameaçam parar…

Imagem: inclusaobrasil.blogspot.com

Cada pessoa produz cerca de 300 quilos de lixo por ano (clique aqui).

Lixo que, na maioria das vezes, é adiquirido nos supermercados.

Se não temos competência para reciclar, devemos começar a parar de produzir…

Devemos, afinal nossa sobrevivência pode depender disso.

Parece inocente à primeira vista...

Não podemos esperar que as autoridades tomem providências.

Já sabemos o que ocorre, quando esperamos…

À primeira vista parece inocente mas, se olharmos com cuidado...

Veja este abaixo-assinado:

Vamos retirar TODAS as embalagens plásticas dos supermercados!!

 

O objetivo é, de fato, TIRAR O PLANETA DO SUFOCO. Vamos acabar com as garrafas PET, vamos utilizar garrafas retornáveis. Vamos acabar com as embalagens poluentes, que tem livre comércio nas gôndolas dos supermercados. Eles,que busquem alternativas saudáveis para comercializar seus produtos.Vamos mostrar a nossa genuína preocupação com o planeta.

Sua assinatura mostra sua preocupação com o futuro.

Caso, realmente tenha preocupação, assine.

Não se omita.

Veja também:

Coleta seletiva falha e lixo se acumula em diversos pontos de SP

Reciclagem em São Paulo é um lixo, mas há soluções

A ditadura e a mentira por dentro da sacolinha: Quase todos os produtos vendidos pelos supermercados, são embalados em plástico e agridem o meio ambiente

Imagem: memoriasbelas.blogspot.com/novaurbis.blogspot.com

 

Sustentabilidade.

Será que o consumidor é o grande vilão?

E quem, durante anos, ganhou dinheiro produzindo embalagens que agridem o meio ambiente?

Pouco se tem feito, na esfera pública, em defesa da natureza. 

Será que, em meio à tanta fumaça, veremos algo de bom? 

Da Revista Globo Rural: 

Projeto quer proibir uso de garrafas PET

15/05/2011

Proposta condiciona o uso do material a um estudo prévio de impacto ambiental e necessidade de licença do Ibama

por Agência Câmara

 Shutterstock

Ameaça ao meio-ambiente:

garrafas PET demoram até 800 anos para desaparecer da natureza

Tramita na Câmara o Projeto de Lei 418/11, do deputado Eli Correa Filho (DEM-SP), que proíbe a venda de refrigerantes e bebidas alcoólicas em garrafas plásticas conhecidas como PET, sem estudo prévio de impacto ambiental, licença do Ibama e registro no Ministério da Agricultura.
PET é um polímero que possui propriedades termoplásticas, isto é, pode ser reprocessado diversas vezes. Quando aquecidos a temperaturas adequadas, esses plásticos amolecem, fundem e podem ser  moldados de novo. Essas garrafas podem permanecer na natureza por até 800 anos.

Ameaça ambiental
O autor argumenta que o grande número dessas garrafas em circulação tem representado uma ameaça ao meio ambiente porque não são facilmente degradáveis e se acumulam nas ruas, causando alagamentos durante o período de chuvas.
Segundo o parlamentar, cada vez mais, a indústria tem substituído as latas por garrafas pet nas embalagens de bebidas. Essa medida, segundo ele, reduz os custos de produção, mas provoca problemas ambientais muitos graves. O objetivo da medida do parlamentar é estabelecer regras de responsabilidade ambiental para o uso desse tipo de embalagem.

 Tramitação

O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas comissões Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Leia a íntegra da proposta clicando aqui .

Aprovado por unanimidade o parecer na Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio (CDEIC ), agora segue para a Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (CMADS ), depois para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC )

Ou seja, vai demorar.

A proposta é boa, mas não basta.

Enquanto a indústria ganha dinheiro e o poder público não dá a devida atenção ao meio ambiente, a maior parte do trabalho fica para a sociedade civil.

O reaproveitamento de óleos vegetais e o reaproveitamento das garrafas PET entre outros, não fazem parte do cotidiano da maioria das pessoas.

Não aparecem na TV. Não são incampadas pelo Estado.

O Estado, quando aparece, surge de forma truculenta.

E o consumidor? Ele vai continuar pagando o pato?

E a conta.

Da Jovem Pan On Line:

Procon quer garantir oferta gratuita de sacolas

30/01/12

Sem sacolinhas plásticas, consumidores sofrem nos supermercados de São Paulo

Com a norma que determina a retirada das sacolinhas plásticas dos supermercados paulistas completando cinco primeiros dias, muitos consumidores sofrem, ou porque desconhecem o acordo entre a associação de classe e o Procon, ou pelo esquecimento: sem levar outras sacolas ou caixas de papelão, ficam à mercê dos lojistas, que cobram R$ 0,19 por unidade das embalagens feitas a partir do milho, que são biodegradáveis.
Isso vai acabar, garante Renata Perobelli: após constatar o problema, o Procon decidiu multar os supermercados que não oferecerem alguma alternativa de sacolinha gratuita durante todo o dia. Paulo Arthur Góes, diretor-executivo da entidade, confirmou após os problemas do final de semana que, caso sinta-se lesado, o consumidor deve fazer a denúncia, que levará à investigação por parte dos fiscais e, se o problema for constatado, à eventual punição.

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Imagem: facebook.comredessociais.smo.seo

O consumidor que sempre ajuda, pagando pesados tributos, também quer ajudar, com iniciativas realmente efetivas.

Quer ver resultados efetivos!

Quer ver o governo, a indústria e os meios de comunicação fazendo esforços pelo meio ambiente.

Senão, o que deixaremos para as futuras gerações?

Uma enorme pilha de dinheiro?

Ou uma terrível pilha de lixo.

Que levará séculos para se decompor…

Poderíamos, ao menos, deixar um legado de respeito.

Veja também:

”Vamos tirar o Planeta do Sufoco”: Em São Paulo a APAS e a prefeitura ignoram decisão judicial e firmam acordo para extinguir sacolinha

 Brasil descarta 53% de garrafas PET na natureza

Sem sacola, preço do saco de lixo já começa a subir

Blogueiro protesta, policial obedece.

Simples assim.

Bucha de canhão!! Ganham mal, trabalham sob forte estress.

Policiais não são reconhecidos. Ao contrário, são odiados! Odiados, por terem a incumbência de aparecer, quando o Estado falha. E, ultimamente, o Estado tem falhado demais.

Falhado e se escondido.

Eles obedecem. TEM QUE OBEDECER!

A desobediência do policial é encarada pelo Estado como falha gravíssima.

Mais que isso, desobediência é crime (clique aqui).

O policial obedece, e paga um alto preço.

Do R7:

Policial Militar é morta durante tentativa
de assalto na Grande São Paulo

Após descobrir profissão, os bandidos atiraram contra ela e o pai, que também morreu

Há tempos a população não confia polícia (clique aqui).

Há tempos o crime não respeita a polícia (clique aqui e aqui).

Há tempos os governos, um após o outro, não respeitam a polícia (clique aqui).

Utilizar a força policial contra dependentes químicos na Cracolândia, não foi bom (clique aqui).

Assim como não foi bom ver a força policial sendo usada contra estudantes (clique aqui).

Usada em reintegrações de posse, como o caso do Pinheirinho (clique aqui).

A Polícia Militar foi utilizada, até mesmo, contra a Polícia Civil (clique aqui).

Foi um episódio sem precedentes.

Naquele instante, os policiais civis protestavam.

Queriam melhores condições de trabalho.

Queriam valorização profissional.

Não foram, sequer, ouvidos.

Governos que não dialogam. Ao jogar as polícias no fogo, eles mostram toda a sua fragilidade.

Toda a sua covardia.

Os policiais, que na maioria do tempo servem a população (ou morrem tentando), não serão valorizados.

Logo virão novos policiais.

Esta moça e este pai, logo serão esquecidos.

Esta é a realidade, triste realidade.

Até quando??

Veja também:

 

“Vamos Tirar o Planeta do Sufoco”: Em São Paulo a APAS e a prefeitura ignoram decisão judicial e firmam acordo para extinguir sacolinha

 

Secretário de Alckmin fala sobre a Cracolândia e decreta: A culpa é do PT!!

 

Todos queremos “Tirar o Planeta do Sufoco”.

Mas gostaríamos de ser ouvidos.

E respeitados.

Imagem do desgoverno: Cadê a reciclagem de lixo em São Paulo

Após ver a lei proibindo sacolinhas plásticas derrubada pela justiça (clique aqui), a prefeitura de SP adotou um “plano B”.

Em parceria com a APAS (Associação Paulista de Supermercados), a prefeitura resolveu empurrar sua decisão goela abaixo do cidadão.

Afinal, em São Paulo, não importa qual o problema…

O responsável é você!!

É você o culpado pelo caos no trânsito. Afinal, para quem foi feito o rodízio estadual e municipal de veículos?

Para quem foi feita a inspeção do Controlar?

Uma administração que pouco investiu em transporte público, há tempos onera o cidadão que precisa chegar ao trabalho.

Com as sacolas plásticas, não está sendo diferente…

Da Folha:

Veto a sacolinha eleva venda de saco de lixo

27/08/2011

Cidades que proibiram ou firmaram acordos com o comércio para desestimular a distribuição de sacolas plásticas –comumente reutilizadas em lixeiras domésticas– registraram um aumento nas vendas de sacos de lixo.

Em Belo Horizonte, que aboliu as sacolas plásticas do comércio em abril deste ano, a venda de sacos de lixo cresceu 15% em média, conforme estimativa da Associação Mineira de Supermercados.

As vendas também cresceram em Jundiaí (a 58 km de São Paulo), que retirou as sacolas plásticas convencionais de circulação após um acordo entre Apas (Associação Paulista de Supermercados), comerciantes e prefeitura, em agosto do ano passado.

A associação estima que, por mês, 80 toneladas de sacolas plásticas convencionais deixaram de ser enviadas para aterros sanitários. Por outro lado, o consumo de sacos de lixo no município aumentou em 20 toneladas.

Os números causam impacto direto no bolso do consumidor. Nos supermercados, um pacote com 30 unidades de saco de lixo de 30 litros pode custar entre R$ 15 e R$ 25, a depender da marca.

Para carregar as compras, o consumidor deve usar sacolas biodegradáveis (R$ 0,19 a unidade) ou retornáveis (a partir de R$ 3).

Acha que só as vendas vão subir? Espere para ver o preço (clique aqui).

Sob o pretexto de cuidar do planeta, alguém vai ganhar bastante dinheiro…

Enquanto isso, o que faz o poder público?

Do G1:

Moradores sofrem com a falta de coleta de lixo em bairro de Jundiaí, SP

05/01/2012

Segundo moradores, os lixos ficaram espalhados pelo bairro desde o dia 28.
Um caminhão de coleta esteve no local nesta quinta-feira (05).

O município de São Paulo que oficialmente quer preservar o planeta, na verdade não investe muito nisso…

Da Veja:

Reciclagem em São Paulo é um lixo, mas há soluções

Apenas 1% das 15 000 toneladas de lixo produzidas diariamente na cidade passa pela coleta seletiva da prefeitura. Se levássemos em conta somente os detritos domiciliares que podem ser reaproveitados, esse número subiria para 7%. Muito pouco.

Quando comparado com os sistemas de coleta seletiva de capitais como Curitiba e Porto Alegre, que existem há duas décadas e atendem 100% da população, o atual programa paulistano, vigente desde 2003, é vergonhoso. “Acho lastimável que a metrópole que mais produz lixo na América do Sul não tenha políticas públicas de administração de resíduos sólidos compatíveis com o século XXI”, afirma Elisabeth Grimberg, coordenadora de ambiente urbano do Instituto Pólis, ONG que atua na área. “É inadmissível que apenas 1,5% dos 760 milhões de reais do orçamento anual da Secretaria de Serviços para o lixo seja destinado à coleta seletiva.”

O poder público em São Paulo é, sequer, capaz de fiscalizar os poucos depósitos de reciclagem que temos.

No lugar de materiais recicláveis, recebemos lixo hospitalar (clique aqui).

Do Agora São Paulo:

Lixo reciclável é desperdiçado em São Paulo

Da Folha: 

Coleta seletiva falha e lixo se acumula em diversos pontos de SP

A administração pública, que deveria proteger seu município e seu cidadão, em São Paulo protege quem?

Enquanto você é fiscalizado e punido, quem fiscaliza o poder público?

A incompetência da administração pública fica encoberta, como se estivesse sob toneladas de lixo reciclável.

Lixo que jamais será reciclado!

A menos que seja reciclado por você, cidadão.

Você paga pesadas taxas e multas.

Você trabalha pesado (isso quando consegue chegar ao trabalho).

Você conhece bem seus problemas.

E seus “governantes problema”, você conhece??

Veja também:

Lixo: foi você quem jogou?

Sem sacola, preço do saco de lixo já começa a subir

Imagem: vejasp.abril.com.br

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